domingo, 29 de maio de 2016

Cuidar não é superproteger





Quem ama, cuida. Algo inquestionável e nem entremos no mérito dessa questão, pois o instinto de proteção é inerente à qualquer espécie animal, incluindo a nossa. Porém, o culto à super proteção, deforma. Deixando as pessoas sem iniciativa, acomodadas, desencorajadas, emocionalmente frágeis e dependentes, sem perspectiva e inseguras para enfrentar os seus próprios problemas e um furacão chamado vida.

Poupar, poupar, poupar... poupar...  e poupar. Que classe de persona é essa criada numa redoma de vidro que precisa ser poupada de tudo e de todos?!!! A superproteção extremada a paralisa diante das primeiras dificuldades que apareçam em sua frente. Sem dúvida, deixando-a despreparada para enfrentar a vida - Dona Vida pode ser cruel e passar por cima de você como um trator.   

Também se cresce e se fortalece diante da dor. Alguns sofrimentos são necessários e, por mais que se queira, não dá para evitá-los. Faz parte do nosso processo de aprendizagem e amadurecimento, apesar de ser à custa de lágrimas e dores. É preciso estar preparado para enfrentar tudo o que se possa apresentar, cada uma em sua fase e em seu momento. Quem foge dos problemas, acaba sendo engolidos por eles.

Nesse sentido, cuidar não se limita ao ato de superproteger, mas orientar, respaldar, apoiar, estender à mão ou quiçá dar um colo quando se for necessário. Não é criando um incapaz que o fará mais forte e feliz para enfrentar as vivissitudes da vida.

O impulso de ir





Às vezes, o impulso de ir é maior do que a súplica para você ficar.

Respira fundo, ergue a cabeça e vai... Das vezes que eu fui, se antes eu não poderia prever o resultado final, hoje, eu sei, que naqueles momentos foi o melhor que eu poderia ter feito, mesmo sem saber disso. Riscos muitos, garantias nenhuma.

Quanto às súplicas, aos rôgos feitos, me desagrada em demasia quem "pede penico". Diria até que me dá um abuso infinito. Não gosto de pessoas frágeis, débeis de caráter, com pouca personalidade e nenhum amor próprio e subservientes. Aos pedintes de afeto, perdão, mas, esse comportamento é o cúmulo da carência e causa em mim uma profunda lástima. Sem esmolas por hora.

Humildade e caridade não é muito o meu forte, talvez, por isso, na próxima vez, quando houver a distribuição delas no céu, eu entre nas suas filas mais de uma vez.  Sou muito rebelde, temperamental e altaneiro para ser servil. I'm so sorry, but... fuck you!!!  Não é que eu seja de todo frio e indiferente à dor e tragédia humana, mas, eu admiro quem tem força de espírito e caráter para não viver em plano de eterna vítima das circunstâncias. Se é para cair, caia... de preferência em pé. 

Reconhecer um erro é mais do que válido, nobre até. Mas, ficar se justificando sempre pela mesma coisa é chato e cansativo. Quem se abaixa muito acaba por mostrar o fundo das calças. Para não fazer ridículo, há de se saber a hora certa para sair de cena, de se retirar - quase uma "saída estratégica pela direita" ou à "francesa", se melhor lhe parecer.

Se é para ir, vá. Siga o seu rumo. Não perca o foco olhando para traz... O tempo urge e a roda da fortuna gira. Adelante!!! 

Se é para duelar...





Se eu ainda me recorde bem das aulas de catecismo, um dos 10 Mandamentos consiste em: "Não cobiçarás a mulher do próximo". Quando se ultrapassa esse limite, pondo os olhos em alguém já comprometido(a) ou que encontra-se interessado(a) por outra persona, você já está em situação de desvantagem. Ir ou não ir em frente é uma decisão sua.

Seja por teimosia ou capricho ou obsessão ou por competição ou por se enamorar da pessoa equivocada ou carência ou  _______________, existe uma missão à ser cumprida: Se apossar de um coração improdutivo, já ocupado por alguém que não seja você. Se vale a pena ou não tentar, o quanto lhe vai demandar investir nisso, se você será vitorioso(a) ou não no final, é algo que você irá descobrir no decorrer do processo.    

Nem em todos os duelos de amor, o desafiante consegue vencer o desafiado, à não ser que o relacionamento já esteja deteriorado e descendo a ladeira vertiginosamente e o amor acabado. Nesse caso, o espaço existe. Num contexto contrário, nem sempre David é pareo para Golias. Todavia, cada um sabe das suas próprias armas e encantos para ir à luta.   

Já o mérito da disputa, é uma decisão pessoal. Não ouso dar palpites ou conselhos, apesar dessa dinâmica de competição me deixar exausto e entediado. Ou estar comigo ou estar comigo, se não estiver, vá resolver a sua vida: Hasta la vista, baby!!! Eu tô ficando velhinho, então, já não tenho mais ânimo e nem disposição para travar batalhas com "moinhos de vento". Foi-se o tempo que ao ser desafiado, afrontado, dava pelea e perder estava fora dos meus planos, contudo eu sempre respeitei e respeitarei os relacionamentos alheios - Eu posso ser tudo o que você quiser, menos um vil oportunista e traiçoeiro. 

Se é para duelar, que duelem por mim. Meu nome é comodidade. 

sábado, 28 de maio de 2016

Mantenha-se privado, o que deve ser privado



Nem tudo precisa ser dito ou compartilhado. Algumas particularidades da nossa vida são de foro íntimo e como tal só nos diz respeito e à mais ninguém. Independe se são segredos ou doces e/ou amargas lembranças e experiências ou pequenos delitos ou malfeitos ou fatos comuns e correntes ou hábitos estranhos e/ou curiosos... não importa, quem decide o que pode ou não ser ventilado sobre a sua vida íntima e pessoal é só você.   

Não é porquê faz parte da sua família ou frequente a sua cama e intimidade ou seja seu(ua) amigo(a) que você tem algum compromisso ou obrigação de informar tudo o que te passa. Aos metidos e fofoqueiros de plantão, violar a privacidade alheia reflete bastante o vazio e quão desinteressante devem ser as suas próprias vidas.

Quanto à questão da privacidade, todo mundo tem o direito de preservar a sua, por isso, quanto mais você for uma figura pública e popularidade tiver, mais probabilidades haverão dessa privacidade ser devassada para saciar a curiosidade alheia. O show business está aí para nos lembrar através da indústria do entretenimento e da fofoca de (pseudo)celebridades.

Se você tem algo à esconder, esconda, muito bem escondido. para não vir à luz e ao domínio público. Todo mundo tem algo à esconder, seja uma grande verdade ou uma pequena mentira. Ter segredos faz parte da dinâmica da existência humana e, o que diz respeito aos seus segredos e mistérios, só você saberá o que mantê-los ocultos representam para você.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

E por falar em preconceito...




Não sejamos hipócritas, cada um de nós temos os nossos próprios preconceitos, independente ou não se temos a coragem e o caráter necessários para admiti-los e enfrentá-los sem máscaras e pretextos. Nem todo mundo é tolerante e humilde o suficiente para lidar com as diferenças e os seus próprios conflitos.

Partindo desse pressuposto, mais do que admitir qual é o seu preconceito é preciso aprender a lidar com tudo aquilo ou aquele que te provoca reações e emoções negativas a partir de uma postura civilizada, baseada no equilíbrio emocional e bom senso. Você pode não aceitar quaisquer que sejam as diferenças, rechaçá-las até,  todavia, não precisa apelar para a violência física e psicológica e a repulsão humilhante do bullying. E para os fóbicos de plantão, várias sessões de psicoterapia caem muito bem!!!

As diferenças e as desigualdades estão aí para serem confrontadas por intermédio da reflexão e do debate de ideias, mesmo que causem algum incômodo em você. Você tem o direito de não aceitar, manter-se distante e ausente, porém não precisa crucificar ou atirar pedra em seu oposto, em seu avesso. Para se viver bem e em harmonia é preciso conviver com as diferenças político-partidárias, econômicas, religiosas, étnicas e raciais, estéticas, sexuais, ideológicas e outras para que a humanidade não esteja subjugada à barbárie e ao caos social.

É muito mais fácil apontar os defeitos dos outros e tentar ridicularizar do que compreender as razões que regem um comportamento alheio e o contexto que o envolve. Investigar o desconhecido à fundo custa trabalho e empenho. Para lidar com o preconceito é preciso abrir a mente, expandir o horizonte e a percepção, deixando de ter uma mentalidade e um proceder limitados.

Expanda-se!!! Evolua!!! Liberte-se dos seus preconceitos. 




terça-feira, 24 de maio de 2016

Com o passar do tempo... Será que pode mesmo?!!!


"Eu não te amo, mas... quem sabe, com o tempo, eu possa te amar". Será que pode mesmo?!!! Eu tenho cá as minhas dúvidas, porquê eu só concebo o amor como uma expressão espontânea e recíproca de afeto - se não for, não me interessa.

A filosofia oriental de que o amor nasce com a convivência tem a sua coerência, porquê o tempo pode ser um bom aliado para oferecer boas descobertas e proporcionar aproximações entre as pessoas. Porém, nós estamos tratando de sentimentos, de subjetividade, algo intangível que não pode ser manipulado à nossa vontade, ânsia e opressão. Não se trata de cálculos e/ou equações matemáticas que pressupõem resultados exatos, objetivos. Nem tão pouco é um mero e vulgar objeto que pode ser arrumado numa cômoda do quarto ou exposto em uma prateleira da sala de visita ou escritório ou centro comercial. 

Na cultura oriental, o matrimônio é uma extensão das negociações familiares para reunir empórios e interesses econômicos, onde, por tradição, os filhos são obrigados a atender as exigências dos seus pais, não considerando os seus sentimentos e as suas vontades como a base fundamental para se casar - casar-se enamorado não é a via de regra. Até aí, esse modelo pouco ou nada romântico também pode ser encontrado no Ocidente.

Mas, quando se trata do povo latino, o nosso sangue é quente, somos essencialmente passionais, onde a obediência e a visão fria e objetiva de uma negociação não são eficientes para suprimir ou conter os nossos sentimentos. As emoções latinas são exageradas, impulsivas e essencialmente dramáticas. É uma característica afetiva da cultura latino-americana.    

Antes de tentar construir um amor, uma relação genuinamente amorosa, necessita que as pessoas estejam dispostas e abertas à essa construção. Mas, para chegar ao fim, ao amor almejado, é preciso ter dentro de si, dentro do coração, outros ingredientes para que esse amor possa surgir e crescer entre duas pessoas que possam se enamorar com o passar do tempo. Se houver restrições, negativas e má vontade, dificilmente se poderá construir um amor, uma relação terna e sana.

Nesse contexto, seja no Ocidente ou no Oriente, eu não acredito que o amor possa ser construído a partir de obrigações, exigências, regras. Amar requer liberdade, espontaneidade, bons sentimentos e emoções, calor humano... Não creio que possa ser forçado, ajustado de acordo com os nossos interesses e conveniências.     

É claro que o amor pode chegar com o tempo, mas, precisa de um contexto propício para que isso aconteça, sem pressões e opressões, sem travas, sem muralhas. Se um relacionamento com amor já é complicado, imagine sem e ainda mais se for regido por compromisso moral. Se o casamento estivesse dentro das minhas prioridades, cursi ou não, só me casaria se fosse unicamente por amor.    

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Quem se deixa usar...




Nem piedade, nem contemplações. Muito menos, afagos. Quem se deixa usar não tem qualidade moral para fazer reclames depois, pois de antemão já deu o seu consentimento para futuras situações degradantes, sendo alvo de desvalorização, desrespeito e humilhações. Quem não se respeita e não tem amor por si mesmo, rifa-se!!! Deixa-se pisar como o capacho desgastado da entrada.

Há quem queira se fazer de muito espertinho(a), deixando-se usar para tirar proveito da situação. Tanta astúcia pode se transformar em um tiro no próprio pé, pois já se colocou à mercê dos caprichos e (des)mandos do(a) seu(ua) "dono"(a). Quando se submete as regras do jogo, tem que cumpri-las. As relações tem dessas coisas.

Se por acaso você se cansar dessa situação. ao invés de bravejar entre reclamações sem efeito, você já abriu precedentes antes, lembra-se?!!!, cabe à você o último suspiro de dignidade: saia de cena. Nunca é tarde para romper uma situação degradante e tentar corrigir o seu caminho.

Esteja certo de que pior do que "sair de cena" é deixar-se usar deliberadamente como um mero objeto. Se ser tratado(a) como uma coisa não lhe causa conflito e te deixa em pleno estado de graça, adelante!!! Se não, algo precisa ser mudado em você, na sua conduta e percepção.    




Oh povo ciumento!!!




Me incluo também. Mas, quando se trata de demonstrar o meu ciúmes, eu procuro ser pouco óbvio, porquê, para mim, além de ser uma prova contundente de desconfiança e insegurança, é um sinal de debilidade de caráter. Não é do meu estilo e feitio colocar-me em evidência diante das minhas conquistas e relacionamentos e, muito menos, demonstrar as minhas fragilidades. Por estratégia, não gosto de me colocar nas mãos dos outros. Por temperamento, eu gosto de ter o controle da situação, assim me sinto mais cômodo. 

Todavia, até aonde eu me recorde, eu não sou um ciumento neurótico com mania de perseguição e cheio de paranoias e nem protagonizei cenas e pleitos no meio da rua. Para eu perder o controle de mim e da situação e "rodar a baiana" é porquê a falta de respeito foi gigantesca, chegando ao cúmulo do descaro - ainda não cheguei a esse ponto.

Também sou muito seletivo com quem eu sinto ciúmes. Na minha lista só consta duas pessoas: Minha sobrinha (meu xodó) e uma amiga da época de colégio por quem fui apaixonado (a paixão passou, mas o ciúmes ficou). São as únicas pessoas que me dão um certo trabalho para não revelar a minha parte ciumenta. Nem com as minhas relações amorosas procedo assim, administro os meus sentimentos ao meu favor - pode aparentar uma certa frieza e manipulação da minha parte, mas os librianos me entenderão.

Me considero pouco ciumento, porque sou desapegado por natureza e também compreendo que ciúmes em demasia torna-se em patologia. Nem gosto e nem quero me tornar um ciumento que precise de tratamento psicológico. Relações tóxicas e conflitivas, tô fora!!! Protagonizar cenas de ciúmes é tão degradante quanto essencialmente chata e cansativa para o relacionamento.

Enfim, ser ciumento é um atraso de vida, além de ser uma perda de tempo e energia. E não serei eu que tornarei a minha companhia um fardo e um desestimulo. Nem tão pouco eu quero ser objeto de ciúmes, me dá uma flojera infinita.        

domingo, 22 de maio de 2016

Filhinha, a culpa é sua!!!






Filhinha, a culpa não é dele, mas sua. Admita. Darei-lhe alguns motivos:

Primeiro, quando se deixa uma história de amor mal resolvida no ar, o destino assopra e o vento traz de regresso, mais cedo ou mais tarde. Assim, se ainda há algo por se resolver... , essa fatura será cobrada - A Dona Vida se encarregará disso. Eu não tenho a menor dúvida.

Segundo, para fugir dos seus próprios sentimentos, você foi se refugiar nos braços de outro. Você pode se refugir em qualquer parte do planeta, nos braços de quem você quiser, mas aonde quer que você vá, os seus dilemas estarão junto com você.

Terceiro, já que você quis se casar com quem você não amava... aguente as consequências das suas escolhas e, pelo menos, cumpra com o seu papel como esposa. Machismo à parte, o seu marido tem todo o direito de esperar de você: Cama, mesa e banho. É o mínimo que se espera, não é?!!!

Ao negar-se a cumprir com as suas "funções" de esposa, é o cúmulo da quebra das regras de um casamento. Quem não sabe brincar, não desce para o play, simples assim. Ninguém colocou uma pistola na sua cabeça para dizer o tão aguardado "sim" no altar.

Portanto, se o amor da sua vida regressou para bagunçar os seus planos e as suas regras, mexer com o seu juízo e desorganizar o seu casamento, com certeza, a culpa não é dele. Se há espaço para o caos, com interferência ou não dele, a responsabilidade é sua porquê você permitiu isso por não afrontar o que sentia e não resolver o que precisava ser resolvido. É muito fácil responsabilizar os outros das nossas próprias culpas. Pense nisso!!! 

sábado, 21 de maio de 2016

Como lidar com a morte?!!!




Num primeiro momento?!!! Não se lida, sente-se: dor, desespero, desamparo, abandono, impotência, desnorteio, raiva, indignação, incompreensão, ..., todos esses sentimentos negativos e naturais diante de uma perda tão definitiva como a morte. A negação é a expressão do primeiro grito de dor quando alguém importante se vai e nunca mais regressará.

O fato é que ninguém está preparado para aceitá-la logo de início. Custa e demanda tempo para aprender a lidar com a partida. Dependendo dos laços de afeto que se estabelecem com quem partiu, aprendemos a lidar com essa ausência, embora jamais esquecida e em alguns casos insubstituível. Dessa ausência, de vazio só resta uma saudade infinita.

Eu posso falar desse tema como ninguém, por ter já sentido em carne própria como é lidar com uma perda dessa dimensão. Há quase 9 anos eu perdi a pessoa mais importante da minha vida, alguém que me amava e me apoiava incondicionalmente - minha amada Filozinha, minha mãe. Depois do seu falecimento, qualquer perda que veio após disso, se tornou pequena para mim. Todavia, não há um dia sequer que eu não me lembre dela, dos seus ensinamentos, das suas peculiaridades. É uma saudade infinita.

O que me ajudou a lidar com a sua morte foi deixar o tempo agir. O tempo ameniza parte da tristeza que se converte em nostalgia. O que me também ajudou nesse processo foi me apegar à ideia de que: Todo o sofrimento físico causado com a sua enfermidade foi terminado. A sua liberação superou qualquer apego do meu egoísmo de tê-la ao meu lado, sofrendo em vida - eu sou avesso à qualquer forma de sofrimento. Amar é também deixar partir.

Muitas vezes, não nos damos conta como os nossos queridos animais de estimação são importantes para nos ensinar a lidar com essa despedida. Os nossos pets além de nos darmos carinho desinteressado e companhia, são o contato mais cercano que nós temos para lidar com a morte de perto. Quem nunca sofreu e chorou com a morte do seu animalzinho?!!! A minha vida inteira, em minha casa, sempre tivemos a alegria de ter bichinhos de estimação entre nós. 

Todavia, esse primeiro contato com a morte, não é totalmente eficiente e nem nos torna indiferentes quando nos deparamos com grandes perdas, como a morte dos nossos entes mais queridos, quem mais amamos. E, diante desse contato, é pertinente destacar que cada um de nós tem uma forma íntima e particular de lidar e reagir com as nossas perdas. Cada um sente e lida com sua própria dor à sua maneira, não existe regras para sofrer e chorar pelos nossos afetos que partiram. Por isso, quaisquer críticas ou bullyings alheios tornam-se insignificantes.   
  

"As lágrimas não reparam os erros!!!"

The Verve - Bitter Sweet Symphony (with lyrics)

♫ Pitty - Na sua estante

"Eu não ficaria bem na sua estante..."