Nesta madrugada (03/01), a escalada bélica dos USA na Venezuela tomou uma outra dimensão, mais agressiva e caótica para os povo venezuelano, uma vez que houve ataque territorial via bombardeios e captura do Presidente Nicolás Maduro e sua esposa - E, segundo fontes, Maduro está sendo conduzido aos USA para responder por crimes políticos por lá.
Tal ato ousado e ilegal, contrariando as leis e acordos diplomáticos internacionais, ferem a autonomia e a soberania da Venezuela e torna-se um risco concreto para afetar a paz no nosso continente. Essa ação do Trump, abre novos e futuros precedentes para a intervenção militar norte-americana nos países da América do Sul, assim como em outras regiões da América Latina e no Mar do Caribe, podendo alcançar patamares preocupantes como iniciar uma guerra civil em território venezuelano (caso os militares não se rendam pacificamente) e de desestabilização diplomática, político-ideológica e movimentos de imigração e de refugiados em todo o continente.
O Governo Brasileiro já se posicionou contra aos ataques norte-americanos em Caracas, alegando ao ataque à Soberania da Venezuela e os desdobramentos que essa intervenção poderá causar, e o Ministério das Relações Exteriores já estão reunidos e acompanhando as informações que chegam sobre o assunto. Até agora, nas fronteiras do Brasil e Venezuela estão tranquilas, dentro do que lhe cabe, e sob controle.
Mais do que a derrubada da Ditadura Venezuelana, demonstrando à força do Império Norte-Americano e seu pretenso controle sob a América do Sul (como seu quintal), agora o "ouro negro" (petróleo) está sob o alcance e o deleite deles sem grandes restrições. Hoje, é a Venezuela. Amanhã, poderá ser o Brasil. Todavia, os próximos dias irão elucidar qual é o significado disso tudo para a nova ordem da Geopolítica Mundial e como o Brasil irá acomodar-se nesse conflito, sendo o principal país da América do Sul.
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