YES, I DO!!!
Os pensamentos, as impressões, as sensações, os desejos e devaneios que permeiam a minha essência e habitam o meu EU: Quando eternos e autênticos forem, até o dia que deixarem de ser, porque eu me permito à possibilidade de ser livre e flexível para mudar, descobrir, errar e surpreender-me!!! Um encontro comigo, contigo, conosco... e com a vida - tal e qual como ela é.
ANO 17: O Tempo passou rápido demais e o Amém, Desejo, Amém vai completando 17 anos de existência.
Porquê eu ainda mantenho esse Blog Ativo, se a Era dos Blogs passou, quase as pessoas não leem mais e os views estão cada vez mais baixos, se comparado há tempos atrás?!!! Porquê, esse blog nunca foi realizado pensando em números de seguidores e engajamento, mas, um diário pessoal e uma terapia para mim. Blogar pra mim nunca foi sinônimo de números de quantidade numérica de acessos, porquê sempre foi algo muito orgânico fazê-lo e a demanda respondia à altura. Sempre bloguei para ocupar o meu tempo ocioso, um momento de descontração e higiene mental, um espaço de reflexão e auto análise.
Nunca fiz os meus posts pensando em agradar A, B ou C, sempre o fiz e continuo fazendo por mim. Me ler, me entretem, seja sobre pensamentos, sentimentos e reflexões sobre fatos da minha vida ou não. Tenho preguiça de postar, HOJE MUITO MAIS, mas, nunca passou pela minha cabeça me aposentar desse universo, dessa plataforma e/ou encerrar os "trabalhos" daqui. A única coisa que me forço é postar meus 20 posts mensais - sem necessariamente ser textões.
Me expresso à vontade, no dia e do jeito que eu quero. Enquanto for desse jeito, genuíno, espontâneo e orgânico, continuo bloggando, Até porquê, ainda não me vejo deixando de fazê-lo, Amo bloggar!!!
Nem todo mundo é um livro aberto de fácil acesso, de fácil leitura, mas, se há confiança, força de vontade e entrega (de preferência de ambas as partes), pelo menos, a gente tenta acessar.
Se eu te acessar, você me acessa.
Se você me acessa, eu te acesso. De dentro para fora.
(...) I wanna know what you’re all about
You’re beautiful when you’re broken down
Let your walls crumble to the ground
Let me love you from the inside out
Every scar that you try to hide
All the dark corners of your mind
Show me yours and I’ll show you mine
Let me love you from the inside out
(One more time)
Let's discover
One another
Kiss me here, touch me there, yeah
Purest form of ecstasy
Truth or dare, don’t be scared, yeah
Let me solve your mystery
I wanna know what you’re all about...
Quando um pensamento negativo vier na sua mente, façam esse exercício de Co-criação da Realidade:
Cancela, cancela, cancela ❌
ou
Troca, troca, troca o pensamento negativo por um SUPER POSITIVO. ⬆️👍🤞✌️
👉 VOCÊ EVITA FICAR PENSANDO BOBAGENS e emanando para o Universo a mensagem que você não deseja. E cá entre nós?!!! Além de você se sentir muito melhor, você não dá ousadia à ansiedade, vícios, arrebatos e compulsões.
Logo, como eu não quero ficar à mercê dos devaneios e narrativas absurdas dos outros, tento manter as minhas convicções firmes, a minha fé em dia e a minha mentalidade forte, sem dar ouvidos o lixo tóxico e a radioatividade dos outros.
Como eu tenho personalidade e senso crítico, não tenho perfil para ser "gado" ou massa de manobra manipulável e nem me escondo covardemente atrás do "efeito manada", não é qualquer teoria da conspiração ou maldade q fica ecoando na minha mente e no meu interior.
Eu procuro acreditar no quê os meus olhos castanhos buscam ENXERGAR, (indo além do superficial e aparente), tentando refletir sobre o contexto, porquê me dá uma maior amplitude, e ouvir a voz da minha intuição para não dar vazão narrativas duvidosas e más intenções.
Metaforicamente, há quem queira "entrar no céu à força", onde, nessa situação, estes não medem quaisquer esforços para atingirem os seus objetivos finais, passando por cima como um trator de quem quer que seja, evidenciando uma ausência de escrúpulos e limites, como também deflagrando à moral elástica destes.
Como também há quem "pactue com o tinhoso" por desespero e ausência de perspectiva num momento de debilidade. Já que você empenhou à palavra dada, agora vai ter que "abraçar o capeta" - seja para honrar a promessa feita e manter a sua consciência tranquila.
Em ambas as situações, a segunda traz mais culpa e arrependimento, pois, para quem tem caráter e consciência, cometer impulsos dessa natureza, se aliando ao inimigo ou à quem não lhe convém, o preço dessa fatura vem alta demais. Para quem tem ressaca moral e vergonha na cara, cumprir a palavra dada é lei - independente das circunstâncias.
Vale tudo por tudo?!!! Essas duas situações se equiparam aí, igualmente semelhantes e problemáticas. E, como eu acredito no processo e o merecimento como consequência, nem quero entrar no céu à força e, muito menos, eu não quero pactuar, compactuar e abraçar o inimigo.
Nem sempre os atalhos trazem bons resultados e são edificantes.
Qué voy a hacer sin su amor?!!! Qué voy a hacer con mi amor?!!!
(NO ÉS MI DILEMA ACTUAL)
Le bajé las estrellas de un solo golpe
Tal vez ese fue mi error
Ofrecí cada día y cada noche el alma y el corazón
Pero no le bastó no fue suficiente no quizó quererme
Como la quise yo.
Qué voy a hacer con todo este amor?!!!
Que no cabe en mi pecho
Que me cala los huesos
Que se ahoga en este mar de dolor
Que me quema la carne
Que me hierve la sangre
Que me está partiendo en dos la razón
Qué voy a hacer sin su amor?!!!
Qué voy a hacer con mi amor?!!!
Se alejó de mi vida de un solo golpe
Se fue sin decirme adios
Me rompió la sonrisa las ilusiones el alma y el corazón
Le dí todo mi amor y no fue suficiente no quizo quererme
Como la quise yo
Qué voy a hacer con todo este amor?!!!
Que no cabe en mi pecho
Que me cala los huesos
Que se ahoga en este mar de dolor
Que me quema la carne
Que me hierve la sangre
Que me está partiendo en dos la razón
Qué voy a hacer sin su amor?!!!
Qué voy a hacer con mi amor?!!!
... Só seria POR AMOR.
Há quem faça do casamento um motivo para viver como se fosse um projeto de vida ou uma oportunidade de ascender socialmente e sobreviver as carências e adversidades econômicas da vida ou uma farsa social ou um grande negócio.
Para mim, nunca foi uma tábua de salvação ou um fim em si mesmo. Por isso, mesmo casei com a minha solidão e nos damos muito bem, diga-se de passagem. Vivo numa eterna "lua de mel" com o meu estado civil e muito bem resolvido, graças à Deus. Sofria mais quando ansiava viver um grande amor - daquele jeito que eu sempre idealizei. Me libertei dessas algemas, desse modelo que existe tal e qual nos meus pensamentos. Desapego, lembra?!!!
Sinceramente, por mais que eu tenha buscado viver um grande amor, o casamento nunca foi o estágio final dessa busca - nunca quis. Se fosse para subir ao altar e dizer "SIM" (embora, tenha surgido essa possibilidade no meu caminho), eu só casaria se fosse por amor e nenhum motivo mais, porquê os outros motivos nunca foram motivos para mim.
Então, faltou amor?!!! Talvez, mas, nem se eu tivesse vivido "aquele amor", também não teria me convencido à. Essa paura, essa necessidade não está em mim. Nada contra ao casamento ou um acordo nupcial ou um contrato assinado ou o amor dos casais - faço muitos votos que sejam extremamente felizes e tenham um "Happy End" - sinceramente e sem inveja nenhuma.
O casamento nunca foi meu sonho de criança ou de adolescente ou de jovem adulto. Por isso, segui à risca não me casando (e, muito menos, ainda será) e na boa, nunca foi um ponto de conflito para mim e nem me amargou. Apesar de não ter um, eu acredito no amor - embora, dê trabalho e seja uma construção diária.
Amar e manter a chama acesa, dentro de um universo de reciprocidade, requer entrega, combinados, renuncias e trabalho. E, se for dentro de um casamento, exige ainda muito mais. Por isso, se já é complexo manter um casamento com amor, porquê são muitas variáveis envolvidas, sem amor deve ser mais complicado e algo insustentável de levar à diante - pelo menos, para mim e a importância que eu considero a presença do amor nisso tudo.
Se hoje, a minha linha do tempo passasse por mim e me colocasse nas mesmas situações do passado, com toda certeza, a grande parte delas ou quase todas, eu faria diferente, faria outras escolhas. Nem tanto por vergonha ou arrependimento, de quem fez uma "grande burrada", mas, simplesmente, porquê daqueles Dans de outrora, em diferentes fases da vida, não me representam mais - não em essência, porquê algumas coisas se mantém às mesmas, intactas e imutáveis, mas, porquê alguns sentimentos, pensamentos, prioridades, perspectivas e opiniões mudaram.
A gente vai caminhando na TL e vai se transformando em consequência, seja para o bem ou para o mal. Não sei se um ou se o outro, mas, na minha trajetória, eu sempre fui buscando a minha melhor versão - pelo menos, tentei construí-la, conquistá-la.
Fiz isso, sem ceder à qualquer pressão ou com a pretensão de deixar um legado para à posteridade ou para dar uma satisfação aos demais. Sempre fiz para e por mim, como tudo o que eu faço: A minha prioridade sou EU e o que tudo isso implica. É um grito de liberdade.
Se a minha TL passasse por mim outra vez, com certeza, eu construiria outra trajetória, teria trilhado outro caminho por as percepções e aprendizagens que eu tenho hoje. Um outro Dan, bem diferente das outras versões que um dia fui. E daqui algum tempo, se ela passasse outra vez, o "Futuro Dan" faça outras escolhas. Reflexo de quem em está em constante e inquieta transformação.
A gente só se dá conta desse fato incontestável, quando você se olha no espelho e vê as marcas do tempo expressas em você. Aí SIM, vivendo esse grande clichê, você se dá conta de quê a fatura da vida e do tempo foi cobrada: Você não tem mais tempo à perder e, muito menos, desperdiçá-lo com quaisquer bobagens e hesitações covardes. Não há mais tempo para dúvidas e nem imaturidade.
Quando a gente é mais novo, nem dá bola pra isso, nem se preocupa, porquê, a gente deixa para se preocupar depois. E um dia o DEPOIS chega e, quando isso acontece, não há desculpas, não há fugas e nem espaço para crises existenciais e ressaca moral. Não dá mais para ignorá-las com a presunção típica, relaxada e irresponsável daqueles que acreditam que serão sempre jovens, que jamais irão deitar para isso. Porém, faturou, né?!!!
A verdade é que a minha geração envelheceu, mesmo, que a sua mente e sua subjetividade não estejam de acordo e compatível com a sua aparência física e as árduas responsabilidades que você carrega em seus ombros. Sinto-me ainda tão jovem, apesar dos meus cabelos com mechas naturais e algumas marquinhas de expressão.
Não me cobro e nem me deixo cobrarem. Nem sofro com essa constatação, afinal, para quem viveu algumas décadas, esse é o processo natural da vida. Vivi cada marca, cada dor, cada ferida no meu corpo e na minha alma, cada lição essencial duramente aprendida. Nada foi em vão, eu não deixei que fosse. Sobrevivi, superei, transcendi.
Minhas ilusões não comandam o meu tempo e nem a minha psiquê. Sou desconsertantemente desapegado e, em muitos momentos, agradeço por isso, porquê evito sofrimento desnecessário e guerras que não me pertencem. Todavia, algumas poucas jovens expectativas que resistiram o tempo, eu não permito que elas tenham voz de comando em mim e consigam ludibriar e sabotar a minha consciência e o meu bom senso. Ninguém amadurece impunimente.
Na corrida contra o tempo, os meus devaneios não tem mais tempo, o relógio correu. Alguns sonhos ficaram pelo meio do caminho e outros deixaram de sê-lo. Mais do que nunca, só temos o tempo, o futuro já é o presente - pelo menos, na fase em que eu me encontro. As minhas asas deixaram de voar, porquê, eu tenho os meus dois pés muito bem plantados no chão.
E tudo isso só é possível, essa paz e tranquilidade que eu sinto, se deve porquê eu conquistei o meu ponto de equilíbrio, uma consciência que se mantém no controle diante dos meus impulsos, dos meus momentos de destempero e do meu barulho interior em vias de ebulição.
Tudo isso só é possível porquê há compreensão e aceitação. Me acolho e me respeito do jeito que sou, muito mais agora, do que antes. Dito isso, se não for hoje, agora, o tempo desperdiçado será tempo jogado fora, jogado no lixo. Eu não posso mais me dá ao luxo disso, nem cogitar tal possibilidade.
"Eu não ficaria bem na sua estante..."