segunda-feira, 9 de maio de 2016

Regras & Rótulos - Elas te definem e te fazem feliz?!!!






A sociedade tem as suas "regras" e, para se viver nela, é preciso respeitá-las - se não todas, parte delas. Nem sempre elas são ou serão eficientes, inclusivas ou justas, mas, para não vivermos um estado caótico e degradante, a ordenação social se faz necessária. Para mim, a barbárie humana jamais será uma opção.  

Em nome dessa ordenação, cada um de nós temos um papel à cumprir dentro desse universo social, onde nos são destinados vários "rótulos" que possam nos classificar, nos agrupar, nos definir. Alguns rótulos/etiquetas nos definem muito bem, outros nem tanto. Todavia, quem não está satisfeito com as regras que nos impõem ou com os papeis que nos tocam à cumprir ou com a sociedade de um modo geral, cabe a opção de não aceitar e rebelar-se contra o sistema que nos é imposto antes mesmo de nascermos.

Andar na contramão do sistema tem um preço à ser pago: o rechaço. Por não cumprir certas condutas éticas e morais e deveres cívicos e sociais faz de você alvo de punições legais, críticas, julgamentos, calúnias, difamações, desprezos e humilhações. A sociedade através dos seus rechaços e preconceitos, pune aqueles que se voltam contra ela e suas regras, deixando-os à margem, marginalizando=os e agrupando-os em minorias sociais - cada minoria passa à lutar por seus direitos civis como pode.

Assim como as regras, os rótulos também são vários e vão evoluindo de acordo com as transformações sociais. Todavia, se resignar com rótulos e deixar-se guiar por eles, é ter uma vida e uma existência limitada, onde não importa os seus desejos pessoais, mas apenas a sua produtividade social. Nem sempre ou quase sempre essas regras e rótulos conseguem dar conta em totalidade da complexidade humana e por isso sempre haverá conflitos de interesses devido a sua legitima insatisfação.    

Eu não sei você, mas eu sou maior do que qualquer "rótulo" que possam me atribuir. Todavia, mesmo que em alguns momentos eu possa andar pela contramão, eu estou seguro que determinadas regras são de suma importância para manter um convívio social e interpessoal sano e respeitável. A sociedade precisa de regras, desde que sejam oportunas, coerentes, atuais e que consigam abarcar a realidade, sobretudo que elas sejam inclusivas e conciliadoras em prol de todos e não de uma minoria abastada e privilegiada. 

Nesse âmbito são tantos rótulos/etiquetas que nós carregamos na vida e pela vida como se fossem verdades absolutas e são tidas como unânimes sem sê-las. Nem tudo o que aparenta é. Até que ponto se submeter às regras e aos rótulos te fará feliz?!!! Te definem em plenitude?!!! Alguns me definem, outros não passam nem perto. Alguns me satisfazem, outros nem tanto. Algumas regras e alguns rótulos apenas conseguem definir parte de mim, parte da minha complexidade, parte das minhas verdades. 

domingo, 8 de maio de 2016

Mães, meus respeitos e felicitações!!!




Mãe, um pequeno monossílabo, mas com tanto significado. Vai além do dom da vida e não se resume apenas à uma função pariental. É a expressão de um indestrutível e incansável sentimento. Já não tenho mais a minha ao meu lado, mas, o que eu sinto por ela, continua intacto e o tempo não tem a força necessária para apagar os nossos momentos, o nosso elo, a sua lembrança e a falta que você me faz.

Nessa data tão nostálgica para mim, dedico-te o meu infinito amor. Filozinha, mi estrella mayor, mi amor por ti jamas quedará no olvido. Estoy seguro!!!

Para todas as mães, os meus respeitos e felicitações: Feliz Dia das Mães!!! 


  

Enquanto algumas tem dignidade, outras...




Enquanto algumas tem dignidade, a força e o caráter necessários para sair de situações degradantes e vexatórias, outras fazem o inverso, rastejando-se e mendigando por migalhas de afeto e atenção que as deixarão sedentas e famintas por um sentimento incompleto ou ausente que não as preencherão. Apenas restará o limbo, o vazio.

Insatisfação - Frustração - Amargura: A tríade (im)perfeita para quem não respeita a si mesmo e, por falta de vergonha na cara ou amor próprio, dependência ou carência, passividade ou submissão, quiçá o pacote completo, coloca-se em situações deploráveis e humilhantes. E, diante dessa postura, em frente do outro, acabam se rebaixando tanto que acabam por mostrar o fundo das calças.  

Como bater palmas para quem serve de capacho?!!! Não aplaudo e nem tão pouco sou apiedado. Não tenho admiração e nem simpatia por quem se deixa pisar, quem pisoteia a sua própria dignidade.      

O beijo que alvorotou as redes sociais




Enfim, após 3 anos de rumores, se eram namorados ou não, um paparazzi conseguiu flagrar os atores Fernando Colunga e Blanca Soto, beijando-se num aeroporto em Miami, ao se despedirem quando a atriz ia pegar um voo para o México. Esse flagrante foi suficiente para deixar as redes sociais, as fans e os teams do casal e os sites de fofoca e de entretenimento alvorotados com a notícia e a veiculação do video com exclusividade nesta sexta-feira (06/05/2016) no "Suelta la Sopa", programa vespertino e especializado em fofocas sobre as celebridades  do canal Telemundo. 

O beijo dado é o de menos diante da dimensão que essa prova de carinho representa, pois esse flagrante reforça a teoria do relacionamento de três anos em que eles mantém oculto, iniciado durante as gravações da novela "Porquê el amor manda" (2013), protagonizados por ambos como o casal principal Jesus Garcia & Alma Montemayor. Seria a prova que faltava para certificar o romance que existe entre eles, para deixar em êxtase todos os fãns e seguidores que torcem pelo casal.

Por outro lado, também é uma evidência para combater as especulações que giram em torno da misteriosa e discreta vida amorosa e as dúvidas sobre a sexualidade do Fernando Colunga. Se ele é gay ou não, essa polêmica é uma grande bobagem, porquê não será um beijo ou um suposto relacionamento que garantirá a heterossexualidade do ator. Para mim, não faz diferença qual é a sua identidade sexual, pois é algo que concerne apenas à ele e com quem divide a sua intimidade em 4 paredes, porquê isso não interferirá no seu talento e profissionalismo como ator e ele deixará de ser um dos principais galãns dentro e fora do México. Todavia, eu não creio que ele seja gay e nem tão pouco acredito que o seu relacionamento com Blanca Soto seja recente ou uma nuvem de fumaça ou um golpe publicitário.

Até entendo que, tanto Fernando Colunga quanto Blanca Soto, queiram manter a privacidade das suas vidas pessoais, por serem figuras públicas mundiais e sempre estão expostos à curiosidade alheia e as especulações e aos comentários mal intencionados da mídia sensacionalista, como também uma forma de proteger e blindar a relação deles. Todavia, manter uma atitude de negação e não admitir a relação que existe entre eles (já é inevitável esconder), pelo menos deveriam assumir para os seus fãns e seguidores que tanto os admiram e respeitam, é uma forma de manter os holofotes ainda mais sobre eles, deixando-os constantemente sobre o alvo de maledicências e fofocas e perseguições da indústria sensacionalista, sedenta por furos de reportagem e escândalos. Uma vez assumido o romance, o alvoroço passaria, até porquê ambos são adultos, livres, desimpedidos, independentes e não precisam dar satisfação do que fazem ou deixam de fazer.

 Não falar, negar as evidências, tentar despistar à mídia e a curiosidade do público não é uma atitude muito inteligente. Você pode satisfazer o público sem precisar dar maiores explicações, até como uma forma de mudar o foco da notícia após uma grande repercussão e virar os olhos para o outro lado - a notícia de hoje estará embrulhando o peixe da feira de amanhã.

Em 27 anos de carreira, Fernando Colunga vem mantendo uma postura e coerência muito clara para lidar com esse tipo de situação, todavia, eu também creio que ele deve saber que manter-se como uma ostra pode se voltar contra ele mesmo. Não dá para se blindar e manter o controle o tempo todo, pois, flagras como esse, geram barulho e fogem do controle também. A repercussão da notícia já está sobre o domínio público e online, plasmado nas páginas de diferentes sites, inclusive o oficial da Televisa, onde ele e Blanca já são taxados oficialmente como noivos.

Noivos ou não, o que realmente desejo para ambos é que sejam felizes e que o relacionamento entre eles gerem bons e duradouros frutos. No fim das contas, é o amor quem manda.           

sábado, 7 de maio de 2016

Quando eu te esqueci?!!!





Quando eu te esqueci?!!! Não tem uma data certa. Não utilizei uma fórmula mágica ou miraculosa para isso. Foi um processo, o meu processo. Motivos foram muitos, baseado numa somatória deles - tantos os meus quanto os seus. Todavia, para te esquecer, ...


... Eu precisei de tempo.


O tempo necessário para objetivar a nossa relação, compreendendo tudo o que aconteceu com nós dois e a nossa história, de preferência, me desfazendo e me desnudando definitivamente de qualquer ilusão ou sentimentalismo para manter viva uma falsa de esperança de regresso do que não iria e nem irá mais regressar. Compreender para colocar um ponto final e deixar no passado, o passado.

O tempo necessário para diluir os meus sentimentos. Superar aqueles que causam tormentas, desapegar os que me deixam apegado e amenizar os que causam inquietude.  Enfim, aprender a lidar e a desmistificar os sentimentos e sensações que você causava em mim.

O tempo necessário para que o meu coração sinalizasse que estaria pronto para seguir à diante. Buscar um novo recomeço, uma nova história. Deixar nascer novos sentimentos e novas ilusões. 



... Eu precisei de distância. 

 

De distância para evitar contatos e vínculos. Para não continuar mantendo uma ligação de dependência física e afetiva, para não manter vivo um costume, um hábito. É preciso desligar-se, para esquecer. Para substituir velhos hábitos, lembranças e sentimentos por novos. Construir novas dinâmicas.  

Se por um lado, o distanciamento pressupõe uma certa frieza e ruptura, por outro é liberação, é estar disposto à novidade, as novas possibilidades que possam surgir.



... Eu não precisei ocupar um vazio para não estar sozinho.


Ocupar um lugar, um posto, um espaço vazio apenas por ocupar. Substituir um amor por outro, em curto espaço de tempo, como se fosse uma peça de roupa suja que pode ser trocada de uma hora para outra para fugir da solidão ou buscar uma saída rápida para substituir parcerias e afeto, usando as pessoas como se fossem estepes ou bengalas afetivas ou tábuas de "salvação" para evitar o seu sofrimento e despeito  e esquecer quem ainda continua ocupando um espaço importante no seu coração e nos seus pensamentos e lembranças.

Eu não acredito em substituições, mas, em conquistas. Em você está disponível e disposto para dar oportunidades para conhecer novas pessoas e construir novas relações sem ter sombras e fantasmas do passado para lembrar quem um dia foi, remover velhos sentimentos que já deveriam estar superados e nem abrir velhas feridas. Para não precisar fazer comparações desnecessárias entre o passado e o presente - sutilmente as diferenças são percebidas sem maiores esforços ou pressões.  



 Nesse processo, eu precisei de tempo, distância e solidão para me refazer, para poder sanar o meu coração sem magoar ou usar ninguém para poder te esquecer. O esquecimento chega ao seu tempo, apesar de não ser uma reconstrução fácil e indolor. Custa paciência, momentos de indefinição e autoanálise.

Os meus gritos calados

Quantas vezes eu precisei gritar calado?!!! Com certeza, foram poucas. Não é do meu estilo calar ou dissimular os meus sentimentos e as minhas opiniões e nem tão pouco é do meu temperamento impulsivo (confesso que já foi mais, muito mais) falsear. Sou dado ao sincericídeo, por achar mais honesto e menos complicado lidar com as circunstâncias de frente, cara a cara. Andar entre dualidades me cansa.

Se calei, foi em nome da minha própria conveniência: Para não expor em vão os meus sentimentos, por autoproteção diante de negativas e rechaços para não ficar como um tonto, para não ficar na berlinda, enfim, para não desnudar a minha alma quando não seria necessária desnudá-la.

Diante das minhas pausas e silêncios, dos meus gritos calados, sinto que todos foram oportunos e, por isso, está tudo certo e sem motivos de críticas e/ou arrependimentos.  Quando precisei não faltou palavras e nem sons, nem falas e gritos.    

Os poucos gritos que eu calei não os concebo como covardia ou falta de caráter da minha parte, apenas não foram escutados por quem não merecia escutá-los. Simples assim. Hoje eu sei que calar não teve nada de temor, mas de sabedoria - a minha intuição sempre agiu silenciosamente mesmo que eu não me desse conta à princípio.  



 

"As vezes grito calado,
Para que todos ao meu redor não me escultem
E sim para quem me senti, sinta-me.."

 (Juniofrio)

A que no me dejas by Alejandro Sanz ft Alejandro Fernandez




(...) A que no... A que no me dejas,
A que hago que recuerdes y que aprendas a olvidar...
Y a que no me dejas, a que hago que se caigan las murallas de tu pena
A que te beso y te entregas, sin ni siquiera te des cuenta
No importa porque ya hemos perdido los dos...

terça-feira, 3 de maio de 2016

She's gone... Goodbye, Cami!!!





- "Vou levar você comigo".

- "Acho que isso me faz imortal".


(The Originals - S3E19)

Terrible love by Birdy





(...) And I won't follow you into the rabbit hole
I said I would
But then I saw
Your shivered bones
They didn't want me to...

domingo, 1 de maio de 2016

Bora trabalhar, cambada!!!







Se o trabalho dignifica o homem, é algo questionável. Para mim, a dignidade humana está num outro patamar, no nível da ética e da moralidade. A dignidade é uma questão de princípios e não de salário, porquê, diante de sólidas e coerentes convicções, o dinheiro não pode comprá-la.

O uso e fruto do trabalho tem muitos alcances, podendo proporcionar conforto e bem-estar, assegurar financeiramente o acesso à alguns serviços indispensáveis para preservar a cidadania tais como educação, moradia, consumo, atendimentos médicos, status social, infraestrutura, dentre outros, e desenvolver potenciais na área humana, profissional, científica e tecnológica.

Todavia, dinheiro não compra sentimentos genuínos e desinteressados, retitude de conduta e muito menos saúde. Nem tão pouco garantizar felicidade para os mais inquietos e insatisfeitos, demonstrando em concreto de que o dinheiro apesar de proporcionar satisfação ainda não compra a felicidade. 

Então, para manter a dinâmica social em pleno vapor, as engrenagens precisam continuar funcionando, tudo em seu devido lugar e lógica, por isso...  

- Bora trabalhar, cambada, porquê o tempo urge e a vida tem que continuar. Se, por um lado, o trabalho é gozo e realização para uns, para outros pode ser um tormento mais do que necessário para sobreviver.     

"As lágrimas não reparam os erros!!!"

The Verve - Bitter Sweet Symphony (with lyrics)

♫ Pitty - Na sua estante

"Eu não ficaria bem na sua estante..."