segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

O que você escolheria?!!! Aya escolheu.








 "Se sua vida estivesse acorrentada à um homem que te deixou apesar da sua devoção, qual escolha você teria senão se libertar?!!!"
(Aya, The Originals, S3E14)



 
Diante de um desengano (traição, maustratos, desamor ou abandono), supõe-se que um mulher digna e com brios não pensaria duas vezes em romper essas correntes. Rompê-las pressupõe abrir mão de muitas coisas, como por exemplo segurança, comodidades, lealdade e devoção, em função de uma profunda decepção com quem lhe falhou.

Quantas mulheres não se dedicaram de corpo e alma aos seus companheiros e estes não foram homens o suficiente para respondê-las à altura?!!! Quantas ilusões foram desfeitas e quantos sonhos ficaram pelo caminho?!!! Só estas são capazes de responder esse questionamento: Será que valeu à pena tanta entrega e devoção?!!!

Nesse caso, Aya optou em lutar por sua liberdade até o fim, mesmo voltando-se contra Elijah, seu mentor/ex-amor. 

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Enquanto isso em Pasión y Poder...




O grande destaque dessa última semana foi o pedido de separação em comum acordo entre os casais Gomez Luna e Montenegro (capítulo 104). Todavia, a grande performance aconteceu no capítulo 105, quando Eladio anuncia à David a sua decisão em dar a liberdade para a sua mãe. Fernando Colunga roubou a cena!!!

(http://www.novelashdgratis.tv/ver/pasion-y-poder-capitulo-105/)







Todavia, o que podemos dizer sobre o comportamento de Julia durante esse processo?!!! DECEPCIONANTE. Primeiro, por manter uma atitude tão pouco madura e volúvel, comportando-se como uma quinzenheira tola, caprichosa e (quase) virginal. Segundo, apesar de ter o direito de sentir-se defraudada e magoada pelo desengano de Eladio, os desplantes de Julia já chegaram ao limite do aceitável. Para uma mulher feita e direita, que à princípio deveria conhecer muito bem à si mesma e aos seus sentimentos, tanta confusão de sentimentos chega a ser contraditória e demasiadamente cansativa. Mais sessões de terapia, por fa!!!  

Algumas das contradições de Julia: Ao mesmo tempo que ela deseja estar sozinha e demonstra "aparentemente" que deseja se divorciar do seu marido (no fundo, no fundo, sabemos que não é bem assim), ela sofre e fica contrariada porquê Eladio abre mão de lutar por ela ao tomar a decisão de se separar legalmente. Bem típico feminino, dar um "não" querendo dizer um "sim".

Agora, quando em fim, o seu almejado e tão esperado desejo de ter o controle sobre a sua vida se materializa, tornando-se em realidade, ela não sabe o que fazer com a sua liberdade, demonstrando o quanto ela tem uma personalidade frágil, submissa e dependente. Chegou a hora de ela valer por si mesma e aprender que o caminho se faz caminhando e a custa do seu próprio esforço.

E, quando ela consegue ter ao seu lado um Eladio diferente, distinto do que ele foi antes, do jeito como ela tanto desejou, por orgulho ferido, ela o rejeita e elege que o Eladio do passado tem mais importância do que ele é hoje. Apesar das consequências dos nossos erros antigos, quem dá força ao passado é a escolha pessoal de cada um e conforme ao olhar dado ao ocorrido.

Também por orgulho e falta de confiança, Julia comete erros de percepção, supondo fatos aparentes como verdades absolutas, fazendo julgamentos precipitados. Baseada em falsas suposições, Julia comete desplantes, se joga nos braços do iluso Arturo (arriscando tudo por uma ilusão), para depois sentir-se culpada.

Em fim, aguardemos se a separação fará com que a "adolescente" Julia se encontre e entre em razão de acordo com os seus sentimentos e haja conforme o que ela tanto predica. Apesar da dor de uma separação, ela se faz necessária, seja para ela seguir à diante com Arturo (o que eu acho pouco provável, porquê ambos são reféns da ilusão do que a relação deles poderia ter sido e não foi) ou reconciliar-se com Eladio, perdoando-o e valorizando a nova relação em que eles estavam começando a construir juntos. 

Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.

O princípio da fidelidade não está no outro




Em se tratando de fidelidade, a impressão que eu tenho é de que o "ser fiel" é uma espécie rara e/ou quase em extinção - pelo menos, tais exemplos estão escandalosamente em evidência ou algo já comum e corrente. Cada vez mais a fidelidade é predicada da boca, tornando-se uma utopia. Queria poder estar enganado e ter muitos argumentos e exemplos para rebater esta hipótese.

Se eu creio em fidelidade?!!! Eu prefiro afirmar que dentro de um relacionamento, seja de trabalho ou de amizade ou entre parentes ou enamorados, a confiança é um elemento chave e, por isso, a fidelidade é um princípio pelo qual se deve ser defendido - eu defendo, sem medo de ser taxado de antiquado.

Quando você é fiel aos seus princípios e sentimentos e à sua essência, por tabela você é fiel a si mesmo e dificilmente defraudará com quem você se relaciona. Não se trai o outro, quando você é fiel a si mesmo, porquê, quando os seus sentimentos são autênticos, o seu amor está bem resguardado e protegido de qualquer infâmia - isso só é possível se você é honesto e tem o cuidado de se colocar na situação do outro. Apesar do clichê, não faça aos outros o que você não gostaria que fizessem com você.

Por isso, acredito piamente que o princípio da fidelidade não está no outro, externo à você e ao seu universo, pelo simples fato de que se você conhece bem os seus sentimentos e é fiel à eles, não há espaço para enganos e traições, caso você não esteja disposto à cometê-los levianamente. Torna-se escravo dos seus desejos e suas paixões quem não tem propósitos firmes e coerentes e não mantém respeito e lealdade à si e ao próximo.       

Mentira & Omissão, aparentemente iguais porém diferentes.





Há quem considere a mentira e a omissão como a mesma coisa, partes de um mesmo engano. Eu considero que são diferentes no que diz respeito as reais intenções de quem oculta a verdade. Quem mente, deforma a realidade em conveniência própria e faz uso do seu tempo, da sua energia e criatividade para manter uma mentira como verdade. Já quem omite, apenas mantém a verdade oculta, em segredo, sem precisar falseá-la.

Embora, a omissão também traz consequências graves para quem omite uma verdade, existe um atenuante fundamental: Todo mundo tem o direito de manter seus segredos e mistérios, sobretudo se houver motivos pessoais para se calar. Calar a verdade é uma coisa, deformá-la é diferente e completamente desonesta.

Quando se trata de um segredo alheio, revelá-lo só compete ao dono(a) dele e ninguém mais. Para terceiros, apenas resta respeitar o segredo do outro, primeiro, por prudência, para não converter uma informação em mera fofoca e, segundo, por respeito, para não defraudar a confiança depositada em você.

Todavia, nada substitui a verdade, por pior que ela seja. A verdade liberta e libera de qualquer prisão que uma teia de mentiras poderá proporcionar. Uma mentira sempre pede outra para mantê-la, tornando-se um ciclo vicioso e ao ponto de não poder ser mais sustentada. Os mitônomos de plantão que o digam!!!

Ambas as ações, seja mentir ou omitir, são igualmente graves porquê ao ocultar a verdade, por melhor que seja a intenção (de boas intenções o inferno está cheio), podem gerar danos e prejudicar segundos, terceiros e quartos, como também a si próprio. Quem não deve, não tem porquê ocultar a realidade tal e qual.    

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

La tortura by Shakira feat Alejandro Sanz





(...) No solo de pan vive el hombre
Y no de excusas vivo yo!!!

Rom...pi...men...to


 Romper...

Em princípio, seja qual for o rompimento, gerará medo, angustia e dor. Medo, porquê o novo sempre traz consigo uma atmosfera de mistério, uma gama de "n" possibilidades. Angustia, porque diante das incertezas ninguém gosta de se jogar no vazio e no escuro sem ter um suporte para ser amparado. Dor, porquê nunca é fácil e agradável abrir mão de algo ou de um relacionamento.

Apesar dessa carga nebulosa que envolve um rompimento, ela também traz consigo uma saída, uma solução, um novo recomeço. Diante uma situação de dúvida, de impasse, um dilema,  muitas vezes é necessário manter um distanciamento para esclarecer as coisas, para analisar o problema com mais objetividade e sobretudo encerrar ciclos.

Romper também pode ser considerado como dar-se uma oportunidade ao novo, ao surgimento de novas histórias e propósitos. Não é de todo ruim e, nem tão pouco, representa o fim do caminho, mas novos caminhos à serem percorridos.

Às vezes, é preciso romper para se encontrar, para enxergar à realidade a partir de um outro olhar, de uma outra perspectiva, para restaurar algo que aparentemente estava perdido e para dar liberdade. Romper também é luz, uma luz no final do túnel, e requer uma atitude positiva para saber enfrentar o desapego e encarar o que ainda está por vir. 

Romper mais do que destruição é mudança.       

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Ay, no ha que llorar!!!




(...) Ay, no ha que llorar, que la vida es un carnaval,
es mas bello vivir cantando.
Oh, oh, oh, Ay, no hay que llorar,
que la vida es un carnaval
y las penas se van cantando...

(La vida es un carnaval by Celia Cruz)

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Shelter by Lyves





Bring me quiet, bring me into SHELTER
Show me loving, 
Show me what you want from me 
And I'll cover you!!!

Eu não admito, "jamais de la vie"!!!





Pode o céu cair, entre raios e trovões, chover canivete, a galinha criar dente, mas eu não admito de jeito nenhum, sob nenhuma hipótese, que personas alheias venham interferir na minha vida e nas minhas escolhas.

Definitivamente, eu não dou espaço e muito menos ousadia para gente igualada e má intencionada colocar outra colher que não seja a minha no meu pirão. A decisão final é minha e eu não abro mão disso. E diante dos conselhos...

Se fossem realmente bons e efetivos, ninguém daria... venderia. Porque sempre será mais fácil dar pitacos na vida dos outros do que atuar em causa própria. Há quem tenha talento, hora vaga e mal utilizada e o atrevimento de se achar com o direito de ser fiscal da vida alheia. Hipocrisia pura!!! 

Quando eu precisar de um apoio, de um auxílio, pode deixar que eu peço. Eu tenho valor para tal, muito embora, pelo momento, encontro-me sem dilemas ou maiores problemas. 

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Com lógica e com sentido





O "amor não tem nem lógica e nem sentido". Discordo, tem sim. Quer ver?!!! Então, refletiremos juntos.

 
Lógica


Uma das funções psicológicas do cérebro e da nossa subjetividade é estabelecer elaborações psícoafetivas, construindo padrões de comportamento, regras éticas e morais e símbolos que dão sentido e significado à tudo que nos rodeia, tanto na formação do nosso universo interior (EU & IDENTIDADE) quanto ao exterior (O mundo e as suas relações humanas e sociais). 

Partindo desse esquema psicológico, todo mundo cria o seu próprio mundo subjetivo, composto por tipos ideais, gostos pessoais, sonhos, desejos, metas e exemplos à seguir. Assim, psicologicamente, elegemos um tipo ideal, um modelo humano idealizado formado por várias características físicas, comportamentais, afinidades e outros aspectos conforme os nossos gostos e preferências pessoais, enfim um quebra-cabeça que precisa ser montado. 

Neste quebra-cabeça tem todas as características necessárias para alguém chamar o nosso interesse e mexer com os nossos 5 sentidos e as nossas emoções. Cada uma das personas com quem nos relacionamos e nos apaixonamos, de certa forma era peça desse quebra-cabeça. Algumas peças foram acomodadas, outras não. E assim vamos tentando adequar os outros de acordo com as nossas expectativas e desejos. Essa associação pode acontecer de maneira consciente ou não, mas, por mais que essa busca afetiva possa se tornar eterna, sempre estaremos buscando os motivos para  alguém ocupar o lugar em nossos corações e por no pedestal idealizado o "modelo dourado".

Cada coração tem o seu próprio manual e a sua própria lógica, obedecendo as suas próprias regras.



Sentido  


Todo suposto amor, independente da sua intensidade e variantes, tem a sua importância e nos faz sentido. Por isso, ninguém nos desperta sensações e sentimentos em vão, aleatoriamente, porquê, à sua maneira, em seu momento, pois esse "ninguém" conseguiu descobrir e acessar os nossos códigos emocionais.

Sempre há um sentido e um porquê para os nossos corações baterem mais forte e descompassadamente ou nos ilusionarmos com algo e/ou alguém, embora não percebamos isso num primeiro momento, seja porque não enxergamos os fatos e as situações com claridade por estamos envolvidos diretamente (quem está afastado da relação analisa melhor) ou os sentimentos estão confundidos ou você não se conhece bem e o suficiente e nem tão pouco os seus afetos ou não soube fazer a leitura da realidade. 


Você pode até desconhecer o que lhe faz sentido emocionalmente, vai lá saber o quanto você é desconectado da sua realidade, mas que o amor segue o seu próprio sentido, isso ele segue. E se você tem domínio sobre esse conhecimento, melhor para o seu autoconhecimento e para polir a sua capacidade de compreensão de si e do próximo.

O amor poderá ter muitas lógicas e sentidos apesar da sua ignorância para não conseguir reconhecê-los ou das suas próprias motivações subjetivas. O fato é que há um norte à seguir, você queira ou não, conheça ou não.       


"As lágrimas não reparam os erros!!!"

The Verve - Bitter Sweet Symphony (with lyrics)

♫ Pitty - Na sua estante

"Eu não ficaria bem na sua estante..."