sábado, 5 de outubro de 2013

Sometimes I feel these...






(...) And it feels like I am just too close to love you
There's nothing I can really say
I can't lie no more, I can't hide no more
Got to be true to myself
And it feels like I am just too close to love you
So I'll be on my way...

(Alex Clare - Too close)

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

This is the summary of Dan's Opera



Oh yeah,
Simple thus!!!

Remember by Robin Mckelle





 Here we are
Now's the time
Nothing you can say will change my mind
I was wrong
You weren't right

 
So now I'm giving up the fight
To love this time

 
We tried so hard to make it right
But when things got rough you threw it all away
I thought love "Rescue me"
But it left me here with just these words to say
So I let go

 
Do you remember?
The faith and the trust
Do you remember how it felt to be in love
Do you remember how I loved you
Cause I remember, everything about you

 
Can't believe you're not here
Now who's gonna wipe away the tears
From my eyes when I cry
I surrendered all my love to you
Now we're through

 
Do you remember?
The faith and the trust
Do you remember how it felt to be in love
Do you remember how I loved you
Cause I remember, everything about you

 
Do you remember how I once loved you
And all the good dreams that we made come true
Do you remember the faith and the trust
Cause I remember everything about us

Oficialmente, 3.6!!!




Há 36 anos atrás, eu cheguei 7h em ponto. Já cheguei causando, considerando a hipótese de que, deve ser muito desconfortável para uma mulher ficar a madruga inteira sentindo as contrações e o desconforto que antecede o parto normal, sem conseguir dormir e estressada com a situação. E...

O tempo passou e cá estou completando 36 anos.  Diferente de outras datas, aquelas derradeiras que a gente não vê a hora de completar por significarem um rito de passagem, socialmente aceitas e ansiadas, eu confesso que nunca me peguei imaginando ou projetando ter essa idade. Não que o número 36 retrate alguma restrição, mas, pontualmente é mais um degrau que me leva em direção da maturidade e me distanciando do frescor juvenil. Física e psicologicamente, a gente vai percebendo à olhos vistos a passagem de uma geração para a outra. É a consciência mais perceptível de que envelhecer já não é e nem parece tão distante. 

Nada contra envelhecer e essa é uma fase que ninguém consegue escapar. Embora, eu já não esteja mais na "flor da idade", no auge da minha juventude, apesar de ainda ser jovem, essencialmente eu ainda me sinto tão jovem, sentindo ainda que há tanto para se descobrir, experimentar e viver e também bate aquela sensação de que falta tempo para construir uma vida plena e promissora. O tempo passou e continua passando. 

Essa passagem de tempo é implacável, justamente porquê amadurecer numa sociedade imediatista e esteticamente fútil e descartável tem um preço a ser pago, o da improdutividade. É durante o decorrer dessa passagem etária, de geração para geração, que você acaba substituindo perspectivas, óticas e valores por outros para se adaptar a sua nova realidade e condição.

Naturalmente que ter 36 anos hoje, não é mais ter 36 anos na época dos nossos pais e avós, cujo o tempo era outro e as responsabilidades também. Era um outro modo de pensar e viver a vida, apesar das regras e cobranças sociais ainda permanecerem as mesmas ou, pelo menos, boa parte delas. O que me deixa mais desconfortável com essa situação, não é nem o aparecimento das marcas do tempo, mas ter que abrir mão do meu "status de filho caçula", de ter que abraçar o mundo com muito mais responsabilidade e madurez.

Enfim, 36. Mais um sinal de que é preciso se adaptar a limitação natural das oportunidades em seus diferentes aspectos. O que me aguarda eu não sei, mas, ainda permanece em mim a vontade de ser feliz, independente dos marcos cronológicos e da batalha contra o senhor tempo.    

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

A thousand years by Christina Perri



"Heart beats fast
Colors and promises
How to be brave
How can I love when I'm afraid to fall?!!!
But watching you stand alone
All of my doubt suddenly goes away somehow"...

(Christina Perri - A thousand years )

A teoria de Genevieve: A dinâmica dos 5 encontros.




Eu estava de bobeira em casa, zapiando o controle remoto, quando eu parei na Sony Channel e estava passando o filme "Eu odeio o Dia dos Namorados". Como essa comédia romântica é deliciosa (eu recomendo), resolvi assistir novamente.  O mais interessante é a teoria dos 5 encontros.

Segundo a solteirona e "bem resolvida" Genevieve, o prazer dos relacionamentos só durão até o quinto encontro. Depois disso, as expectativas do casal e a rotina da relação começam a estragar a relação. Por isso, para desfrutar ao máximo desse breve "namorico", a pessoa precisa passar pelo estágio dos 5 encontros e, quando chegar ao 5º e último encontro, o recomendado é cair fora e partir para uma outra relação, começando um novo ciclo com um outro(a) parceiro(a), tudo de novo.

A dinâmica dos 5 encontros consiste em 5 estágios: No primeiro encontro, flerte muito com a sua paquera; no segundo, desfrute e provoque o "frio na barriga"; no terceiro, tenha um encontro arrasador; no quarto, divirta-se e surpreenda; e, no quinto e último, torne-se inesquecível. Segundo os padrões dos solteiros norte-americanos, a transa é tolerada a partir do terceiro encontro, claro, se for de comum acordo. 

Na prática, a teoria da Genevieve só é verossímil e aplicável para aqueles solteiros que não querem se apaixonar e estão apenas afim de curtir, sem ter compromisso nenhum. O grande risco nessa brincadeira é após os 5 encontros você acabar se apaixonando (o que não é difícil, principalmente se houver aquela conexão mágica entre o casal) e, caso isso ocorra, qualquer regra cai por terra - No final, quem manda mesmo é o coração. 

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Out of my mind by Duran Duran




(...) Got to get you out of my mind

but I can't escape from the feeling

As I try to leave the memory behind

without you what's left to believe in?!!!

E por falar em Venus...




Nem confiança. Eu prefiro nem comentar.

Completamente regido pelo o meu ascendente em escorpião




Outubro chegou, meu signo está na berlinda. Lendo alguns diagnósticos e características do jeito libriano de ser, eu me senti tão atípico, porquê eu não estou numa fase para diplomacias, romantismo, melosidades e afins e sociabilidade. Muito menos, indecisão - Realmente algo que eu não sou e nunca fui. Com certeza, o meu ascendente está em escorpião e já vem dominando o meu céu, os meus astros e o meu comportamento por um longo período, causando em mim:     


(...)"Aumenta a segurança pessoal e a introversão. 
Pode ser mais observador dos hábitos alheios e, 
por isso, mais prevenido. Ar misterioso e 
 natureza investigativa. É combativo, mas de 
modo diplomático, inteligente e indireto". 

(By Blog Panorama Astrológico)



Embora eu ainda preserve as minhas características básicas de libriano, sinto-me atípico e, de fato, não é de todo ruim. Identifico-me com essa parte escorpiana prevalecendo em mim. Cuido com a ferroada, pode sobrar para você!!! rs...

terça-feira, 1 de outubro de 2013


"As lágrimas não reparam os erros!!!"

♫ Pitty - Na sua estante

"Eu não ficaria bem na sua estante..."