Hoje, a Beija-Flor é a segunda escola à desfilar na Sapucaí. Bembé, pode chegar!!!
Os pensamentos, as impressões, as sensações, os desejos e devaneios que permeiam a minha essência e habitam o meu EU: Quando eternos e autênticos forem, até o dia que deixarem de ser, porque eu me permito à possibilidade de ser livre e flexível para mudar, descobrir, errar e surpreender-me!!! Um encontro comigo, contigo, conosco... e com a vida - tal e qual como ela é.
Posso falar com total isenção, primeiro, sou Beija-Flor e sou BEMBÉ (2026), mas, polêmicas à parte, a Acadêmicos de Niterói apresentará hoje (15/02/2026), a partir das 21:30, um dos melhores Samba-Enredos desta temporada; segundo, não sou Petista, mas, defendo o legítimo e genuíno direito do Presidente Lula ser homenageado em vida na Sapucaí, no "Maior Espetáculo da Terra": O Carnaval Brasileiro.
Em 2022, no Nordeste, o AMOR venceu o medo. Agora, em Niterói (RJ), o AMOR venceu o medo.
Quanto custa a fome? Quanto importa a vida
Nosso sobrenome é Brasil da Silva
Vale uma nação, vale um grande enredo
Em Niterói, o amor venceu o medo
Vale uma nação, vale um grande enredo
Em Niterói, o amor venceu o medo
Olê, olê, olê, olá
Vai passar nessa avenida mais um samba popular
Olê, olê, olê, olá
Lula, Lula
Eu vi brilhar a estrela de um país
No choro de Luiz, a luz de Garanhuns
Lugar onde a pobreza e o pranto
Se dividem para tantos
E a riqueza multiplica para alguns
Me via nos olhares dos meus filhos
Assombrados e vazios
Com o peito em pedaços
Parti atrás do amor e dos meus sonhos
Peguei os meus meninos pelos braços
Brilhou um Sol da pátria incessante
Pro destino retirante
Te levei, Luiz Inácio
Por ironia, treze noites, treze dias
Me guiou Santa Luzia, São José alumiou
Da esquerda de Deus Pai, da luta sindical
À liderança mundial
Vi a esperança crescer
E o povo seguir sua voz
Revolucionário é saber
Escolher os seus heróis
Zuzu Angel, Henfil, Vladimir
Que pagaram o preço da raiva
Nós ainda estamos aqui
No Brasil de Rubens Paiva
Lute pra vencer
Aceite se perder
Se o ideal valer
Nunca desista
Não é digno fugir
Nem tão pouco permitir
Leiloarem isso aqui
A prazo, à vista
É, tem filho de pobre virando doutor
Comida na mesa do trabalhador
A fome tem pressa, Betinho dizia
É, teu legado é o espelho das minhas lições
Sem temer tarifas e sanções
Assim que se firma a soberania
Sem mitos falsos, sem anistia
Quanto custa a fome? Quanto importa a vida
Nosso sobrenome é Brasil da Silva
Vale uma nação, vale um grande enredo
Em Niterói, o amor venceu o medo
Vale uma nação, vale um grande enredo
Em Niterói, o amor venceu o medo
Olê, olê, olê, olá
Vai passar nessa avenida mais um samba popular
Olê, olê, olê, olá
Lula, Lula
Eu vi brilhar a estrela de um país
No choro de Luiz, a luz de Garanhuns
Lugar onde a pobreza e o pranto
Se dividem para tantos
E a riqueza multiplica para alguns
Me via nos olhares dos meus filhos
Assombrados e vazios
Com o peito em pedaços
Parti atrás do amor e dos meus sonhos
Peguei os meus meninos pelos braços
Brilhou um Sol da pátria incessante
Pro destino retirante
Te levei, Luiz Inácio
Por ironia, treze noites, treze dias
Me guiou Santa Luzia, São José alumiou
Da esquerda de Deus Pai, da luta sindical
À liderança mundial
Vi a esperança crescer
E o povo seguir sua voz
Revolucionário é saber
Escolher os seus heróis
Zuzu Angel, Henfil, Vladimir
Que pagaram o preço da raiva
Nós ainda estamos aqui
No Brasil de Rubens Paiva
Lute pra vencer
Aceite se perder
Se o ideal valer
Nunca desista
Não é digno fugir
Nem tampouco permitir
Leiloarem isso aqui
A prazo, à vista
É, tem filho de pobre virando doutor
Comida na mesa do trabalhador
A fome tem pressa, Betinho dizia
É, teu legado é o espelho das minhas lições
Sem temer tarifas e sanções
Assim que se firma a soberania
Sem mitos falsos, sem anistia
Quanto custa a fome? Quanto importa a vida
Nosso sobrenome é Brasil da Silva
Vale uma nação, vale um grande enredo
Em Niterói, o amor venceu o medo
Vale uma nação, vale um grande enredo
Em Niterói, o amor venceu o medo
Olê, olê, olê, olá
Vai passar nessa avenida mais um samba popular
Olê, olê, olê, olá
Lula, Lula
Olê, olê, olê, olá
Vai passar nessa avenida mais um samba popular
Olê, olê, olê, olá
Lula, Lula
Olê, olê, olê, olá
Lula, Lula
Olê, olê, olê, olá
Lula, Lula
É OURO, Brasil!!! É OURO!!!
O esquiador brasileiro Lucas Pinheiro Braathen conquistou para o nosso país um feito histórico e inédito: A Conquista da 1ª Medalha Olímpica de Inverno do Brasil, da América Latina, da América do Sul, de cor dourada. Inshaallah!!!
Esse marco deve ser celebrado com muita alegria e com a futura esperança de que os esportes de inverno possam se desenvolver ainda mais para o Brasil, com o devido estímulo e investimento, mesmo sendo um "País Tropical, Abençoado por Deus e Lindo por Natureza", em pleno Carnaval.
Surge um Novo Herói Olímpico para o Brasil.
Sei. Um tanto quanto pouco corajoso e edificante. Quem é o incauto ou inocente que você quer ultrajar e enganar mesmo, seu covarde?!!!
Não se trata de você (quem profere, quem (des)qualifica), trata-se do outro (quem recebe o chamamento, a desqualificação). Como assim?!!!
Ou você é um ser insensível e ignorante quem não percebe a dor ou o desconforto alheio ao ser xingado e/ou rotulado ou você está usando de má fé e desonestidade intelectual, porquê não tem coragem e colhões, para atribuir um termo pejorativo aberto e transparentemente à alguém - ato esse que por se só é humilhante e degradante.
Já está mais do que na hora romper com esse ciclo vicioso, humanizando-se sem desumanizar ninguém, pelo ego e o gostinho de se sentir superior com relação à quem você agrediu verbalmente - sobretudo, se foi desproporcional e unilateralmente.
Reproduzir bullying, demonstrando do uso da força contra um vulnerável, é demodê, torpe e extremamente covarde. Quando você vai crescer?!!! Quando você terá a maturidade necessária para lidar com as diferenças e os diferentes e estabelecer relações sociais e afetivas de maneira saudável e amistosa?!!!
Lidar com pessoas assim é cansativo. Como eu não tenho paciência com esse tiperros: "VSF, Véi"!!!
Samba-Enredo da Mocidade (1991) - "Chuê, Chuá... As águas vão rolar"
Naveguei no afã de encontrar
Encontrar um jeito novo de fazer meu povo delirar
Delirar, delirar
Uma overdose de alegria
Num dilúvio de felicidade
Iluminado mergulhei
No verde branco mar da Mocidade
Aieieu, mamãe Oxum
Iemanjá, mamãe sereia
Salve as águas de Oxalá
Uma estrela me clareia
Aieieu, mamãe Oxum
Iemanjá, mamãe sereia
Salve as águas de Oxalá
Uma estrela me clareia
É no chuê, chuê
É no chuê, chuá
Não quero nem saber
As águas vão rolar
É no chuê, chuê
É no chuê, chuá
Pois a tristeza já deixei pra lá!!!
Samba-Enredo da Mocidade (1990) - "Vira, Virou, A Mocidade Chegou!"
(...) Apoteose ao samba, todo povo aplaudiu
Com as bênçãos do divino aconteceu
O descobrimento do Brasil
Quem não se lembra do lindo cantar do uirapuru
Quando gorjeava parecia que falava
Como era verde o meu Xingu
Meu Ziriguidum fez brilhar no céu
A estrela-guia de Padre Miguel, oh, vira, virou
Ah, vira, virou, vira, virou
A Mocidade chegou, chegou
Virando nas viradas dessa vida
Um elo, uma canção de amor...
"Eu não ficaria bem na sua estante..."