terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Sem munição



Ultimamente, eu me sinto tão fadigado... Até mesmo para dar o último disparo!!!

A diferença




"A alma dos diferentes é feita de uma luz além. A estrela dos diferentes tem moradas deslumbrantes que eles guardam para os poucos capazes de os sentir e entender. Nessas moradas estão os maiores tesouros da ternura humana. De que só os diferentes são capazes. Jamais mexam com o sentimento de um diferente. Ele é sensível demais para ser conquistado sem que haja conseqüência com o ato de o conquistar."


(Artur da Távola)



Enfim, sem mais delongas e sem acrescentar mais uma virgula sequer, você escolhe se você quer ser mais 1 na mult1dão ou fazer a diferença. Seguir a massa é muito fácil, eu quero é ver você se opor à ela e, mesmo assim, se fazer notar, sobretudo por suas ideias e ações.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

I Think vs Don't Think




Meu Deus, a gente se mete em cada uma. Muitas vezes, provocando a nossa própria ruina. Affew!!! Em algumas passagens, eu só podia estar completamente privado das minhas competências mentais ou completamente tomado por alguma privação de sentido - Hã?!!! [:O] Só pode!!!

- "Senhor, perdoe-me, realmente, eu não sabia o que eu estava fazendo!!! Até sabia, mas, sem tanta clareza assim!!!"

Reflexão da Semana



Nenhuma expectativa será retribuida à altura. NENHUMA!!! Portanto, é melhor não alimentá-las!!!



- "Nada como se deixar surpreender, né?!!! Na ausência de surpresas, pelo menos, você não se frustrou!!!"

sábado, 4 de dezembro de 2010

Um sonho possível, O filme



Mais um final de semana, mais uma boa dica de filme: Um sonho possível!!! Trata-se de um drama leve (no tocante às lágrimas, mas rico em reflexões e críticas sociais sutis), abordando a história de um jovem negro norte-americano, em situação de risco, adotado por uma família branca e que enfrentará muitos preconceitos para alcançar os seus objetivos.

Com certeza, Sandra Bullock merecia o oscar de melhor atriz, ao interpretar Leigh Anne, vivendo o seu explendor físico e cênico, atuando completamente diferente das comédias românticas e filmes de ação que já protagonizou - claro, sem perder a sua capacidade de emocionar e sua veia cômica, suas marcas registradas.

E a mensagem final seria: Com igualdade de oportunidades e perseverança, qualquer um sonho é possível - Só depende de você, pelo menos, se dar o trabalho de tentar (mesmo que seja árduo e duro) e acreditar em si mesmo e as suas potencialidades (sempre). O restante... o universo vai conspirando ao seu favor.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Practice Safe Sex - Faça Sexo Seguro!!!



Embora, hoje seja o dia oficial de combate à AIDS, não custa nada lembrar:

- "Façam sexo seguro, usem camisinha!!!"


Além de previnir contra doenças venérias e sexualmente transmissíveis, também evita a gravidez indesejada!!!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

O Pandemônio Carioca



Nessa semana que passou, a mídia não noticiou outro fato se não o pandemônio carioca. Sim, naturalmente, algo mais do que justo, já que uma notícia desse porte e gravidade não pode ser ignorada, apesar de toda a repecursão negativa que representa ao estado e ao cartão postal do Brasil e o sensasionalismo barato com que a notícia é tratada. Afinal, o narcotráfico carioca não é um fenômeno criminoso e violento recente - Esse "câncer" público e social não se instalou do dia para noite, são décadas e mais décadas em que o Rio de Janeiro, em especial, às comunidades carentes do morro e das favelas, vem enfrentando essa guerra diária não-silenciosa - Mesmo diante da negligência de algumas autoridades políticas, civis e militares.

- "Todavia, não é um problema de fácil solução, pois envolve todo um contexto de infra-estrutura social (o martírio brasileiro). E assim, a cada levante nos morros cariocas, é preciso que o exército brasileiro entre em cena e a mídia à postos, já que a Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, todas as autoridades políticas administrativas envolvidas (Governo e Prefeitura) e o aparato policial não conseguem conter e erradicar essa droga toda."










Não quero aqui apontar o dedo para os cariocas e os seus representantes, até mesmo porquê, isso nada adiantaria. O Narcotráfico não é um assunto exclusivo do Rio de Janeiro, mas, já é um retrato nacional, onde os grandes centros urbanos brasileiros enfrentam essa problemática de frente, no seu dia-a-dia nas esquinas, nas favelas, nas periferias, nas "baladas & nights" mais descoladas, nas escolas, dentro de casa,..., enfim, essa doença social já se alastrou.

- "Jogar a pedra no telhado do vizinho é muito fácil. Eu quero é ver quando a jogarem no seu!!!"



Mas, no meio de toda essa guerra bélica entre militares/policiais versus os traficantes/bandidos, quem mais sofre são os civis que têm o seu dia-a-dia transformado, tomado pelo terror que o narcotráfico produz, seja sendo alvo de humilhações (sendo até confundido como marginal), chacinas (o desfecho final e letal da sua integridade física violada e vida banalizada) e balas perdidas (uma realidade não apenas carioca) ou deteriorando a sua saúde (indivíduo e família) e dignidade através da droga. Quantos trabalhadores e famílias sofrem e ainda sofrerão com essa situação?!!!

Não basta apenas rezar ou apelar para força de São Jorge ou ver a notícia pelos canais de tv e websites (debriçados em suas janelas como mero espectador voyeur como se o espetáculo de horrores não fosse com você e nem lhe atingisse diretamente), mas, atitudes firmes e eficientes precisam ser tomadas com urgência, de todas as frentes e competências, porquê a cada dia que passa esse câncer vem carcomendo as entranhas do Rio e do Brasil.

- "Os levantes no Rio por mais chocantes que sejam, já são mais do que esperados. Não trajédias anunciadas. O que não pode é querer reprimir o narcotráfico entre levantes e levantes e depois esquecer da sua funesta existência."

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Killers or "Par Perfeito"


Mais um final de semana batendo às nossas portas e... Aproveitando a deixa, vou dando a minha sugestão de filme: Par perfeito; com Katherine Heigi e Ashton Kutcher. Apesar de ser uma comédia romântica pouco açucarada (eu até prefiro assim!!!), é um filme leve e ótimo para entreter. Também há cenas de ação e o desfecho do filme bem sacado - só assistindo para descobrir!!! ;)

Então, bom fds à todos!!!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Casa ou não casa?!!! Casou!!! :(



Quem diria que o remaker de "Ti ti ti" voltaria com força total para a telinha, levantando à audiência e os seus índices (IBOPE) para o horário. Porém, é muito mais do que um remaker, pois, fazer uma copilação das principais obras de Cassiano Gabos Mendes é uma ousadia que está funcionando muito bem, com uma roupagem mais atual. Pra mim, em se tratando de novelas, TI TI TI é a melhor novela da Globo atualmente, muito embora, a primeira versão, ainda continue sendo incomparável. Luis Gustavo como Ariclenes e Victor Valentim é definitivo.

Mas, tirando toda a futilidade e a viadagem do folhetim, o par romântico entre a Marcela e o Edgar, personagens interpretados por Isis Valverde e Caio Castro, está roubando a cena. E para quem acompanha o folhetim, o drama de Marcela está na boca do povo e nas rodinhas de comentários: "Afinal, ela casa ou não casa com o Renato?!!!"

Então, casou. De fato, em 1 ano, muita coisa pode mudar, inclusive os sentimentos. Seja na vida real ou na ficção, é muito perigoso remexer em velhas feridas, principalmente em histórias de amor mal resolvidas como no caso de Marcela e Renato. Será que ela deveria casar?!!! Ainda por detrás dessa questão afetiva, existe a chantagem.

Se formos considerar a questão da chantagem, forçando-a à casar, não podemos esquecer, que como mãe, ela está pretegendo a sua cria. Acredito que toda mãe faria o mesmo, casaria para proteger e estar perto do seu bebê. Nada mais forte do que o instinto maternal. Até aí, justificável, mas, não compreensível, já que ela tinha o apoio incondicional do seu par romântico e da família dele, que no decorrer da trama a recebera como se fosse dela.

Em se tratando de chantagem, quem cede uma vez, cede todas, pois, é uma bola de neve que jamais o para de crescer. Mas, uma vez cedida, por medo e evitar maiores conflitos, é preciso encará-la. Uma coisa é passar 1 ano ao lado de quem você quer estar, outra bem diferente, com o seu algoz, mesmo com todo o conforto á disposição - o que em parte, já ameniza o suplício, mas, ..., é insuportável você forçar a sua presença e ter que conviver assim.

Já que ela escolheu casar, ela vai ter que aguentar as consequências da sua escolha. Será que ela vai conseguir disvencilhar desse casamento daqui a 1 ano, só conferindo. E o Edgar, espera ou não espera?!!!

Apenas se apegar a justificativa de que: "QUEM AMA, ESPERA"; será?!!! No mundo das idéias, é uma coisa. Na prática, é outra. A vida tem a sua dinâmica e o seu curso próprio e ninguém sabe as oportunidades que irão surgir durante 1 ano e, não podemos esquecer de que: "Qual é o homem magoado que espera?!!! Ainda mais sentindo-se trocado?!!!"

- "Hummm, sei não!!! Em situações assim o orgulho sempre fala mais alto."


Além do que, os sentimentos mudam. Mas, nas minhas leituras na madrugada à dentro, eu li o seguinte: "O sentimento quando verdadeiro resiste a distância". Concordo, mas, a questão fundamental é: "Quanto tempo de distância e ausência?!!!"

Enfim, se você estivesse no lugar da Marcela, você casaria?!!! Não casaria?!!! Não aceitaria a chantagem ou aceitaria?!!! Hipoteticamente é muito fácil responder, mas, vivenciando na pele, a intencidade e a responsabilidade da escolha é outra. Mas, também sei que cada um responderia conforme o seu temperamento.

- "Se fosse eu, como eu não me deito e sou atrevido por demais, não me casaria e nem cederia a chantagem. Mas, em todo caso, eu não condeno a atitude da personagem e até compreendo, apesar de fazer diferente".



De toda forma, essa trama ainda vai dar muito o que falar e o casal ainda irá arrancar muitos suspiros por aí. Só conferindo para ver como isso tudo irá acabar - Como brasileiro não gosta de finais tristes em novelas, com certeza, eles terminarão juntos!!! rs...

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Reforma Penal: Redução da Menor Idade Penal




Eu sou a favor da redução da menor idade penal, de 18 anos para 16, DESDE QUE: Mude-se a estrutura carcerária no país, dando realmente condições concretas ao encarcerado se regenerar e se resocializar (A aplicação das penas alternativas associada à oportunidade de emprego e ao acesso à educação é um caminho possível desde que ocorra a adesão da sociedade e vontade político-administrativa), e haja um programa socioeducacional eficiente para evitar que os menores infratores não permaneçam na marginalidade e atuando no mundo do crime. O fato é que nenhuma reforma penal será completamente funcional e eficiente se não houver uma reforma social, mas, como isso não acontece do dia para a noite e é uma transformação e investimento à longo prazo, criar mais leis penais desconectadas de uma reforma estrutural, não resolverá a problemática da violência urbana e da criminalidade.

- "Até quando o Brasil viverá eternamente oscilante e à mercê de ações paleativas ?!!!"


O fenômeno da violência urbana e da criminalidade já se beneficia com a adesão do menor na prática criminal, justamente, porquê o menor infrator não é punido como se deve, sempre estando beneficiado pela impunidade. Corrompe-se esses menores, cada vez mais cedo e com menos idade, onde quem ganha com essa adesão é o crime organizado que os usam como "testa de ferro". Adolescentes entre 12 e 17 anos estão na mira da bandidagem justamente porquê a impunidade os protegem e não acontece nenhuma mudança significativa em suas vidas para que eles tenham a opção de escolha e não ingressem no mundo do crime como única opção de sobrevivência.

Justificar a não punição do menor pela sua pouca idade, temendo a redução da menor idade penal, é sobretudo subestimar a capacidade cognitiva e psicoemocional desses adolescentes para a compreensão do que pode e não pode ser feito, do certo e do errado, pois, quando eles pegam um arma e atiram contra um inocente e inseguro civil ou qualquer outra atrocidade cometida, eles sabem muito bem o que estão fazendo. E se não sabem, é preciso que eles tenham consciência e saibam arcar com as consequências dos seus atos.

- "Não se forma à consciência de um cidadão e em um homem e de uma mulher de bem (civilizados, conscientes, solidários e justos), apenas com bons exemplos, flores e afagos. Existem momentos em que uma ação mais imperativa e forte se fazem necessárias. Não me refiro ao culto dos castigos e mutilações físicas, mas os impactos morais que geram transformações significativas. Dizer NÃO, contrariar caprichos e manhas e dar bons exemplos fazem toda a diferença na educação de crianças e adolescentes em formação."


Falta de limites, omissões, ausência de uma postura mais firme e bons exemplos por parte da família, da escola e das autoridades acabam construindo esse exército de marginalizados e sem educação. Punir e castigar também é uma forma de educar e construir uma consciência. Excesso de permissividade alimenta o quadro caótico que está aí e atinge a todos nós, seja de qual camada social você pertença.

Portanto, para darmos esse passo em direção a redução da menor idade penal, torna-se necessário muitos detabes para aflorar a consciência e a participação de cada um de nós, inclusive para romper paradigmas e estigmas que sobrecaem sob esse assunto que está na última pauta das discussões. Não tem como não discutí-lo.

- "Algo de muito consistente precisa ser feito para impedir que as nossas crianças e adolescentes das classes mais pobres e marginalizadas ingressem cada mais vez mais cedo e com menos idade no universo do crime, atirando-se do precipício da mortalidade criminal precoce e tornando-se um risco para a sociedade e as nossas vidas. E aos que já ingressaram, uma ajuda e um amparo para resgatá-los da obscuridade que os envolvem e os dão sentido."


Agora, algumas questões pra mim são muito pontuais e pertinentes:

1. A filosofia que impera em reformatórios para menores, tipo FEBEM, é um modelo mais do que falido, precisando de uma reformulação em toda a sua estrutura física e funcional com máxima urgência;

2. Aproximar e encarcerar os menores infratores juntamente com os criminosos de alta periculosidade e irrecuperáveis, está fora de cogitação. Tal convívio seria literalmente uma Universidade do Crime;

3. Não para rotular estes menores e já condená-los como irrecuperáveis sem dar-lhes condições e oportunidades para que haja uma recuperação.

"As lágrimas não reparam os erros!!!"

♫ Pitty - Na sua estante

"Eu não ficaria bem na sua estante..."