sábado, 19 de janeiro de 2013

É preciso compreender que...


... Por mais estratégias que você possa usar para camuflar as suas ações, ninguém escapa ou fica ileso quando a sua essência transborda e se faz notar. Não dá para lutar contra ela;

... Na maioria dos casos, as relações terminam da forma como começaram;

... O exercício da observação é um grande laboratório. Sempre acaba revelando algum aspecto que escapou do olhar;

... Nem sempre aquele que exige e recrimina tem credibilidade e moral para fazer os seus reclames. É muito comum ter dois pesos e duas medidas: uma para quem ataca e outra para quem se defende;

... Namoro é algo muito sério para que crianças, amadores e problemáticos se metam a brincar. Se não, sou eu que levo muito a sério essa "brincadeira";  

... Existem dores que não são compartilháveis e solitárias;

... Sempre é mais libertador para quem arruma as malas e vai embora do que para quem fica estagnado perdido no tempo e no espaço vendo o outro partir sem poder fazer nada. 



Enfim, não dá para não perceber.

Apenas me coube o papel de espectador




Não é preciso acontecer comigo para que eu me colocar no lugar do outro, principalmente quando existem fortes laços afetivos entre nós. Por tabela, a gente acaba angustiado e sofrendo também. Mas, na loteria afetiva é assim: Às vezes se perde, outras se ganha e também pode dar empate. 

Nem sempre ganhando, 
Nem sempre perdendo, 
Mas, aprendendo a jogar.  



É muito duro ver alguém tão próximo de você sofrendo e não podendo fazer absolutamente nada, porquê não há nada para ser feito. Só resta ser solidário e dar colo. Mas, mais do que dar colo, propor uma reflexão em busca da superação é muito mais o meu estilo. O estilo Shrek de ser. rs...  Mais do que o intervalo de luto, chorar pela morte das suas perdas, eu sou visionário, olhando para o próximo passo: O da superação. No entanto, tudo ao seu tempo e ao seu ritmo de superar. 

Mas, é duro ver e não poder fazer nada.  Em briga de casal não dá para meter a sua colher, fazê-lo é invadir um espaço que não lhe compete. 

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Apresentações familiares precoces, aliás...





MUITOS PRECOCES!!!
(Aff)



Quando se é jovem demais e está sob os ímpetos da paixão, a ausência da experiência pesa e por isso algumas precipitações podem custar caro a harmonia de uma relação que ainda não amadureceu. Nesse sentido, alguns choques de realidade podem balançar ou romper esse namoro prematuro e essencialmente frágil, podendo não resistir ao surgimento dos conflitos e das diferenças. Dependendo delas podem criar um abismo entre o casal. 

Quando se está iniciando uma relação, interferências externas como palpites e pitacos e intrigas por parte das opiniões dos amigos e familiares são poucos construtivos e poucos fundamentados por estarem apenas baseados em primeiras impressões, independente de são acertivas ou não (nem sempre a primeira impressão é verdadeira). A descoberta e a auto-descoberta do outro depende da convivência  e para se conviver  depende do fator  tempo e nem mesmo assim consegue se conhecer o outro integralmente, como também, qualquer mau juízo ou prejuízo influenciam negativamente o namoro alheio. 

Por experiência própria, por ter sentido na própria pele e estar acompanhando um outro caso bem próximo, eu tenho a seguinte convicção: Logo no início de uma relação, é completamente desnecessário e pernicioso impor ao seu par uma aproximação familiar, mesmo em comum acordo. Uma convivência precoce e forçada com a sua família ou a outra matriz familiar pode ser definitiva para uma possível ruptura. Sogras podem ser maquiavélicas e traiçoeiras quando querem e, principalmente, se for de forma velada e silenciosa. O meu namoro era tão frágil que sucumbiu a interferência da megera, sem também querer me esquivar das minhas responsabilidades. 

O convívio familiar diz muito sobre você e o seu DNA, sobretudo quando se destacam as diferenças econômicas e socioculturais entre o casal. É preciso ter a "cuca muito fresca" para não se deixar influenciar e ter flexibilidade para lidar com as situações mais delicadas. Enfim, conviver com a família pode esperar num segundo momento, quando os vínculos do casal estiverem mais sólidos. 

No meu caso, eu dispenso apresentações. Trauma mesmo!!! rs... Família perfeita só em comercial de margarina e olhe lá. Para quem está chegando agora na sua vida é muita informação e "excentricidades" para dar conta do recado. É um processo de adaptação lento e gradual, sem forçação alguma. Tentando agradar ao outro, você acaba por fazer uma precipitação desnecessária, pois, nesse momento, nos primeiros meses de convivência e descobertas, não cabem mais ninguém do que as duas partes envolvidas até porquê não se sabe onde essa relação irá chegar.

É claro que não dá para fugir do momento das devidas apresentações familiares, mas, não logo no começo, onde tudo é muito incerto. Sobre esse caso em questão, só posso me reportar o seguinte: O casal por inexperiência cometeram uma série de precipitações. O que realmente foi uma pena. No que se refere a minha pessoa, eu prefiro apresentações familiares tardias. 

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Silencioso Dan: It's me!!!




Os dias estão se passando e eu tenho pouco a dizer. É o sinal claro e evidente da minha tranquilidade, do meu grau de ansiedade estar baixo. As minhas urgências não são tão urgentes assim e o meu silêncio sinaliza o meu estado de espírito.

♪♫ Simplesmente aconteceu...




(...) "Simplesmente aconteceu
Quem ganhou e quem perdeu
Não importa agora"...

sábado, 12 de janeiro de 2013

Diga aí, pai!!! Sereia fez o chão tremer!!!




Que pena que O canto da Sereia acabou. O bom das microseries é que não cansam e deixam um gostinho de quero mais quando acabam. Pois é, há muito tempo a plim-plim não acertava nas suas produções. Três coisas eu destacaria em ordem de importância:

I-) A performance da Isis Valverde, dando toda a picardia e pimentinha baiana na personagem pedia, demonstrando que ela está amadurecendo em sua arte de interpretar. Pra mim, ela convenceu como cantora de axé, não deixando nada a desejar as grandes divas do axé music - claro, dentro das limitações de quem não é do metiê. 

II-) O enredo da história, onde a trama foi bem construída, não criando um desfecho mirabolante que poderia por em risco o suspense contato. Dentro do que foi proposto, o assassino da Serena surpreendeu, confirmando que as motivações podem ser simples ao invés de complexas. 

III-) A escolha do elenco foi perfeita. Um time competente de grandes atores.

Adorei.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Chove chuva, chove sem parar...




Definitivamente, eu não sou fã do calor nordestino, por um único motivo: escassez de chuvas. Eu amo cheiro de chuva e aquele friozinho gostoso e, se eu pudesse escolher, alternava constantemente entre dias de sol e de chuva. Então, as últimas semanas que se passaram fizeram um calor infernal daquele tipo de deixar irritado e de mau humor, estafado, sem vontade de fazer nada. Até que para a minha satisfação... 

Há dois dias atrás, a dona chuva deu o ar da sua graça na Terra do Sol, deixando o dia muito mais ameno. Oh coisa boa, só para variar um pouco, né?!!! Ainda bem que a época chuvosa está chegando para amenizar o calor da capital e o desespero do povo sertanejo. 


Chove chuva
Chove sem parar
Pois eu vou fazer uma prece 
Pra Deus, o nosso Senhor
Pra a chuva não parar... 

(Chove Chuva - Benjor)





(...) O que a gente precisa?!!!
 É tomar um banho de chuva 
Um banho de chuva...
(Ai, ai, ai - Vanessa da Mata)

sábado, 5 de janeiro de 2013

Brevidades pós-reveillon




Pós-reveillon e rituais de passagem, pós-euforia coletiva e de volta a realidade, já estamos no 5º dia de 2013 e deixo registrado aqui algumas brevidades:

1. O meu planejamento de reveillon mudou de última hora (mero reflexo da minha vontade), mas..., a minha sensação da passagem foi: Olhando para a lua e os fogos, todo molhadinho e sentindo uma sensação gostosa. Sem maiores explicações. rs... 

2. Mau sabia eu quê: Ao mudar de ideia, eu consegui evitar um constrangimento desnecessário. Se foi obra de Deus ou da minha intuição, eu não saberia precisar, mas que foi uma mudança providencial isso foi. Sem "calça justa" para iniciar o ano.

3. A Globo acertou nos seriados desse início de ano: Terra Nova, Castle & Beckett e Prova do Crime são shows!!! O humor inteligente e sarcástico fazem a diferença. 

4. O canto da sereia promete.

5. Eu ainda estou em ritmo preguiçoso... Fui. 

♪♫ Stop and Stare by One Republic




(...) Stop and stare
You start to wonder why you're here, not there
And you'd give anything to get what's fair
But fair ain't what you really need
Oh, can you see what I see...



Enfim, para matar as saudades...

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

2013, Já é!!! É hora de recomeçar...



Ano novo, novos planos

Novas atitudes, 

Novo recomeço!!!

"As lágrimas não reparam os erros!!!"

♫ Pitty - Na sua estante

"Eu não ficaria bem na sua estante..."