Que pena que o Trump não classificou ou fechou os olhos?!!!
Os pensamentos, as impressões, as sensações, os desejos e devaneios que permeiam a minha essência e habitam o meu EU: Quando eternos e autênticos forem, até o dia que deixarem de ser, porque eu me permito à possibilidade de ser livre e flexível para mudar, descobrir, errar e surpreender-me!!! Um encontro comigo, contigo, conosco... e com a vida - tal e qual como ela é.
Brasil, a luta continua e o Senado Federal já demonstrou as reais intenções contra atender os interesses e necessidades trabalhistas do Povo Brasileiro. Porém, o que mais poderíamos esperar do CONGRESSO INIMIGO DO POVO?!!! Logo, não podemos ficar desanimados e muito menos retroceder na Luta contra o FIM DA ESCALA 6X1. Dito isso, os Senadores da Oposição assinaram a "PEC da Flexibilização" que deixa a classe trabalhadora vulnerável diante da decisão dos empregadores/patrões em adotar um sistema de horas flexíveis e boicotar o texto e desidratar a "Pec do FIM DA ESCALA 6X1".
Os Senadores Inimigos dos Trabalhadores são:
• Dra. Eudócia (PSDB/AL)
• Marcio Bittar (PL/AC)
• Sérgio Petecão (PSD/AC)
• Lucas Barreto (PSD/AP)
• Plínio Valério (PSDB/AM)
• Angelo Coronel (REPUBLICANOS/BA)
• Eduardo Girão (NOVO/CE)
• Damares Alves (REPUBLICANOS/DF)
• Izalci Lucas (PL/DF)
• Magno Malta (PL/ES)
• Marcos do Val (AVANTE/ES)
• Wilder Morais (PL/GO)
• Vanderlan Cardoso (PSD/GO)
• Cleitinho (REPUBLICANOS/MG)
• Wellington Fagundes (PL/MT)
• Tereza Cristina (PP/MS)
• Zequinha Marinho (PODEMOS/PA)
• Efraim Filho (PL/PB)
• Sergio Moro (PL/PR)
• Ciro Nogueira (PP/PI)
• Flávio Bolsonaro (PL/RJ)
• Carlos Portinho (PL/RJ)
• Romário (PL/RJ)
• Rogério Marinho (PL/RN)
• Styvenson Valentim (PODEMOS/RN)
• Marcos Rogério (PL/RO)
• Jaime Bagattoli (PL/RO)
• Dr. Hiran (PP/RR)
• Roberta Acioly (REPUBLICANOS/RR)
• Hamilton Mourão (REPUBLICANOS/RS)
• Luis Carlos Heinze (PP/RS)
• Hermes Klann (PL/SC)
• Esperidião Amin (PP/SC)
• Laércio Oliveira (PP/SE)
• Marcos Pontes (PL/SP)
• Eduardo Gomes (PL/TO)
João Fonseca foi GIGANTE na partida de hoje. Foi uma vitória épica, de virada por 3x2, credenciando o nosso tenista à sonhar e buscar muitas outras conquistas, não apenas em Roland Garros, mas também em outros torneios internacionais.
Mais do que um tenista técnico e talentoso, ele teve garra vencendo o lendário Djokovic. Demonstrou o que é defender o Brasil, a nossa bandeira, nas quadras com brio e confiança.
Um respiro...
🇧🇷 🎾 💚💛
O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.
O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.
A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.
É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.
Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.
O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.
Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.
Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.
Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.
A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.
Governo do Brasil
Após o impacto das primeiras horas da notícia, uma análise mais ponderada, profissional na área de Relações Internacionais e Geopolítica e sem terrorismo psicológico:
"Eu não ficaria bem na sua estante..."