sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Walk On Water by Thirty Seconds To Mars ♫





(...) Look at the sky, see a dying star 
White lies, it's a man on fire 
Making love with the devil hurts 
Times are changing 
A thin line, the whole truth 
The far right, the left view 
Breaking all those promises made 
Times are changing...

A "Presença de Anitta" na corrida eleitoral





Embora a Anitta tivesse a intenção de se manter discreta e silenciosa para não impactar no processo eleitoral desse ano, querendo exercer o direito democrático e constitucional de manter seu voto em segredo e evitar polêmicas envolvendo o seu nome na campanha eleitoral, aconteceu o inverso: A sua postura política em não se posicionar contra a candidatura de Jair Bolsonaro nas redes sociais, não aderindo à #EleNao trouxe muita discussão e polêmica em torno da cantora, sendo duramente criticada pela Comunidade LGBT (ou parte dela) que é uma das comunidades que é entusiasta e apoiadora da sua carreira artística, pegando-a para Cristo por não gritar em alto e bom som a sua rejeição explícita à candidatura e postura homofóbica do principal algoz e inimigo político dos gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros (atual líder nas pesquisas de intenções de voto na corrida presidencial no 1º turno), colocando em risco os direitos dos homossexuais.  Nesse contexto, Anitta foi sugada para o olho do furacão, envolvendo-a nessa guerra eleitoral. Será que a principal cantora do Pop Nacional tem toda essa relevância política e o poder de influenciar o voto dos eleitores com a finalidade de apoiar à causa lgbt?!!! 

Tudo indica e me leva à crer que toda essa polêmica criada pelo "Silêncio de Anitta", onde os militantes e ativistas em prol da bandeira do arco-íris, associados aos haters da cantora e os oportunistas partidários, ávidos pelo posicionamento político dela, criaram uma rede de intrigas e uma arapuca eleitoral forjada para atacar e promover uma campanha de desprestígio contra a cantora, como também torná-la um cabo eleitoral, usando a sua influência midiática nas redes sociais e o seu discurso como arma para ganhar votos junto ao público, fans e seguidores.

Não satisfeitos com a sua omissão política, a Comunidade LGBT a pressionou em suas redes sociais, com a intenção eleitoreira de coagi-la e obrigá-la a definir explicitamente a sua postura política e partidária e defensora da sua causa, Ao dar um check-mate na cantora, automaticamente a deixou numa situação difícil, numa "sinuca de bico" onde, seja qual fosse a sua posição política, apoiando ou não aos lgbts, e/ou rejeitando ou não ao candidato Bolsonaro, estaria sob alvo de críticas, ataques e manifestações de intolerância e preconceito por parte do grupo político não apoiado, dos haters, dos militantes oportunistas e ignorantes que manipulariam o discuso da Anitta e a distorção da sua imagem pública de acordo com os seus interesses eleitorais.  O público que deveria acolhe-la e defendê-la, deu margem para que os eleitores e cabo eleitoral do Bolsonaro fossem em sua defesa, aproveitando-se da situação e da sua vulnerabilidade na mídia e nas redes. E viva a contradição eleitoral.

Pelo visto, quem caiu nesta arapuca eleitoral foram os "fans" gays da cantora que se deixaram contaminar pelo jogo político mal intencionado e mediados pelo oba-oba desse episódio e pela repercussão negativa gerada nas redes sociais se deixando manipular, acreditando nessa campanha de desprestígio contra a Anitta, duvidando do seu apoio à causa lgbt e aderindo aos boicotes contra ela. Será que eram realmente fans da cantora ou apenas meros seguidores de modismos e personalidades na mídia que se intitulavam como supostos fans?!!! Creio que não eram, porquê o discuso de ódio usado conta ela, é típico de quem não gosta da cantora e desconhecem a sua história de vida, proposta artística e trajetória de carreira, e, se eram, que admiração frágil nutriam por ela. Assim como a justificativa de "decepção" com a cantora por parte de alguns é desproporcional ao seu direito e liberdade em querer manter preservado o seu voto e a sua inclinação política e partidária.  Quando você se propõe em defender uma causa por convicção, seja qual for, a sua defesa deve ser expressa em ações espontâneas e conscientes, sem ter a obrigação de seguir o modismo ou por coação e indução.

Eu me pergunto qual é o tipo de "fan" que induz o seu ídolo ao erro, colocando-o na berlinda e em situações polêmicas desnecessárias, constrangedoras e depreciativas, ridicularizando de propósito e servindo a sua cabeça numa bandeja de prata para ser alvo de deboche, ironia, ameaças e execração da opinião pública, como também, tornando vulnerável às críticas, calúnias, maledicências e fake news por parte daqueles que não o toleram, seja em forma de haters, amparados por seus próprios recalques, discursos de ódio e argumentos frágeis, e teia de intrigas criadas por alguns meios de comunicação sensacionalistas, que nem sempre prezam pela veracidade dos fatos e dão aquele toque de discórdia, intriga e veneno para satisfazer o instinto sanguinário do público que adora um barraco, e profissionais com ética duvidosa, jogando a celebridade /artista na cova dos leões com a intenção deliberada de arranhar e sujar a sua imagem e reputação junto aos olhos e a opinião do público, dos seus fans e seguidores,     

Fan que é fan, que verdadeiramente cria um elo de admiração e afeto, jamais se prezaria à participar da caça às bruxas que Anitta enfrentou nesta semana, principalmente como ela vem construindo à sua relação com o público gay, incluindo-os e apoiando desde o início da sua carreira, como também, não é preciso dar munição aos "inimigos" que nunca se cansam de atacá-la através de polêmicas e fake news criadas com o seu nome, de ações preconceituosas e intolerância, tentando minar e destruir constantemente o seu talento, sua autoconfiança e sua carreira artística.      

Vale salientar que todas as reivindicações políticas defendidas pela Comunidade LGBT são válidas e pertinentes a sua inclusão e visibilidade como cidadão brasileiro, uma vez que todo e qualquer individuo sem distinção merece ser tratado com respeito e civilidade e ter os seus direitos e cidadania assegurados. Deveria ser uma prerrogativa básica que nem deveria ser cogitada ou alvo de discussão, por se tratar de um direito inalienável. Nesses termos, quando é que a Comunidade LGBT irá assumir as suas próprias rédias como protagonista e defensor dos seus direitos no cenário político e diante das urnas?!!! Porquê não se torna uma comunidade politicamente ativa, coesa e organizada, lançando os seus próprios candidatos, pois eles são os mais apropriados para dar voz a sua voz e dar representatividade as suas causas e lutas por sentir na pele a violência da homofobia, preconceito e exclusão social, advogando em causa própria e não permitindo que as suas necessidades, urgências e aspirações continuem servindo de plataforma de governo e meras promessas eleitorais para favorecer as ambições políticas de outros partidos e políticos oportunistas que nada ter a ver com os seus próprios interesses. 

É comodo como também arriscado ficar esperando que os outros grupos e movimentos sociais se compadeçam dos seus dramas ao invés de sair do armário, dar a cara para bater diante do julgamento e hipocrisia da sociedade e arregaçar as mangas para lutar por suas bandeiras e transformar o seu contexto e papel social. Porém, receber apoio dos demais ajuda e sensibiliza as suas causas, mas não hasteia a bandeira. Os LGBTs precisam compreender que precisam criar um sistema político para que eles possam se autorepresentar nas urnas e nos cargos políticos, porquê ainda há poucos homossexuais, assumidos ou não socialmente, que estejam dispostos à enfrentar com coragem, preparo, ousadia e disponibilidade a vida pública e a carreira política. 

Embora eu seja sensível a essa temática, eu não posso compactuar com a injustiça e canalhada cometida contra à Anitta, pois discordo do método coercitivo utilizado nas redes sociais para arrancar uma confissão por sua parte, coagindo-a e ultrajando-a nas redes sociais a partir de ofensas e ameaças covardes, levianas e desnecessárias e criar ações de boicote contra ela e sua carreira, querendo jogá-la contra a opinião pública e aos olhos dos eleitores, seus fans e seguidores.     

Apesar da Anitta ter muitos fans homossexuais, isso não os dá direito de exigir exclusividade à sua voz, até porquê ela não direciona a sua arte somente em prol de um único nicho, de uma única causa. Ela é sensível e está antena à outras causas inclusivas e sociais e comunidades igualmente importantes, justamente para tentar abraçar o seu público eclético e plural. Por isso mesmo, apoiar a causa lgbt não faz dela e nem a obriga assumir uma postura militante, até porquê existem outros artistas gays que podem e devem cumprir esse papel, se quiserem espontaneamente encabeçar essa responsabilidade de porta-voz e influenciador eleitoral. Não é porquê a cantora escolheu adotar uma postura mais discreta nessa eleição que ela esteja virando as costas ao seus fans gays e as causas lgbt, como também não apaga tantas vezes que ela acolheu a comunidade lgbt e seus representantes em seus trabalhos, promovendo o discurso de inclusão e acolhimento ao público gay, dando espaço e abertura ao debate contra o preconceito, homofobia e aceitação e à visibilidade desse grupo social. Quem sugeriu que ela não abraça a bandeira lgbt, mentiu.

Diante desse caos gerado em torno do seu nome e do não posicionamento político em favor aos gays, já não seria de domínio público através das suas músicas, videoclipes, atitudes e entrevistas o discurso feminista, inclusivo e de respeito às diferenças e minorias sociais?!!! Logo sendo obvio e por exclusão que ela não é e nem seria à favor aos machistas, homofóbicos e racistas, excluindo automaticamente seu apoio ao Bolsonaro. Para mim nunca foi uma dúvida da sua rejeição com relação à ele, assim como, eu creio que os verdadeiros fans da Anitta, aqueles que gostam do seu trabalho e acompanham a sua carreira, independente da sua identidade sexual, jamais duvidariam do seu apoio aos gays. Oops, desculpa, me esqueci que a perspicácia, o senso crítico e a capacidade de interpretação não é o forte do povo e eleitorado brasileiro, graças a fragilidade da sua educação e formação cognitiva. É nesses momentos eleitorais que manter o público ignorante e no cabresto faz toda diferença para manipular mentes e votos para favorecer uma minoria rica e culta e mante os velhos caciques no poder.     

Numa sociedade polarizada como a brasileira, sobretudo no cenário político onde se refletem os discursos inflamados e os conflitos extremistas partidários entre os direita vs esquerda, os tradicionais vs progressistas, além da intolerância às diferenças, não precisaria ser vidente para prever que, fosse qual fosse o posicionamento da Anitta, ela ficaria no meio de um fogo cruzado, tentando ser usada através da manipulação do seu discurso ou da ausência dele para conquistar votos, como cabo eleitoral. Enfim, os estrategistas políticos quiseram se aproveitar da sua força como influenciadora digital e carisma como artista com esse fim eleitoral oportunista e  desesperado entre partidos rivais.    

Apesar dos pesares, de todo o alvoroço na internet, eu considero que a tentativa da Anitta em ficar quieta no seu lugar, querendo ficar alheia as polêmicas eleitorais, foi uma atitude sensata da sua parte, porquê, caso ela assumisse uma postura de militante e cabo eleitoral a colocaria numa situação mais favorável para ser manipulada e responsabilizada por qualquer resultado nas eleições de 2018 e suas práticas de ativista política, tendo que futuramente arcar com o fardo e as consequências de ter usado a sua voz e imagem para induzir votos e promover o voto de cabresto.

Sem dúvida nenhuma, uma vez contrariados ao "Silêncio de Anitta" e a sua ausência no processo eleitoral, o Movimento LGBT quis queimar a cantora deliberadamente, jogando-a no meio do jogo sórdido chamado política e em vias de campanha eleitoral desleal e insana onde vale tudo para se (re)eleger.  Ela se manteve firme no seu legítimo propósito de manter o seu voto em segredo e não participar do processo eleitoral e nem na campanha em prol de nenhum candidato, porém isso tem um preço à ser pago. 

Todavia, não é novidade para ninguém, que a carreira da cantora sempre foi alvo de preconceitos e repleta de obstáculos à serem superados e, dessa vez, também não será diferente. Infelizmente, o brasileiro tem o péssimo hábito de não cuidar do que é seu e/ou valorizar os seus artistas e ídolos como se devem, sobretudo se eles forem personagens controversos e de uma origem mais humilde. Se não gosta desse ou aquele, não basta apenas ignorar o seu sucesso, é preciso destruí-lo. Ter "fans" com essa natureza e temperamento (ingratos, intolerantes, traiçoeiros, volúveis, oportunistas, acéfalos, sem bom senso e incompreensíveis) é melhor nem tê-los como fans, é um livramento. Além do que o acesso alheio incomoda aos invejosos, recalcados, medíocres, infelizes e sem talento.   

Apesar desse rebu, mesmo mediante desse caos político e mal e desconfortável momento virtual enfrentado pela Anitta, faltou discernimento e empatia por parte de alguns internautas e seguidores, julgando-a duramente. Também creio que muitos dos seus fans, gays ou não, não viraram as costas para ela e não estão de acordo com essa campanha de desprestígio que arquitetaram contra ela. Eu também estou seguro de que ela superará esse obstáculo e dará continuidade a sua exitosa carreira, com ou sem apoio ao público lgbt que ainda padecem politicamente por não ter um movimento social altamente eficiente e representativo para lograr os seus anseios e necessidades e ainda possuem uma postura política e militante frágil e extremamente tímida, quase inexistente, e desorganizada, onde a sua força está pulverizada em diferentes partidos onde defendem outras prioridades.         

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

As duas filhas da esperança: Indignação e Coragem!!!




A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las. 

(Santo Agostinho)

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

E por falar em Ampliação da Campanha de Vacinação à Pólio e Sarampo até o dia 30/09 (III)




Quando se trata das campanhas de vacinação infantil, o Brasil sempre foi muito cuidadoso na hora de vacinar as nossas crianças, principalmente em BCG (turberculose), Tríplice (sarampo, rubéola e caxumba), Poliomelite e outras, além de atingir as suas metas. Infelizmente, entre os últimos escândalos das vacinas vencidas e desinformação das datas de vacinação pelos pais e responsáveis, as crianças estão deixando de serem vacinadas e as metas de vacinação deixando de serem batidas.  Um absurdo, não é?!!!  

Se não fosse o bastante, os pais da última geração, nascidos no final da década de 9o e no início dos anos 2000, por encontrarem um cenário de vacinação estável e muitas doenças erradicadas, se despreocuparam em vacinar as suas crianças por acharem que não havia mais riscos para a saúde dos seus pequeninos. Sur-re-al!!! Essa falta de informação e tal comportamento irresponsável estão impactando no alcance das metas de vacinação, não atingindo à projeção de 95% das crianças vacinadas. 

Preocupados com esse panorama à Organização Mundial de Saúde vai estender a vacinação de Pólio e Sarampo até o dia 30/09, sobretudo para os estados brasileiros que não bateram à meta nacional. Mais do que bater à meta de vacinação é importante manter a criançada protegida e com a saúde em dia. Vacina aí, Brasil!!!         

E por falar em "Acolhimento" aos Imigrantes Venezuelanos no Brasil (II)





Quando pensamos sobre a situação política, econômica e social da Venezuela, é impossível não sentir empatia por eles, até por sermos "hermanos" de continente e termos uma relação amistosa entre nós. Também não seria diferente por causa da nossa formação étnica e multicultural, onde os imigrantes são parte importante para definirmos como somos e como nos relacionamos com eles. Naturalmente, temos essa postura de acolhimento ao estrangeiro que chega ao Brasil, seja como turista ou refugiado, onde não precisamos de nenhuma intervenção de alguma Instituição e/ou ONG internacional para nos convence em sermos solidários. Espontaneamente estendemos à mão.    

Porém, infelizmente, apesar de toda solidariedade e vontade que temos de ajudar e apoiar os nossos "hermanos" venezuelanos, economicamente, o Brasil não se encontra num melhor momento para acolhe-los e dar condições e oportunidades para integrá-los. Se o Brasil não consegue abraçar nem os seus filhos, quem dirá aos nossos convidados. Quanto à isso, estamos vivendo uma crise delicada e lamentável, onde estão acontecendo conflitos entre nós e eles, podendo também gerar uma crise diplomática entre Brasil e Venezuela.     

Além da falta de estrutura das cidades fronteiriças não terem uma ampla estrutura para recebê-los e integrá-los socialmente, a falta de fiscalização e controle do número de venezuelanos ingressos no país, cria um excedente de pessoas nesses municípios que precisam sobreviver e acabam se sujeitando às condições precárias, sendo a porta de entrada deles na informalidade, indigência e na marginalidade. Se não bastasse isso, algumas doenças que já estavam erradicadas no Norte, surgiram novamente aqui oriundas dos imigrantes, trazendo mais impactos a nossa realidade social já tão impactada.

Diante tanto impacto junto, há também uma série de frustrações expressa em conflitos, violência, aumento de crimes e homicídios envolvendo venezuelanos e preconceito contra eles - caos. O fato é que o Brasil não tem condições de dar melhores condições de vida aos venezuelanos e suas famílias que buscam recomeçar aqui. Se por um lado não podemos fechar as nossas fronteiras por uma questão humanitária, por outra, seria justo jogá-los num buraco brasileiro chamado DESIGUALDADE SOCIAL e abandoná-los à toda sorte aqui?!!! 

Sinto pesar nessa situação deles aqui, porquê, como latinos e sulamericanos, a solidariedade é lei, principalmente para enfrentar os momentos mais difíceis. Eu não queria ser pessimista, mas, diante da nossa crise, não somos o melhor país para acolhê-los e promover melhor qualidade de vida e cidadania. Só podemos oferecê-los pobreza, dificuldade e quiça, quem sabe, a promessa de melhores dias - não muito diferente o que já é prometido ao povo brasileiro. O "Pesadelo brasileiro" é o que lhes esperam. Sorte, luz e prosperidade à todos, sejam bazucas e/ou venezuelanos.         

Eu sinto uma grande vergonha por toda essa situação de crise econômica e humanitária, tanto por eles como por nós também.         

E por falar em Greve dos Caminhoneiros (I)





Partindo do princípio de que fazer greve é uma conquista trabalhista, toda e qualquer categoria profissional tem o direito de recorrê-la, desde que esse estejam reivindicando legitimamente por seus direitos e melhores condições de trabalho sem instaurar o caos. Até aí, tudo bem, apoiamos essa causa considerando que os caminhoneiros estavam amparados pelo legítimo direito de expressão como cidadãos brasileiros como também podiam exercer essa conquista trabalhista.    

Na minha concepção, a greve dos caminhoneiros começou a perder o controle da situação e afetar negativamente ao país e à todos nós, quando o seu ato trabalhista passou a ser apropriado e usado indevidamente em favor dos movimentos partidários oportunistas, dando voz à outros discursos e intenções que fugiam do foco principal: Atender as exigências trabalhistas da categoria.

Diante de um Governo Federal, frágil, incompetente e também oportunista, o país PAROU, literalmente. Se não bastasse ao caos que afetou o nosso cotidiano, transtornando-os, a crise afetou diferentes setores e segmentos da economia nacional, gerando a crise de abastecimento não apenas nos postos de gasolina (combustível), mas também no comércio (produtos variados e artigos de primeira necessidade) e em nossas casas (doméstico). Sucumbimos e a nossa fragilidade econômica e social ficou ainda mais em evidência, gerando impactos no comércio, na saúde, no trabalho, na cidadania e colapso na economia e no mercado financeiro: 
  • Aumento automático dos preços dos produtos e artigos de primeira necessidade que ficaram escassos no comércio por causa do desabastecimento, consequentemente gerando aumento da inflação e desvalorização do R$ com relação ao U$; 
  • Especulação no mercado financeiro e desconfiança dos investidores internacionais;
  • Desaceleração e queda do crescimento da nossa economia e do PIB;
  • Bagunça das finanças públicas, comprometendo o orçamento das contas públicas;
  • Oneração e prejuízos para os empresários da Agro-indústria, montadoras e fábricas que para conter e se recuperar dos seus prejuízos, provavelmente, terão que fazer corte de salários e pessoal, aumentar a sua produtividade para cumprir os seus compromissos junto ao mercado e tentar salvar os seus contratos e repassar as suas perdas para o valor dos preços dos seus produtos afetando o bolso do consumidor;
  • Enfim, gerando caos econômico. 

Nessa tentativa de dialogar com o Governo e exigir uma série de reivindicações pertinentes à categoria, após alguns meses após à Greve Geral, aparentemente mais tranquilos, aqui e acolá ainda há levantes ou fake news de paralisações. Porém, será que o que foi acordado entre o Governo e os Sindicatos dos Caminhoneiros está sendo cumprido e satisfatório ou ainda continuamos reféns desse diálogo e corremos riscos de ficarmos parados novamente?!!! 

Nesse episódio ficou claro e perceptivo como a gestão do Governo Temer é frágil e incompetente e que a nossa quebra econômica é apenas uma questão de tempo. Ainda bem que logo e em breve, vamos as urnas para nos livrarmos desse senhor e tentar transformar a nossa preocupante e caótica situação.       
              

Post-série "E por falar em"



Por estar "offline" quando alguns assuntos importantes estavam na pauta do dia e a minha ausência me impossibilitou de postar sobre eles, dando a minha opinião e interagir com vocês. Devido a importância desses eventos no cenário político e social e ainda continuarem repercutindo, eu senti a necessidade de me posicionar sobre, mesmo que de forma sucinta. Nesses termos, foi criado a post-série "E por falar em".

Há três assuntos que eu acredito ainda serem importantes na pauta de discussão e não caírem no esquecimento tais como: Os impactos da Greve dos Caminhoneiros, o Acolhimento dos Imigrantes Venezuelanos e a Ampliação da Campanha de Vacinação. Ambos os temas ainda estão impactando diretamente as nossas vidas.           

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Versace On The Floor by Bruno Mars ♫




(...) There's no place I'd rather be in this world 
Your eyes are where I'm lost in...

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

En mí - J Balvin ♫





(...) Que cuando quieras hacerlo, pienses en mí 
Que cuando te hable tu cuerpo, pienses en mí 
Que yo estaré aquí, esperando por ti 
Andaba en busca de algo como tú por ahí 

 Por si vas a besar a alguien, bésame a mí 
Y si vas a sentir algo, que sea por mí 
No, nunca dudes en venir 
Recuérdame si olvidas pensar en mí...

"As lágrimas não reparam os erros!!!"

♫ Pitty - Na sua estante

"Eu não ficaria bem na sua estante..."