Do you love me?!!!
Do you need me?!!!
Do you want me?!!!
Do do do you
Do do do you
Do you love me?!!!
Os pensamentos, as impressões, as sensações, os desejos e devaneios que permeiam a minha essência e habitam o meu EU: Quando eternos e autênticos forem, até o dia que deixarem de ser, porque eu me permito à possibilidade de ser livre e flexível para mudar, descobrir, errar e surpreender-me!!! Um encontro comigo, contigo, conosco... e com a vida - tal e qual como ela é.
Do you love me?!!!
Do you need me?!!!
Do you want me?!!!
Do do do you
Do do do you
Do you love me?!!!
(...) Ain't it strange when you're feeling things you shouldn't feel
Oh, I wish this could be real
Ain't it funny how a moment could just change your life (oh-oh-ohhh)
And you don't wanna face what's wrong or right (no oh-ohhh)
Ain't it strange how fate can play a part
In the story of your heart...
Verão chegou. Alta Estação e Férias em Fortal City. O Tributo Musical desse mês (Julho) é completamente nostálgico, remetendo-me quando eu era assíduo nas baladas (De Quinta à Domingo e ainda queimava as Segundas-feiras) e me jogava com tudo nas pistas. Dj, toca Jlo aí.
O primeiro contato que eu tive com a Jennifer Lopez foi quando eu assisti o filme Selena (1997), baseado em fatos reais na biografia da cantora mexicana Selena Quintanilla, sendo assassina por um fanático, antes de cumprir o seu maior sonho em gravar o seu 1º disco em inglês por uma grande gravadora.
Depois disso, nós ficamos best friends nas pistas. Nos anos 2000, os hits da Jlo sempre dominavam as pistas e as cabines do Dj's. Logo é hora de matar à saudade. Owww época babilônica!!!
Após tudo dito, baixada a ansiedade, cuspido o fel da angustia e tirado o fardo dos meus ombros...
PEACE!!! A minha paz interior.
Quem nunca?!!!
Fazendo uma autoculpa, sim, eu também não sou infalível ao erro e aos boicotes que eu mesmo perpetrei à minha pessoa, resta-me dizer sem pré-âmbulos: "Dan, desculpas. Você me perdoa?!!!"
Dan, eu te desculpo. PERDOADO (mesmo com aquela pontinha de constrangimento por ter feito o que eu não deveria e todas as vezes que caí no ridículo)!!! AMÉM!!!
É acontece. Faz parte da vida.
Ohaaa e como anda mal frequentado e já houveram algumas situações em que me deu a vontade de gritar aos 4 cantos:
- "Parem o mundo que eu quero descer!!!"
Mas, porém, contudo, todavia, me lembrei de que EU SOU BRASILEIRO E EU NÃO DESISTO É NUNCA, apesar dos pesares e dos embustes que cruzam (e também deixamos cruzar) em nossas vidas.
Assim como os caminhos, as possibilidades também são infinitas até para a gente reverter tudo aquilo que não nos faz bem, seja afastando-o ou revertendo-o em nosso favor.
Reflita, respire fundo e vai...
O drama vivido pelos refugiados é uma situação que impacta todos nós, independente de quais continentes eles estejam imigrando e suas motivações sejam eles foragidos de guerra e de regimes ditatoriais e terroristas, vítimas e sobreviventes de desastres naturais, fugitivos das situações adversas e degradantes dos seus países de origem. O fato é que os refugiados deixam tudo para atrás, agruras, traumas, dignidade, conforto, bens materiais, vida profissional e, muitas vezes, até as suas famílias, para embarcarem numa "caravana da coragem" repleto de sonhos e expectativas rumo ao desconhecido.
E quando eles fazem as suas travessias e chegam no Brasil?!!! Também é algo que me aflige profundamente. Não por ser anti-refugiados, mas, pelo Brasil ser um destino de chegada e não ter uma estrutura física e institucional adequada para recepcioná-los, consequentemente instalá-los, e dar o suporte necessário para que eles possam ser abraçados e naturalizados em nosso país.
Quando eles não ficam amontoados nos halls dos aeroportos internacionais, eles ficam reunidos em campos de refugiados improvisados até o dia em que são direcionados aos comitês e entidades que atendem esses grupos. Essa precariedade me deixa profundamente envergonhado.
Inegavelmente, somos um país receptivo e solidário e jamais viraríamos as nossas costas para algum imigrante em situação de degradação, mas, se o Brasil quer recebê-los que, pelo menos, tenham uma infraestrutura adequada para recebê-los, adequá-los e inseri-los dignamente em nosso país. Tudo isso para quê, uma população já fragilizada, não se fragilize ainda mais ao chegar aqui e tenha as minhas condições para dar continuidade às suas vidas.
Que esse processo de "boas vindas" não seja feito de qualquer jeito e a ausência de estrutura possa agravar ainda mais a saúde mental, física e emocional dos refugiados. Que ao dá-los apoio e uma série de oportunidades para que eles possam recomeçar de novo em solo brasileiro não seja apenas uma promessa e uma ilusão.
Se é para se comprometer com esse compromisso humanitário que o Estado e a Sociedade Civil façam com consciência e da melhor forma possível. Afinal, são vidas que passam à ser nossa responsabilidade, até o momento em que esse grupo possa sair dessa situação degradante e esteja inserida de fato em nossa sociedade.
A forma como eles são tratados aqui do Brasil quando desembarcam ou cruzam às fronteiras é algo que realmente me preocupa e me deixa inquieto. Não faz o menor sentido, trazê-los para cá para que eles ingressem numa rede de indigência e precariedade, unindo-se aos brasileiros que já estão - e também não deveriam estar.
Na Década de 90, com o Boom das Igrejas Evangélicas e os seus pastores de reputação duvidosa (sem generalizações, claro), sobretudo aqueles que surgiram do dia para a noite, fazendo dos seus cultos um show sensacionalista e um verdadeiro "circo de horrores" (encenando as sessões de descarrego para entreter o público) via holofotes e se destacavam na TV e nas mídias da época como showmans e subcelebridades da fé, arrebanhando os fiéis das classes mais pobres (C e D), descontentes e não praticantes da Religião Católica e envoltos por sua própria ignorância, baixa escolaridade e pobreza - fruto das más condições sociais em que estavam expostos. As Igrejas Evangélicas encontraram um lacuna na Sociedade Brasileira para se estabelecer.
Desde então, a Igreja Evangélica e os seus Ministérios já pregavam uma narrativa extremista, excludente e baseada no discurso de ódio: Seja não respeitando os Símbolos Católicos (Seus Santos, sua Simbologia e seus Rituais Religiosos - Quem não se lembra dos pastores queimando as imagens católicas?!!!) e denegrindo e desprestigiando a reputação da Igreja Católica e/ou Satanizando as Religiões de Matriz Africana e Indígena (Candomblé, Umbanda,...). De lá pra cá, o número de evangélicos no Brasil cresceu consideravelmente, assim como as Igrejas Evangélicas e os seus Templos conquistaram autonomia na Indústria Religiosa, onde o seu público alvo, os seus fiéis, é alvo de manipulação e da propagação ideológica da Extrema Direita defendo as suas pautas tradicionalistas e reacionárias.
Cada um tem o direito de eleger a sua própria ideologia e viver de acordo com o que acredita, isso é indiscutível e democrático, todavia o que não pode ser feito e nem tolerado é ultrapassar todos os limites como o Pastor André Valadão vem pregando em seus cultos evangélicos, adotando uma narrativa homofóbica e criminosa, incitando os seus fiéis à cometeram violências e práticas hediondas (como assassinato) à Comunidade LGBTQIA+.
Até que ponto chegamos, graças à permissividade de todos nós, enquanto cidadãos brasileiros, pois, permitimos que as Igrejas Evangélicas tornassem palco para estimular à Intolerância Religiosa e também a Homofobia / GLBTfobia, além de formador ideológico dos valores de Extrema Direita e sua narrativa problemática e tóxica.
Como Católico que eu sou, eu nunca saí por aí atacando ou desmerecendo a fé dos evangélicos, nem tão pouco dos outros fiéis das demais religiões e muito menos ateus. Isso se chama RESPEITO e TOLERÂNCIA RELIGIOSA. Nem tão pouco também usei da minha crença religiosa para instigar violência ou preconceito ou exclusão dos homossexuais ou quaisquer tipos humanos e seus respectivos grupos sociais.
Como Cristão, o meu Deus, o que eu aprendi a amar e respeitar, é sinônimo de amor, respeito ao próximo (quanto ser humano), fraterno, acolhedor, inclusivo, generoso, bondoso, compreensivo e oferece segundas chances de arrependimento - Bem diferente do Deus pregado por esse pastor que não passa de um fanático religioso, sem nenhuma qualidade humana, ética e moral para ser "Ministro de Deus", baseado em suas palavras, práticas e convicções.
Vamos assistir esse espetáculo de intolerância religiosa apenas como meros espectadores quando as incitações, ameaças e tragédias começarem à se cumprir?!!! Pois, estimuladas e convocadas elas já são escancaradamente, sem cerimônia e sem consciência nenhuma.
Cadê o Ministro dos Direitos Humanos?!!! Cadê o Judiciário?!!! Cadê as Entidades em prol dos LGBTs?!!! Mais uma vez, tal prática vai ficar assim mesmo?!!! Vamos apenas assistir essa "persona non grata" agir deliberadamente sem nenhuma consequência legal?!!!
Hoje, ele pede a morte dos homossexuais/LGBTQIA+, amanhã será qualquer outro grupo social minoritário. E assim vamos celebrando a impunidade, o preconceito, a segregação social, a intolerância religiosa e o extremismo ideológico.
"Eu não ficaria bem na sua estante..."