Quando se trata de crianças inocentes e vulneráveis, independente do gênero, raça e etnia, crença religiosa, nacionalidade e status social, todas elas, sem distinção, merecem ser amparadas, cuidadas e protegidas para quê sua integridade física e emocional e seus direitos sejam respeitados. A infância é um bem precioso.
Toda guerra é uma estupidez e um atentado à dignidade humana privilegiando o capital e a barbárie humana, principalmente quando o diálogo e as relações diplomáticas falham. Dito isso, o mundo não pode naturalizar e assistir como voyeur o assassinado de crianças em massa.
Quem não se compadece com a morte das crianças iranianas, assassinadas na escola através do atentado bélico de autoria estadunidense e israelense, está falhando em sua humanidade e civilidade. Estas 100 meninas tiveram suas vidas ceifadas covardemente.
Toda indignação é justa e sendo externadas de maneira legais e éticas são justificadas. Todavia, diante das retaliações e desejo de vingança por causa da morte das meninas iranianas, serão ingredientes utilizados para alimentar ainda mais a hostilidade e os conflitos bélicos no Oriente Médio, podendo se escalar numa Guerra Mundial.
Enfim, gostaria de registrar o meu repudio diante do acontecido e externar a minha solidariedade e respeito às famílias que perderam as suas crianças e enfrentam esse momento de luto, dor e consternação.
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