No Universo da Seleção Brasileira, Neymar Jr não foi forjou a sua trajetória para ser um "herói nacional" como o Rei Pelé alcançou tal status justificado por seu genial legado dentro e fora dos gramados e estádios por onde passou ou ter alcançado o prestígio que o Zico e Sócrates conquistaram apesar de não terem ganho títulos mundiais pela Seleção Brasileira igual aos nossos demais campeões mundiais (das Seleções de 58, 62 e 70, Romário e Bebeto em 1994, os Ronaldos, Rivaldo e Kaká em 2022, dentre outros), chegando à conquistar o respeito e o reconhecimento da maioria da massa torcedora brasileira em seus momentos, contabilizando a nossa condição de único Pentacampeão Mundial até aqui.
Ele também não se preparou para ser um exemplo de cidadão neste país e admirável por suas condutas e posicionamentos questionáveis, mas apenas como um jogador de futebol acima da média aos demais para acumular riquezas, graças ao seu carisma midiático junto as marcas patrocinadoras e seu talento posto em xeque com o passar do tempo.
A expectativa daquele que foi "endeusado" para salvar a "pátria de chuteiras" e conquistar o tão sonhado HEXA, acabou se transformando na sombra de si mesmo, resumindo à promessa de um título que vem sendo postergado copa atrás de copa sem chegar, assim como seu relógio biológico está correndo, o tempo não para, e no símbolo do que há de mais reacionário e deplorável da ideologia de extrema-direita bolsonarista.
Como mero mortal, tenho muitas restrições à sua pessoa, mas, como jogador, em vias de ir para mais uma copa do mundo, sua quarta participação, tomara que ele cumpra seu papel como convocado - não fazendo mais do que sua obrigação como atleta profissional em busca da vitória. Se não corresponder dentro de campo, pelo menos no banco de reservas atue como veterano, onde através da sua liderança junto ao grupo seja um estímulo e uma segurança para os novatos e demais veteranos para performarem com excelência em cada partida até a final e capitaneando a Seleção Brasileira da melhor forma - rumo ao levantar a taça.
Dito isso, como torcedor, me resta torcer pela Nossa Seleção e emanar boas energias para que a sexta estrela venha parar o nosso brasão. Logo, torço, mas, não me iludo e nem espero a consagração pessoal do Neymar Jr para que ele possa nos surpreender positivamente. Caso aconteça, que ele pague a minha língua e antipatia e esfregue a taça na cara de todos aqueles que não acreditam mais em sua redenção.
Vejamos do que ele ainda é capaz.
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