sábado, 11 de agosto de 2012

Você não se lembra?!!!






 I know I have a fickle heart and bitterness, 
And a wandering eye, and a heaviness in my head, 

 But don't you remember? 
Don't you remember? 
The reason you loved me before, 
Baby, please remember me once more, 

 When was the last time you thought of me? 
Or have you completely erased me from your memory? 
I often think about where I went wrong, 
The more I do, the less I know...

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

É melhor estar oculto aos olhos...




Mediante as últimas circunstâncias, tem certas "coisas" que são melhores estarem ocultas aos olhos para não serem desejadas... O que os olhos não vêem o coração na sente. O que mata é o desejo, fato!!!

Quando se é miope como eu...




... Tem que ter duplo cuidado!!!

Ui!!! Ai que meda!!! rs...

Ainda não chegou a hora...




Em tempos de relacionamentos abertos e libertinagem sexual, torna-se cada vez mais difícil construir uma relação séria e duradoura baseada na lealdade e na fidelidade. Se por um lado, os comportamentos humanos estão mais permissivos sexualmente e descomprometidos com o sentimento do outro e os planos em comum, traísse por qualquer motivo - O que vale mesmo é dar vazão aos instintos e aos desejos. Fato, porém, ainda há aqueles que resistam a abertura das relações e defendam a monogamia. 

Indiscutivelmente, cada um faz da sua vida o que quiser, sobretudo em 4 paredes. Até aí, direito indiscutível. E, diante do contexto das facilidades para se dar uma ou muitas "escapadinhas", as relações humanas vão se adequando a amoralidade presente nos conceitos e nas atitudes, tornando a parceria entre os casais (pautada pela confiança, respeito, amor e exclusividade) cada vez mais vulnerável as tentações. Hoje, os relacionamentos duradouros estão se tornando modelos afetivos raros, ameaçados pela perecividade das intenções, dos sentimentos e dos compromissos. As relações estão cada vez mais frágeis e fúteis.

Tudo nos leva a crer que a fidelidade se evidencia cada vez mais como uma invenção social para dar suporte e durabilidade para os laços familiares, porém, o núcleo familiar está doente, refletindo exatamente o contexto que está aí. Não sejamos hipócritas em dizer que a infidelidade é um fenômeno moderno, porquê não, existe desde que o mundo é mundo. Ceder aos desejos carnais vem desde a concepção do Éden e as traições eram melhor escondidas.

Pessoalmente, toda essa permissividade me incomoda profundamente, pois vai contra ao meu entendimento de casal, de vida e planos à 2. Eu não tenho inteligência e saúde emocional para autorotatividade relacional e frequente troca de parceiro(a)s. Relacionamento afetivo para mim é a 2, não a 3, a 4, a 5, ..., se assim fosse, é melhor estar solteiro, livre e desempedido, não precisando me comprometer com ninguém. Eu não consigo entender como tem gente que goste de viver em risco, deixando os seus namoros e casamentos expostos as tentações, as traições e aos fins.

Tudo bem que ninguém é de ninguém, mas, não é desculpa e justificativa para ser usada quando se fere e desrespeita o sentimento do outro. Para mim, esse modelo de relacionamento aberto, não faz a minha cabeça e nos faz questionar se é esse tipo de relação que queremos. Será que teremos que construir as nossas relações em solo tão frágil e efêmero, onde as relações são pouco aprofundadas e os desejos e as fantasias sexuais estarão sob o comando, esquecendo de outras questões mais importantes para me manter um vínculo afetivo.  Se não há comprometimento com o outro para quê estar junto?!!! Tudo se torna uma grande bagunça.

Nada contra aqueles que gostam de bagunçar, bagunça quem quer. Só não me peçam para respaldar a tanta abertura. Eu ainda sigo a cartilha que eu aprendi com os meus avós, com os meus pais, embora, eu também tenha as minhas reservas a relacionamento fechado, pois, o conceito de amor eterno é bem questionável. 

Talvez eu ainda seja um amante à moda antiga, embora, no momento, eu não queira me comprometer com ninguém - Comprometimento é algo a ser levado a sério e eu não encontrei ninguém para isso, ainda. Ainda não chegou a minha hora.

O Campeão Voltou!!!




Quem diria que a nossa seleção de volei feminina conseguiria se reencontrar em quadra. Ufa, que alívio!!! Pode até não ganhar dos USA na final (apesar de ter muito potencial para isso), mas, conseguiu recuperar o meu respeito a partir do jogaço contra a Russia (3 x 2). Ao meu ver, depois dos últimos resultados pouco expressivo nos últimos torneios, as nossas jogadoras conseguiram resgatar a autoconfiança como grupo, demonstrando nas duas últimas partidas em Londres a nossa garra em quadra e o desejo pela medalha de ouro. 

Vale lembrar que favoritismo não ganha campeonato e, se elas entrarem em quadra autoconfiantes, concentradas e com a inteligência emocional controlada, podem surpreender e muito as norte-americanas, fazendo-as saírem do salto, apesar de estarem jogando demais.

Simplesmente, o jogo contra as russas foi emocionante e será inesquecível, acredito que tenha sido O JOGO da nossa seleção, levando-nos a crer que "O CAMPEÃO VOLTOU"!!! O campeão que estava adormecido e, felizmente, despertou.

Tomara que o bi-olímpico se concretize e essa geração volte a se superar mais uma vez, se reinventando a cada derrota - derrotas duras e aprendizados certos. Vamos lá, meninas!!!

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Subjetivamente, falando...


SEMPRE!!!

Não se pode ter tudo o tempo todo!!!



Mel, mel & Mel!!!




Agarre o desaponto pelo avesso, apare as pontas,corte o excesso. Mude a covardia de endereço, ponha a escavadeira em retrocesso até que o mundo,esse réu confesso, lhe devolva seu mel e seu apreço. 

(Flora Figueiredo)

É preciso ter



E por falar nas olimpíadas...




Há um pouco mais de 1 semana do início dos jogos, os nossos atletas ainda continuam tímidos nas suas competições. Algo bastante notório no quadro de medalhas (1 ouro, 1 prata e 2 bronzes) e na regularidade das suas performances. Porém, como bom torcedor que sou, nunca é demais torcer e acreditar no rendimento e na superação das nossas seleções, mesmo transpirando (literalmente) e sofrendo por elas - Haja coração!!! Torcedor que é torcedor sofre, principalmente nos jogos do Brasil, porquê, a emoção sempre é um ingrediente presente.

Até aqui, eu posso dizer que eu estou bastante satisfeito com a garra e o empenho das seguintes seleções, mesmo mediante as dificuldades encontradas a cada partida: futebol masculino, handebol feminino, basquetebol masculino e as 4 duplas de voleibol na praia. Quanto ao volei de quadra, embora eu seja fissurado pelas nossas seleções, sinceramente, eu não vejo ambas (masculina e feminina) lutando pela medalha de ouro, mesmo a seleção masculina que está tentando superar o seu ritmo de jogo e as medianas performances apresentadas nos campeonatos anteriores (mundial no Japão e Liga Mundial). Já as nossas meninas, por mais difícil que seja reconhecer, elas estão sem autoconfiança e jogando presas e com baixo rendimento.

Salve a Natação e, principalmente, o judô brasileiro, obrigado pelas medalhas já conquistas até aqui. Além do atletismo, da vela e no desenrolar das competições em grupo, sinceramente, eu desejo que as nossas seleções melhorem cada vez mais os seus rendimentos e consigam os seus objetivos olímpicos e não "amarelem" na hora H, não esquecendo da responsabilidade e da garra necessária para representar a camisa verde e amarelo, representando quase 200 milhões de brasileiros.

Boa sorte e força, meu Brasil!!!      

"As lágrimas não reparam os erros!!!"

♫ Pitty - Na sua estante

"Eu não ficaria bem na sua estante..."