segunda-feira, 27 de julho de 2026

Enquanto isso na Corrida Presidencial...



🎵 Sal Grosso by Anitta feat KBrum

 



(...) Olho grande, mau-olhado

Parou no meu patuá

Nesse ritual sagrado

Corpo dança pra limpar

O vô me ensinou


Sal grosso, reza, vela, fósforo

Na selva de pedra você tem que sustentar...


🚩 Voces irao NOS DESTRUIR em "nome de Jesus".




"Deus, Patria & Familia", quanto slogan e Projeto de Poder, foi e continua sendo, a maior falacia fascista adotada no Brasil e o pior equivoco democratico que endossou um amargo retrocesso facista e humanitario entre nos.

O Brasil nao tem o direito de colocar essa serpente peconhenta em seu seio para ser "picada' outra vez.

Em nome de Jesis, eles cometem atrocidades para justificar as suas atrocidades legais e ilegais e manipular ideologica e cognitivamente a massa, tornando-as cumplices e coniventes.

Em nome de Jesus, eles querem destruir o Brasil, as estruturas democraticas e soberanas e acabar com os direitos e conquistas do Povo Brasileiro.

E preciso dete-los e puni-los, visando enfraquece-los nas proximas Eleicoes 2026, , caso o contrario, ELES IRAO NOS DESTRUIR em nome de Jedus.

Milei, PERSONA NON GRATA!!! 🇦🇷 ☢️ 🚫 ❌️


🇦🇷 ☢️ 🚫 ❌️

domingo, 26 de julho de 2026

📰🗞🇺🇸 Artigo do Presidente Lula no The Washington Post



Artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado neste domingo no jornal Washington Post

As tarifas dos EUA contra o Brasil são um erro estratégico

Há um ano, fui surpreendido pela publicação, em uma plataforma digital, de carta do Presidente Donald Trump que impunha tarifa de 50% a produtos brasileiros. A menção, logo no primeiro parágrafo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado no ano passado e hoje preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil — deixava explícita a motivação política da medida.

Nos diálogos que mantive com Trump desde então ressaltei que não é necessário compartilhar as mesmas visões de mundo para buscar relação mutuamente benéfica entre nossos países. Afinal, somos líderes das duas maiores democracias e economias das Américas.

Negociações entre nós e decisões da Suprema Corte dos EUA desmontaram a primeira versão do tarifaço. Mas este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre nossas equipes, sólidos argumentos técnicos e documentos que entreguei pessoalmente ao próprio Trump, o governo norte-americano decidiu adotar novas tarifas contra o Brasil que vão de 12,5% a 37,5%.

Como resultado, a Global Trade Alert, organização independente baseada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são hoje os segundos países mais tarifados pelos Estados Unidos, depois apenas da China. E isso apesar do superávit norte-americano no comércio bilateral de bens e serviços, que ao longo de quinze anos consecutivos acumula 428 bilhões de dólares.

Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano.

As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o menor patamar desde 1997. Na comparação entre os primeiros 6 meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA recuou 12,8%, enquanto o comércio com a União Europeia cresceu 6,1% e com a China aumentou 15,9%.

No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros.

Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental.

A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social.

Estou convicto de que a união de esforços em torno de iniciativas concretas de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir para superar as mazelas que afligem um hemisfério que é de todos nós.

A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos.

Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington soube ser um parceiro à altura de nossos interesses de desenvolvimento.

O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou uma política de Boa Vizinhança que tinha como objetivo substituir o uso da força pela diplomacia em sua política externa para a região. Essa postura contribuiu de forma decisiva com os primórdios da industrialização no Brasil. O presidente George W. Bush, ao enfrentar a crise financeira de 2008, incluiu 3 países latino-americanos na primeira reunião de líderes do G20.

Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas a empregar são as dos investimentos, da transferência de tecnologia e do comércio justo e equilibrado.

Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras.

As alegações do Presidente Trump contra o Brasil, na tentativa de justificar as tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade nas plataformas de redes digitais — não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. Nosso sistema de pagamentos, o Pix, não discrimina empresas norte-americanas e é uma referência internacional de infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros.

Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la.

Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência.

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva


🎯 Mais do que uma Carta-Aberta contra a Intervencao Estadunidense no Processo Eleitoral Brasileiro, eh uma Carta-Aberta em Defesa do Brasil e Povo Brasileiro. 
🇧🇷 💚💛

Tao eu... 🧠🔺️ X ❤️🔻


A Conivencia dos COVARDES



Ignorancia, Silencio, Medo e Isencao tambem sao maneiras de compactuar com a crise etica e moral esta posta, a mais clmpleta erosao de valores, travestida no discurso reacionario, fascista e tradicionalista: "Deus, Patria & Familia" - O cavalo de troia representado no dito popular "de boas intencoes (nem tao boas assim) o inferno esta cheio (das suas frustracoes, recalques, ignorancia e preconceitos).

Quem cala e finge de nao ve, consente. A conivencia dos covardes, ditos "homens de bem", seja por conviccao ou omissao..

MEMORIA HISTORICA & CONSCIENCIA DE CLASSE ✅️



Em tempos nebulosos de fake news, dissonancia cognitiva e fanatismo ideologico partidario, MEMORIA HISTORICA & CONSCIENCIA DE CLASSE sao.ferramentas essenciais para o pensamento critico e liberdade: Analise, mudanca e transformacao social.

🧠 ❌️ Entonces, bien asi. 🧠 ❌️



Deby & Loyd: Os Estupidos da Extrema-Direita Sulamericana 🇧🇷 🇦🇷


TSC, TSC,TSC... A ESTUPIDEZ PERSONIFICADA.

"As lágrimas não reparam os erros!!!"

♫ Pitty - Na sua estante

"Eu não ficaria bem na sua estante..."