terça-feira, 8 de novembro de 2016

O mundo despedaça à todos...





"O mundo despedaça à todos, Travis. Ou muito bom ou muito gentil ou muito corajoso. E aqueles que ele não despedaça, ele mata. Não é vergonha ser um homem despedaçado, só tem que juntar os pedaços e começar a reconstruir". 

(A escolha, 2016) 

A escolha (2016), O filme





E por falar em filmes... Acabei de assistir The Choice, A escolha, baseado no livro do autor Nicholas Sparks. Super indico. Tão emotivo quanto aos demais filmes baseados nos demais romances dele: Um amor para recordar (2002), Diário de uma paixão (2004), Noite de Tormenta (2008), A última música (2010), Querido John (2010), Um homem de sorte (2012), Um porto seguro (2013), O melhor de mim (2014), Uma longa jornada (2015)

Se eu estivesse no lugar do Travis, o que eu faria... Enquanto a esperança ainda estivesse viva em mim, apesar do diagnóstico pessimista dos médicos, eu não desligaria os aparatos mesmo sendo super à favor da eutanásia. Em alguns casos, a medicina não pode precisar com 100% de certeza os diagnósticos que ela preconiza, então, onde há chances, há que ter fé na recuperação. Nunca é fácil dar o último adeus. 

É diante da morte de que nos damos conta de que as demais coisas que nos perturbam (falta de grana, perda do emprego, término de um relacionamento, briga com um ente querido...), se tornam tão menores e quase insignificantes.   

Se você for assistir, prepare o seu lenço de papel.    

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

One time by Marian Hill






(...) I'm not the kind of drum you play one time

One more time
Play play the drum
One more time
Play play the drum
One more time...

Want To Want Me by Jason Derulo





(...) You open the door
Wearing nothing but a smile
Fell to the floor
And you whisper in my ear
"Baby I'm yours"...

Águas rasas (2016), O filme




Filme de ataque de tubarão já está tão batido, com tantas versões trashes e absurdas (tubarão-pré-histórico, tubarão-zumbi, tubarão-robot, tubarão-mutante, sharktornados, ataques em locais improváveis como na terra, em cavernas e em supermercados, enfim, o que mais a sua imaginação possa alcançar), que fazia um bom tempo que eu assistia algo interessante sobre esse gênero. 

Apesar de poucos ataques (4) e poucos atores contracenando, Águas rasas consegue entreter sem ser um filme chato e com boas cenas de suspense. Fica a dica.   

Para fugir do tédio do fds, sessão pipoca!!!


Esse final de semana que passou eu estava tão à toa... além de hibernar, claro, eu fiz a minha própria sessão pipoca da madrugada. Eu não sei se eu estou muito exigente, mas, sinceramente, nesses dois últimos anos (2014 - 2016), poucos filmes de Hollywood me agradaram. Além dos novos lançamentos, eu tenho assistido filmes de outras nacionalidades como britânica (com uma boa safra de comédias românticas), francês (com dramas interessantes e atuais, bem diferentes daquela linha existencialista da década de 80), latinos e sul-coreano (o show de efeitos especiais compensa a limitação dramática e de interpretação dos atores).

Tudo para entreter. Acabei assistindo "O doce veneno", um drama francês protagonizado por Vicent Cassel, e o "Pânico na torre", um filme catástrofe sul-coreano que tem uma história bem interessante e com bons efeitos especiais. Enfim, Livrai-me de todo tédio, amém!!!    

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Bruxa de Blair (2016)






Época muito favorável para assistir filmes com a temática sobrenatural: A bruxa está solta. E por falar em bruxas, espíritos, superstições e maldições, eu aproveitei para assistir Bruxa de Blair. No que diz respeito as cenas de suspense na floresta, tudo dentro do previsto, nada de muito diferente das cenas dos filmes anteriores e dos outros filmes do gênero. Diria eu, muito previsível.

Odeio essa tendência de gravar as cenas de suspense no mais completo breu e que pouco revelam. Sugere-se muito e oferece muitas poucas respostas. Esse filme não fugiu à regra. Confesso que me deixou bem frustrado, pois todo o clima de suspense que foi criado em cima dele, eu esperava mais, bem mais. Todavia, entretem e não é cansativo.         

Acabou. Vire à página...





Pois é, filhinha, acabou. Eu não quero fazer a linha "eu te disse" porquê não é muito do meu feitio e nem tão pouco do meu estilo chutar cachorro morto. Também não cabem mais críticas e nem puxões de orelha, porquê quem está na merda precisa de papel higiênico para limpar a bunda ou um colo macio para chorar e sentir-se um pouco mais confortável e seguro(a).  Compreendo o seu momento de luto, mesmo não podendo sofrer por você, eu espero que você encontre a fortaleza interior e a sabedoria necessária para ajudá-la à enfrentar a dor e a desorientação que o rompimento produz. Mais cedo ou mais tarde, todo mundo precisa renascer das suas próprias cinzas quando se depara com a separação.
 
Sei que dói, principalmente quando ainda há sentimento envolvido, mas... vire a página. Esse caminho ninguém fará por você. Faça um profundo exame de consciência, tentando compreender o que aconteceu e a sua participação nisso tudo, distancia-se dele ao máximo que der e você puder, vá investir em você e deixe o tempo agir. Esquecer e superar demanda tempo, é um processo a ser vivido todos os dias até que deixe de doer ou você aprendeu a lidar com a ausência deixada.
 
A música "Como quién pierde una estrella", interpretada magistralmente por Fernando Fernández, te cai como uma luva:


 (...) Te quiero
Que pena haberte perdido
Como quien pierde una estrella que se le va al infinito

Ayaaaaaaaay
Ayaaaaaaaay
Ay, quiero que se oiga mi llanto como me dolió perderte
Después de querete tanto...



 Sei que essas lágrimas e sua apatia faz parte desse momento, todavia, toda essa intensidade poderia ser reduzida ou direcionada se você tivesse se preparado emocionalmente para o fim. Uma coisa é você ser pego(a) de surpresa quando a outra parte cospe na sua cara o famigerado "acabou", outra bem diferente e o seu caso, quando o relacionamento já demonstrou inúmeras vezes sinais de cansaço, desgaste e desarmonia. Todos nós sabíamos que o rompimento definitivo era apenas uma questão de tempo - pelo menos, para mim, já era algo certo e esperado, diante de tantas idas e vindas, términos e recomeços.
 
Mesmo não achando que ele fosse homem para você, por "n" motivos, sempre respeitei a sua vontade e me mantive à margem. Mas, se você tivesse se preparando psicologicamente para esse momento, pois chances e tempo para isso você teve, agora você poderia estar lidando com mais serenidade, resignação. Como você não fez, até o último momento você não quis acreditar que chegasse, você acabou cometendo o erro clássico de toda mulher enamorada: Crer que o seu amor era suficiente para mudá-lo de ideia ou faria magia evitando essa dor que você está sentindo agora.  
 
Pode até soar cruel o que eu possa te desejar, mas esse sofrimento é bem vindo e precisa ser vivido para você deixar de ser tão inocente, pensava que você fosse mais descolada, e se tornar uma mulher mais forte e experiente. Afinal, um namoro rompido não é o apocalipse. Tudo nessa vida passa ou se acomoda, inclusive você e ele também. Passa, vai passar... Ainda há tanto por vir, por conhecer, por envolver e deixar-se envolver.

Às vezes, a racionalidade não é sinônimo de insensibilidade, mas de sabedoria. Ou eu sou muito insensível ou o povo é muito frágil, porquê eu não propago a ideia de poupar os outros das suas próprias aprendizagens, mesmo que o sofrimento esteja implícito nesse processo de crescimento e evolução.       

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Come with me now by Kongos






(...) Afraid to lose control
And caught up in this world
I've wasted time, I've wasted breath
I think I've thought myself to death...

...  I need to move, I need to fight
I need to lose myself tonight...

Hunter by Pharrell






(...) This an animal instinct that'll hunt you down

So baby, ooh-ooh
My love is kung fu-uuh
And baby, ooh-ooh
My love is kung fu-uuh...

"As lágrimas não reparam os erros!!!"

The Verve - Bitter Sweet Symphony (with lyrics)

♫ Pitty - Na sua estante

"Eu não ficaria bem na sua estante..."