domingo, 13 de outubro de 2013

Se é para dar "patada"...




Eu dou, sem problema nenhum!!!


Affew!!! A pessoa não se toca. Se eu estivesse afim, eu daria todas as condições de aproximação, mas, definitivamente, não é o caso. Tem gente que ultrapassa o limite da paciência e da boa educação, pedindo para levar patada, né?!!! Geralmente, motivada pela desagradável insistência, mesmo mediante de sinais claros e evidentes de que "Eu não quero nada com você".

- "E eu não quero mesmo!!!" 


Se houvesse um pouco mais de bom senso no mundo, nas pessoas, muitos eventos desagradáveis poderiam ser evitados. E, ..., se é para dar "patada", eu não tenho problema em "patadar". Não me faço de rogado messsssssssssmo!!!

Isso acontece todos os dias, fato!!!




Os mais sensíveis sofrem apenas em imaginar essa possibilidade, mas, ..., o fato é que as pessoas entram e saem das nossas vidas todos os dias, independente da nossa vontade. Isso torna-se preponderante à medida em que precisamos ter a consciência de que na vida, a individualidade nos ensina a sermos indivíduos livres e inteiros e, em alguns momentos, autosuficientes para enfrentar de frente as nossas questões, lacunas e limitações, pois, ninguém estará capacitado e credenciado para fazê-lo. Apenas você é capaz disso. Seja o salvador da pátria de si mesmo.

Quanto mais dependente afetivo do outro você for, diante da ausência, o seu sofrimento será maior, sendo corrompido e escravizado pela falsa sensação de que você só é alguém, feliz, completo e realizado, se tiver alguém em quem se encostar, escorar, segurar, viciando-se subjetivamente numa muleta afetiva. Essa conduta é um peso duplo, tanto para quem se escora e para quem se deixa escorar, criando um exaustivo e desgastado ciclo vicioso.

É preciso aprender a lidar com essa realidade, também se acostumando com os momentos de solidão, pois, em algum momento, você se encontrará apenas consigo mesmo e, quando esse momento chegar, como você irá reagir?!!! Se por um lado, a solidão propõe o vazio de se caminhar sozinho, por outro lado, liberta e faz de você mais forte para se autoconhecer e não se deixar escravizar pela dependência emocional que acaba lhe reduzindo a nada. 

Caminhar ou não sozinho ainda é uma escolha pessoal, porém, qualquer que seja a sua escolha, acostume-se, pois isso acontece todos os dias, você percebendo ou não, você querendo ou não.     

sábado, 12 de outubro de 2013

Crianças, sorriam!!! :D




O sorriso de uma criança não tem preço, independente da raça, do credo, do status social, ou de qualquer outro aspecto que a lhe torne única e especial. Por isso, não basta apenas colocá-la no mundo, mas conduzí-la com responsabilidade e carinho sem oprimir a sua essência de criança e as suas potencialidades para a vida. Ame-a, cuide-a, proteja-a, incentive-a para construir sempre o seu melhor pois, ela ainda é e continuará sendo, se bem direcionada, uma futura esperança para a humanidade.

E, ..., um adendo muito importante: Não permita que a "luz infantil" que existe dentro de você se apague, pois, essa chama ainda lhe motiva a ter asas para sonhar, a confiança necessária para realizar e a manter aquele olhar puro e brilhante de uma criança amada, feliz e bem cuidada.

Enfim, Feliz Dia das Crianças para todas as nossas crianças e aquelas que ainda estão por vir... E por falar nisso, é hora de brincar!!!

terça-feira, 8 de outubro de 2013

And I am telling you I'm not going by Jennifer Hudson





(...) Tear down the mountains

Yell, scream, and shout like you can say what you want

I'm not walking out

Stop all the rivers, push, strike, and kill

I'm not gonna leave you

There's no way I will...
- "Because of my pride and the circumstances I'm gone and you let me go"...

sábado, 5 de outubro de 2013

Sometimes I feel these...






(...) And it feels like I am just too close to love you
There's nothing I can really say
I can't lie no more, I can't hide no more
Got to be true to myself
And it feels like I am just too close to love you
So I'll be on my way...

(Alex Clare - Too close)

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

This is the summary of Dan's Opera



Oh yeah,
Simple thus!!!

Remember by Robin Mckelle





 Here we are
Now's the time
Nothing you can say will change my mind
I was wrong
You weren't right

 
So now I'm giving up the fight
To love this time

 
We tried so hard to make it right
But when things got rough you threw it all away
I thought love "Rescue me"
But it left me here with just these words to say
So I let go

 
Do you remember?
The faith and the trust
Do you remember how it felt to be in love
Do you remember how I loved you
Cause I remember, everything about you

 
Can't believe you're not here
Now who's gonna wipe away the tears
From my eyes when I cry
I surrendered all my love to you
Now we're through

 
Do you remember?
The faith and the trust
Do you remember how it felt to be in love
Do you remember how I loved you
Cause I remember, everything about you

 
Do you remember how I once loved you
And all the good dreams that we made come true
Do you remember the faith and the trust
Cause I remember everything about us

Oficialmente, 3.6!!!




Há 36 anos atrás, eu cheguei 7h em ponto. Já cheguei causando, considerando a hipótese de que, deve ser muito desconfortável para uma mulher ficar a madruga inteira sentindo as contrações e o desconforto que antecede o parto normal, sem conseguir dormir e estressada com a situação. E...

O tempo passou e cá estou completando 36 anos.  Diferente de outras datas, aquelas derradeiras que a gente não vê a hora de completar por significarem um rito de passagem, socialmente aceitas e ansiadas, eu confesso que nunca me peguei imaginando ou projetando ter essa idade. Não que o número 36 retrate alguma restrição, mas, pontualmente é mais um degrau que me leva em direção da maturidade e me distanciando do frescor juvenil. Física e psicologicamente, a gente vai percebendo à olhos vistos a passagem de uma geração para a outra. É a consciência mais perceptível de que envelhecer já não é e nem parece tão distante. 

Nada contra envelhecer e essa é uma fase que ninguém consegue escapar. Embora, eu já não esteja mais na "flor da idade", no auge da minha juventude, apesar de ainda ser jovem, essencialmente eu ainda me sinto tão jovem, sentindo ainda que há tanto para se descobrir, experimentar e viver e também bate aquela sensação de que falta tempo para construir uma vida plena e promissora. O tempo passou e continua passando. 

Essa passagem de tempo é implacável, justamente porquê amadurecer numa sociedade imediatista e esteticamente fútil e descartável tem um preço a ser pago, o da improdutividade. É durante o decorrer dessa passagem etária, de geração para geração, que você acaba substituindo perspectivas, óticas e valores por outros para se adaptar a sua nova realidade e condição.

Naturalmente que ter 36 anos hoje, não é mais ter 36 anos na época dos nossos pais e avós, cujo o tempo era outro e as responsabilidades também. Era um outro modo de pensar e viver a vida, apesar das regras e cobranças sociais ainda permanecerem as mesmas ou, pelo menos, boa parte delas. O que me deixa mais desconfortável com essa situação, não é nem o aparecimento das marcas do tempo, mas ter que abrir mão do meu "status de filho caçula", de ter que abraçar o mundo com muito mais responsabilidade e madurez.

Enfim, 36. Mais um sinal de que é preciso se adaptar a limitação natural das oportunidades em seus diferentes aspectos. O que me aguarda eu não sei, mas, ainda permanece em mim a vontade de ser feliz, independente dos marcos cronológicos e da batalha contra o senhor tempo.    

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

A thousand years by Christina Perri



"Heart beats fast
Colors and promises
How to be brave
How can I love when I'm afraid to fall?!!!
But watching you stand alone
All of my doubt suddenly goes away somehow"...

(Christina Perri - A thousand years )

A teoria de Genevieve: A dinâmica dos 5 encontros.




Eu estava de bobeira em casa, zapiando o controle remoto, quando eu parei na Sony Channel e estava passando o filme "Eu odeio o Dia dos Namorados". Como essa comédia romântica é deliciosa (eu recomendo), resolvi assistir novamente.  O mais interessante é a teoria dos 5 encontros.

Segundo a solteirona e "bem resolvida" Genevieve, o prazer dos relacionamentos só durão até o quinto encontro. Depois disso, as expectativas do casal e a rotina da relação começam a estragar a relação. Por isso, para desfrutar ao máximo desse breve "namorico", a pessoa precisa passar pelo estágio dos 5 encontros e, quando chegar ao 5º e último encontro, o recomendado é cair fora e partir para uma outra relação, começando um novo ciclo com um outro(a) parceiro(a), tudo de novo.

A dinâmica dos 5 encontros consiste em 5 estágios: No primeiro encontro, flerte muito com a sua paquera; no segundo, desfrute e provoque o "frio na barriga"; no terceiro, tenha um encontro arrasador; no quarto, divirta-se e surpreenda; e, no quinto e último, torne-se inesquecível. Segundo os padrões dos solteiros norte-americanos, a transa é tolerada a partir do terceiro encontro, claro, se for de comum acordo. 

Na prática, a teoria da Genevieve só é verossímil e aplicável para aqueles solteiros que não querem se apaixonar e estão apenas afim de curtir, sem ter compromisso nenhum. O grande risco nessa brincadeira é após os 5 encontros você acabar se apaixonando (o que não é difícil, principalmente se houver aquela conexão mágica entre o casal) e, caso isso ocorra, qualquer regra cai por terra - No final, quem manda mesmo é o coração. 

"As lágrimas não reparam os erros!!!"

♫ Pitty - Na sua estante

"Eu não ficaria bem na sua estante..."