(...) You just want attention, you don't want my heart
Maybe you just hate the thought of me with someone new
Yeah, you just want attention, I knew from the start
You're just making sure I'm never gettin' over you...
Os pensamentos, as impressões, as sensações, os desejos e devaneios que permeiam a minha essência e habitam o meu EU: Quando eternos e autênticos forem, até o dia que deixarem de ser, porque eu me permito à possibilidade de ser livre e flexível para mudar, descobrir, errar e surpreender-me!!! Um encontro comigo, contigo, conosco... e com a vida - tal e qual como ela é.
(...) You just want attention, you don't want my heart
Maybe you just hate the thought of me with someone new
Yeah, you just want attention, I knew from the start
You're just making sure I'm never gettin' over you...
Aaaah não, o Jô NÃO!!!
Para o nosso pesar, nessa madrugada faleceu o nosso multifacetado artista e mente brilhante Jô Soares. Sem dúvida nenhuma, vai deixar uma lacuna enorme para a Cultura e as Artes do nosso país. Jô sai de cena, deixando muitas saudades em nossos corações.
Descanse em paz!!!
Pensando bem, continuaremos caetaneando, afinal de contas uma obra musical tão rica e tão importante para a Música Popular Brasileira, não seria suficiente esgotá-la em apenas 1 mês de Tributo Musical, quiçá tantas outras edições mensais. Assim, seguiremos homenageando Caetano Veloso.
Vamos exaltar essa Poesia Antropológica, Indianista e Cultural Brasileira chamada "Um Índio", cuja mensagem é tão essencial e também necessária para valorizar o Índio Brasileiro, como também nos fazer lembrar dos nossos povos indígenas merecem respeito, defendo os seus direitos civis e sua dignidade, da preservação das suas terras, aldeias e cultura ancestral e da nossa Biodiversidade.
Um índio descerá de uma estrela colorida, brilhante
De uma estrela que virá numa velocidade estonteante
E pousará no coração do hemisfério sul
Na América, num claro instante
Depois de exterminada a última nação indígena
E o espírito dos pássaros das fontes de água límpida
Mais avançado que a mais avançada das mais avançadas das tecnologias
Virá
Impávido que nem Muhammad Ali
Virá que eu vi
Apaixonadamente como Peri
Virá que eu vi
Tranquilo e infalível como Bruce Lee
Virá que eu vi
O axé do afoxé Filhos de Gandhi
Virá
Um índio preservado em pleno corpo físico
Em todo sólido, todo gás e todo líquido
Em átomos, palavras, alma, cor
Em gesto, em cheiro, em sombra, em luz, em som magnífico
Num ponto equidistante entre o Atlântico e o Pacífico
Do objeto-sim resplandecente descerá o índio
E as coisas que eu sei que ele dirá, fará
Não sei dizer assim de um modo explícito
Virá
Impávido que nem Muhammad Ali
Virá que eu vi
Apaixonadamente como Peri
Virá que eu vi
Tranquilo e infalível como Bruce Lee
Virá que eu vi
O axé do afoxé Filhos de Gandhi
Virá
E aquilo que nesse momento se revelará aos povos
Surpreenderá a todos não por ser exótico
Mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto
Quando terá sido o óbvio
(...) Y ando despechá’ woah, alocá
Que Dios me libre de volver a tu lao’
Lo muevo de lao’ a lao’ y otro lao’
Hoy salgo con mi baby de la disco coroná’...
Esse filme se propõe à questionar se o amor nunca morre mesmo diante de uma tragédia fatal. Tanto na Literatura quanto nas Artes em geral, os grandes amores que se eternizam no imaginário popular e nas nossas lembranças são aqueles que foram interrompidos bruscamente pela morte e marcados por tragédias, por serem mais difíceis de serem aceitos. Ainda aqui estou não foge a regra.
A história de amor entre Tessa e Skylar, um típico Amor de Verão, tem todos aqueles ingredientes que nos faz shipar e desejar a ter uma relação nesses moldes, sem o seu desfecho dramático. Quem for assisti-lo é bom preparar um lenço, pois ele trata a questão do pós-morte com muita sensibilidade e emoção. É muito difícil não se emocionar com as experiências de Tessa.
Eu recomendo. Até porquê existem amores que continuam vivos e intactos mesmo após as rupturas, viajando no tempo e no espaço.
Final do dia, eu só queria relaxar e dormir o sono dos justos, assim, nada como apelar para o catálogo da Netflix. Entonces, eu acabei me deparando com o Combinação Perfeita. Trata-se de um romance bem light, focando que os melhores relacionamentos afetivos chegam em nossas vidas de uma forma despretensiosa, inusitada e sem arquitetar grandes estratégias de conquistas, assim como aconteceu entre o casal protagonista da história (Lola e Max).
Já assisti romances melhores?!!! Com toda certeza, mas, esse filme cumpre com o papel de entreter, embora o seu enredo não seja tão elaborado e nenhum pouco estressante.
Um Ato de Resistência e Fé
Quando oiei' a terra ardendo
Qual fogueira de São João
Eu preguntei' a Deus do céu, uai
Por que tamanha judiação?!!!
Eu preguntei' a Deus do céu, uai
Por que tamanha judiação?!!!
Que braseiro, que fornaia'
Nenhum pé de prantação'
Por farta' d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
Por farta' d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
Inté' mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
Entonce' eu disse: adeus, Rosinha
Guarda contigo meu coração
Entonce' eu disse: adeus, Rosinha
Guarda contigo meu coração
Hoje longe, muitas légua
Numa triste solidão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim vortar' pro meu sertão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim vortar' pro meu sertão
Quando o verde dos teus óio'
Se espaiar' na prantação'
Eu te asseguro, não chore, não, viu
Que eu vortarei', viu, meu coração
Eu te asseguro, não chore, não, viu
Que eu vortarei', viu, meu coração!!!
(...) Só passa fome
Quem não sabe trabalhar
Essa vida é muito boa
Pra quem sabe aproveitar
Pego na peneira
Me dano a saculejar
De um lado fica o xerém
Do outro sai o fubá
Saculeja, saculeja, saculeja
(Penerô xerém)
Saculeja, saculeja, saculeja, já
(Penerô xerém)
Ôi pisa o milho (penerô xerém)
Ôi pisa o milho (penerô xerém)
Eu num vou criar galinha
Pra dar pinto pra ninguém
Ôi pisa o milho (penerô xerém)
Ôi pisa o milho (penerô xerém)
Eu num vou criar galinha
Pra dar pinto pra ninguém...
Há 33 anos, um dos principais representantes da Cultura Nordestina nos deixou, todavia, apesar da lacuna deixada, o seu legado artístico permanece intacto, exaltando a nossa regionalidade e resistindo ao passar do tempo.
Falar de Luiz Gonzaga é essencialmente falar do Nordeste Brasileiro, exaltado em suas dores e alegrias, do nosso povo e dos nossos costumes, das coisas do Sertão, da Fé inabalável, orando por dias melhores, da resistência e luta para sobreviver às adversidades econômicas e naturais que nos afligem e por ausência de uma gestão política comprometida para os menos favorecidos, do nosso rico e colorido Folclore, da nossa molecagem, picardia e bom humor que nos é tão peculiar e do nosso Forró-Bodó, regado de muito arrastapé no salão e cheiro no cangote.
Solta à sanfona aí, Mestre:
(...) Release ya wiggle
Release ya anger, release ya mind
Release ya job, release the time
Release ya trade, release the stress
Release the love, forget the rest!!!
Nem tudo o que você deseja de mim está ao seu dispor. Mais do que nunca, hoje, independe do seu tempo, das suas urgências e ganas em me dispor. Esse privilégio virou poeira, a minha vida escorreu entre os seus dedos... Foi-se num tempestade de areia, virou história.
Logo, não espere de mim nada além de um corpo inerte, vazio e intangível à você e aos seus encantos sucumbidos:
(...) Sometimes I'm scared, I suppose if you ever let me go
I would fall apart, if you break my heart
So just take my body and don't stop the party
You can't have my heart and you won't use my mind, but
Do what you want with my body, do what you want with my body
You can't stop my voice 'cause you don't own my life, but
Do what you want with my body, do what you want with my body...
(Do What You Want by Lady Gaga)
"Eu não ficaria bem na sua estante..."