Os pensamentos, as impressões, as sensações, os desejos e devaneios que permeiam a minha essência e habitam o meu EU: Quando eternos e autênticos forem, até o dia que deixarem de ser, porque eu me permito à possibilidade de ser livre e flexível para mudar, descobrir, errar e surpreender-me!!! Um encontro comigo, contigo, conosco... e com a vida - tal e qual como ela é.
sábado, 30 de maio de 2015
sexta-feira, 29 de maio de 2015
"Suposto amor"
j
Você se foi, levando na bagagem uma série de ilusões e sensações e agora retorna alegando que se tratava de um "suposto amor". Suposto amor?!!! Devo crer que supostamente esse suposto amor deu errado. É engraçado como algumas pessoas "cospem no prato que já comeram" quando as suas relações anteriores dão errado. Agir assim é mais do que comum e compreensível quando certas apostas e ilusões ficaram pelo meio do caminho e deixaram um gostinho amargo e incomodo de frustração e fracasso - esse desabor é típico das relações que chegaram ao fim.
Porém, é um equívoco atribuir ou desqualificar um sentimento que virou passado (pelo menos em feitos, já que subjetivamente é outra história) à partir de dúvidas. Não é porquê esse "suposto amor" não deu certo ou durou menos do que você esperava ou a sua escolha foi equivocada ou os sentimentos mudaram que deixou de ser "amor". Talvez não tenha sido um grande amor ou verdadeiro amor de sua vida, mas não deixou de sê-lo.
Apesar dos equívocos cometidos e das mágoas e ressentimentos deixados, você pode até por em dúvida os seus sentimentos e o significado das suas relações, mas um amor não deixa de ser "amor" por questão de diminuí-lo ou menosprezá-lo por despeito ou rechaço. Ele perde a sua força e importância porquê os sentimentos mudaram e esse "suposto amor" foi superado.
Enfim, supostamente você pode amar mesmo se equivocando e o que menos importa são os rótulos que classificamos as nossas relações, mas os sentimentos e a dedicação que oferecemos aos nossos pares e sobretudo se estamos sendo sinceros com os nossos sentimentos. Todo amor é único, assuma qual forma seja: ilusão, platônico, amizade, pequeno ou grande, fraco ou forte, passageiro ou duradouro, esquecível ou inesquecível, ..., falso ou verdadeiro.
Porém, é um equívoco atribuir ou desqualificar um sentimento que virou passado (pelo menos em feitos, já que subjetivamente é outra história) à partir de dúvidas. Não é porquê esse "suposto amor" não deu certo ou durou menos do que você esperava ou a sua escolha foi equivocada ou os sentimentos mudaram que deixou de ser "amor". Talvez não tenha sido um grande amor ou verdadeiro amor de sua vida, mas não deixou de sê-lo.
Apesar dos equívocos cometidos e das mágoas e ressentimentos deixados, você pode até por em dúvida os seus sentimentos e o significado das suas relações, mas um amor não deixa de ser "amor" por questão de diminuí-lo ou menosprezá-lo por despeito ou rechaço. Ele perde a sua força e importância porquê os sentimentos mudaram e esse "suposto amor" foi superado.
Enfim, supostamente você pode amar mesmo se equivocando e o que menos importa são os rótulos que classificamos as nossas relações, mas os sentimentos e a dedicação que oferecemos aos nossos pares e sobretudo se estamos sendo sinceros com os nossos sentimentos. Todo amor é único, assuma qual forma seja: ilusão, platônico, amizade, pequeno ou grande, fraco ou forte, passageiro ou duradouro, esquecível ou inesquecível, ..., falso ou verdadeiro.
terça-feira, 26 de maio de 2015
Bésame by Camila
(...) Bésame
Como si el mundo se acabara después
Bésame
Y beso a beso pon el cielo al revés
Bésame
Sin razón, porque quiere el corazón
Bésame...
Como si el mundo se acabara después
Bésame
Y beso a beso pon el cielo al revés
Bésame
Sin razón, porque quiere el corazón
Bésame...
segunda-feira, 25 de maio de 2015
Nem toda justificativa é aceitável
Se para alguns, os fins justificam os meios, para outros, não, sobretudo no aspecto ético e moral. Essa dualidade sempre estará presente nas ações e nas interpretações alheias, assim, cada um de nós acaba tomando partido de algo ou alguém, mesmo correndo o risco de está ao ponto de cair no abismo da contradição.
De acordo com as minhas convicções, nem toda justificativa é aceitável, muito embora há quem use de qualquer estratégia para justificar ações que não podem ser justificadas quando por meio há demonstrações obscuras, condutas dúbias e intenções pouco nobres. Decência, honestidade, bom senso e bom caráter é para poucos e não se encontra em qualquer esquina.
Se é para justificar uma ação, um gesto, um propósito, um sentimento, que seja pelo menos uma justificativa convincente e sobretudo verdadeira, seja ela compartilhada ou não e sem o intuito de causar danos e enganos à terceiros.
De acordo com as minhas convicções, nem toda justificativa é aceitável, muito embora há quem use de qualquer estratégia para justificar ações que não podem ser justificadas quando por meio há demonstrações obscuras, condutas dúbias e intenções pouco nobres. Decência, honestidade, bom senso e bom caráter é para poucos e não se encontra em qualquer esquina.
Se é para justificar uma ação, um gesto, um propósito, um sentimento, que seja pelo menos uma justificativa convincente e sobretudo verdadeira, seja ela compartilhada ou não e sem o intuito de causar danos e enganos à terceiros.
- "Você tem que ser meu!!!"
Como?!!! Eu tenho?!!! Eu não tenho nada. Primeiro, eu não sou objeto ou propriedade de ninguém. Segundo, o comando e as rédeas da minha vida estão em minhas mãos e de acordo com os critérios que eu julgo serem convenientes para mim.
Para bem ou para mal, como diria Filozinha, eu sou muito autosuficiente sobretudo em tomar decisões que dizem respeito à minha vida. Em se tratando da minha vida sentimental, principalmente. Eu não dou esse poder a ninguém, nem para tomar decisões que competem a minha pessoa tomá-las, muito menos para manipular os meus desejos e sentimentos. Indiscutivelmente, sou impositivo e por temperamento eu gosto que as coisas saiam como eu quero, apesar de nem sempre ser assim - coisas da vida.
Me choca e indigna quem se acha no direito de se "apropriar" do outro como se o "apropriado" não tivesse vontade e intenções próprias. Há quem goste de ser massa de manobra por passividade e falta de atitude para se colocar na vida e diante dos problemas e dilemas que surgem no meio do caminho.
Até onde eu me recorde, todas as minhas relações, sérias ou não, duradouras ou não, eu nunca aceitei imposições e posses sob e acima das minhas vontades, como também, sempre respeitei as decisões alheias até mesmo discordando-as em algum momento. Se é para que exista algum "ter" em coisas de casal que seja de comum acordo, caso contrário, a resposta sempre será uma negativa, pelo menos da minha parte.
Para bem ou para mal, como diria Filozinha, eu sou muito autosuficiente sobretudo em tomar decisões que dizem respeito à minha vida. Em se tratando da minha vida sentimental, principalmente. Eu não dou esse poder a ninguém, nem para tomar decisões que competem a minha pessoa tomá-las, muito menos para manipular os meus desejos e sentimentos. Indiscutivelmente, sou impositivo e por temperamento eu gosto que as coisas saiam como eu quero, apesar de nem sempre ser assim - coisas da vida.
Me choca e indigna quem se acha no direito de se "apropriar" do outro como se o "apropriado" não tivesse vontade e intenções próprias. Há quem goste de ser massa de manobra por passividade e falta de atitude para se colocar na vida e diante dos problemas e dilemas que surgem no meio do caminho.
Até onde eu me recorde, todas as minhas relações, sérias ou não, duradouras ou não, eu nunca aceitei imposições e posses sob e acima das minhas vontades, como também, sempre respeitei as decisões alheias até mesmo discordando-as em algum momento. Se é para que exista algum "ter" em coisas de casal que seja de comum acordo, caso contrário, a resposta sempre será uma negativa, pelo menos da minha parte.
sexta-feira, 22 de maio de 2015
segunda-feira, 18 de maio de 2015
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