Então, quando falamos e defendemos à "Liberdade de Expressão", partimos do princípio de que esse direito é essencial para a humanidade e suas Nações possam existir à partir de um Sistema Democrático e Soberano e das relações diplomáticas, civilizadas e pacifistas, onde ela deveria ser exercida universalmente disponível, irrestrita, respeitada e preservada para que todos pudessem se expressar e se comunicar livremente, porém, muitas vezes, diante dos conflitos e divergências governamentais e geopolíticos, ela continua sendo ameaçada e tolhida por autocracias fascistas e golpistas e seus ditadores autoritários e bélicos que buscam silenciar e oprimir nações e multidões através da força.
Todavia, a Liberdade de Expressão que eu defendo, é aquela que não pode ser minimizada ou restringida como desculpa ou vetor para permitir e estimular à propagação de ideias fascistas abjetas e golpistas, nocivas e tóxicas e comportamentos inapropriados, vergonhosos, aversivos e execráveis venham à tona, naturalizando, tolerando, incentivando e justificando discursos de ódio, materializando diferentes violências, desrespeitos e ataques à honra e integridade humana e, principalmente, práticas criminosas, ilegítimas e inconstitucionais.
Defender, estimular, legitimar, tentar renascer/recriar variantes ideológicos degradantes e práticas autoritárias que ferem à dignidade humana, integridade do cidadão e os seus direitos civis, baseado em temas e fatos fascistas, repugnantes e preconceituosos como o Nazismo, o Holocausto dos Judeus e seus Centros de Concentração e Extermínio, Teorias de Superioridade Étnica aos exemplos das práticas de branqueamento nacional, territorial, racial e cultural como o Ku Klux Klan e o Apartaid, Intolerância Religiosa ou quaisquer atos de preconceito em forma de "fobias" contra minorias e grupos humanos, Degradações Humanas (Pedofilia, Zoofilia, Feminicídio, Tráfico de Mulheres e Orgãos, Racismo, Xenofobia, Machismo, Sexismo, Classismo e outras deformações éticas e morais), Glamurização das Ditaduras Militares e suas intervenções violentas e torturas realizadas na Década de 60, Terrorismo, Guerras e Extermínios; não se trata de "liberdade de expressão", mas, normalizar, valorizar, dar vazão e validar à VIOLÊNCIA, a BARBÁRIE e as PRÁTICAS CRIMINOSAS, presentes nas milícias e crime organizado = prerrogativas básicas da Ideologia Fascista e de Extrema-Direita NeoLiberal.
A "Liberdade de Expressão" deturpada, distorcida e tendenciosa de forma vil e mentirosa aos moldes e interesses neoliberais e autocráticos para ludibriar, manobrar e alienar a massa, oprimindo-a, violentando-a e degradando-a, assim como para validar as suas pautas e narrativas truculentas e distópicas, não é liberdade, é prisão. Nesses termos, não defendo e nem compactuo. Cultuar o absurdo, o ilegal, o amoral não dá.
Todo assunto pode ser debatido, discutido desde que com responsabilidade, decoro e bom senso, mas, fazer apologia à alguns destes temas destacados à cima, que deveriam ser extintos e combatidos da sociedade e das relações humanas, é ultrajante, degradante e vergonhoso. E, neste viés, deveria ser censurado pelo bem da humanidade.


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