quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Someone like you by Adele





(...)Sometimes it lasts in love

But sometimes it hurts instead
Sometimes it lasts in love
But sometimes it hurts instead...




É completamente imprevisível. De início, não dá para supor além dos achismos. A proporção só é dada quando é sentida, vivenciada. Quando você se permite, embarca, parte em busca do tudo, do pra sempre, caso contrário, não há "sentido" algum que justifique o SENTIR, o ESTAR JUNTO (em total comunhão).

Pode dá certo. Pode dá errado. Só entra derrotado ou desiste no meio do caminho quem tem medo de se arriscar. Sentir é um risco, podendo estar em qualquer das extremidades: Do céu ao inferno, da surpresa à decepção. Estar em uma delas ou transitar entre elas só saberá e o fará quem se permitir a sentir.


- "Por enquanto, eu apenas contemplo essa canção. Porquê o que ainda está por vir, ainda não chegou."

Ilhado e sem bússola



O momento não está propício para grandes tormentas, mas, para um silencioso e confuso marasmo. O que é mais grave e preocupante!!!

- "Ai, ai, ai... eu estou ilhado e sem bússola!!!"

Perdendo à conta...



Xiiiiiiiiii, eu acho que eu exagerei demais na cafeína nesta madrugada!!! Acabei perdendo à conta de quantos carneirinhos eu vi pular... Enfim, ligadaço e a mais de 24h no ar.

Meu posicionamento quanto ao MSN?!!!


ABUSEI, Definitivamente!!!



Uso raramente, só quando a situação pede e olhe lá!!!

Quanto alvoroço!!!



Resolvi dar um alô no meu face. Nosssssss sa, quanto alvoroço!!! Até me surpreendeu tanto carinho e preocupação pelo meu sumiço temporário. É tão bom sentir-se querido, não é?!!! Olha que, ultimamente, eu não estou fazendo nenhum esforço para isso - enfim, seguindo à risca a minha filosofia afetiva: Manifestações de carinho, se somente se forem espontâneas, nada de forçado e fake.

- "Até porquê eu tenho a minha reputação de antipático e chato a manter. Problema?!!! Nenhum, sempre me rendeu bons frutos. Podem acreditar."


O fato é o que o meu retorno foi bem festejado pelo meu harém de saudosas e exageradas. Agora, o mais engraçado diante desse festejo é que os meus facefriends já estão mais do que acostumados com os meus sumiços inesperados. Faz parte do processo... rs...

- "Um viciado on line como eu, só irá sumir por dois casos: Um, por motivos de ordem técnica, tipo quando o pc quebra; Dois, quando se encontra saturado dos mesmos papos e contatos e da rotina virtual. Porém, geralmente, o primeiro é mais corriqueiro".


No mais, mesmo estando de volta e colocando o papo e as tarefas em dia, com moderação, eu não quero passar muito tempo conectado para evitar dependência virtual.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A descoberta de um novo planeta: Kepler 22-b


A NASA anunciou essa semana a descoberta de um novo planeta, o Kepler 22-b. Tal planeta encontra-se há 600 anos-luz da Terra, tranzendo algumas características similares ao nosso planeta. Também estima-se que a sua rotação aconteça durante 261 dias. Seu nome foi dado em homenagem ao Telescópio Kepler que o descobriu.

Por essas e outras que ainda há tanto por se descobrir e explorar no espaço.


domingo, 4 de dezembro de 2011

Ela acordou... E aí, Ana?!!!



Momento Novela das Seis (18h). rs... Sim, sim, sim, só para não perder o hábito, claro. :p

Após 5 anos "dormindo", Ana (personagem vivido pela atriz Fernanda Vasconcellos) desperta para a vida e percebe que o contexto ao seu redor mudou. E aí, Ana?!!! De fato, "a vida da gente" é assim mesmo - independente da nossa vontade, ela segue o seu rumo, muitas vezes, de forma implacável. E o grande conflito subjetivo é: A realidade nua e crua sem enfeites versus "como eu gostaria que ela fosse". Até aí, humanamente compreensível e, por um momento, bancar a "criança mimada" faz parte da negação dos fatos até uma elaboração mais concreta, madura e racional da situação.

- "Sem cronometrar tempo, okay?!!! A superação varia de pessoa para pessoa até a tal elaboração."


Se já não bastasse o árduo processo de reabilitação, um esforço sobrehumano para qualquer paciente em reabilitação físicomotor, o drama de Ana consiste na adição de dois mais pilares éticos: I) Aceitar o casamento da sua irmã com o seu ex-namorado, pai da sua filha - que até o acidente, jurava amor eterno, basicamente um clichê de Romeu e Julieta e ensaiavam uma possível reconciliação e; II) perceber o distanciamento afetivo do seu "bebê" para com ela, não a reconhecendo como mãe - pelo menos, não como a personificação que dá sentido à expressão "mamãe" - figura materna singular.

Vamos as duas questões morais:

Primeira. Se foi traição ou não o envolvimento entre Manuela (irmã de Ana, de personalidade frágil e desdenhada pela mãe-megera, interpretada por Márjorie Estiano) e Rodrigo (o amor de Ana e marido da irmã, interpretado por Rafael Cardoso) culminando no casamento deles, em detrimento de Ana, afirmar é uma questão muito individual. Cada um de nós, elege as suas regras afetivas. Mas, de acordo com as minhas vivências e conceitos, por mais que o romance entre o casal (Manuela e Rodrigo) tivesse surgido de forma espontânea, como a autora propõe, e como também ele já não tivesse mais nada com Ana enquanto casal, antes mesmo do acidente, para mim, houve uma traição sim, mesmo que não intencional.

Tudo bem, concordo, que não dava para prever se a Ana iria acordar ou não, pós-coma, mas, poderia ter sido evitado - Antes da aproximação entre eles acontecer, ambos já tinham pares à vista. Se toda cunhada ou cunhado fosse se envolver com o par do seu fraterno na criação dos sobrinhos, com certeza, ia ser um novela alá Nelson Rodrigues. Mas, de toda forma, eu não os condeno, situações assim são passíveis de acontecer. Nessa área afetiva e do desejo, ninguém é completamente racional para brecar os sentimentos.

Já que resolveram se envolver e se casar, agora é hora de enfrentarem juntos a consequência desse relacionamento. Mas, a questão moral desse pilar, não está nas mãos do Rodrigo - até porquê, ele não é o primeiro homem na face da Terra que faz juras de amor eternas - A população feminina já está careca de saber. Mas, o grande dilema é a "traição fraterna" de Manuela, por isso o conflito emocional dela é tão perturbador - porquê ela sabe que, mesmo não agindo de má fé, ela assumiu um lugar ou se colocou como obstáculo entre eles e, diante disso, como conseguir o perdão da irmã?!!!

- "Tal perdão é possível sim, desde o momento em que a Ana compreenda que, mesmo eles não evitando a situação, a vida também apronta as suas pegadinhas. E como!!! O perdão da Ana é diretamente proporcional com o grau de maturidade que ela irá compreender e superar a situação. Poderá ou não acontecer, dependerá única e exclusivamente da generosidade dela".


Cá entre nós, nem o Rodrigo sabe o que ele quer e sente: - "Toda a paixão que eu sentia e julgava ter morrido acordou junto com a Ana." Aahhhhhhhh, afinal, o que ele sente pela irmã dela?!!! Típico conflito de quem não sabe o que quer e terá que escolher entre o casamento construído (amor do tipo companheirismo e amizade) e o que não foi vivido (fogo e paixão) - quase uma Jade, do O Clone!!!

- "Tomara que a doce e frágil Manuela não tenha apostado as usas cédulas num cavalo pangaré e que esse amor consiga servir de alicerce para o seu casamento".


Segundo Pilar. O distanciamento afetivo com a filha pela ausência de convivência. Nem diria em convivência, mas, interação, pois a Julia (filha) cresceu sabendo da existência de Ana e estabelecendo contatos. A falha existente foi a ausência de papéis definidos. Mãe, não é tia, é mãe, apesar dos vínculos afetivos. Mas, darei um desconto a idade da criança e a complexidade da situação para uma criança dessa idade (5 anos) compreender.

Todavia, os laços de parentescos deveriam ter sido bem definidos, desde o princípio e de preferência com um acompanhamento de um profissional (terapeuta familiar) - quiseram lidar com uma situação que, por definição, já não era simples como normal. A vontade de "brincar de casinha", carência afetiva e oferecer uma família para a criança se sobrepós as questões que ainda estariam por vir - mais cedo ou mais tarde questionamentos sobre parentesco iriam surgir.

Todavia, se aproximar da filha é uma questão de tempo e paciência, já que algumas resistências da criança (comuns e previsíveis para a idade) já se apresentam.

E aí, Ana?!!! As respostas do seu dilema só dependem de você, da sua grandiosidade. O mais pesado desse triangulo amoroso e da complexidade familiar ficou sob você mesma. Aguardemos a solução da autora do folhetim. Porém, nem tudo pode ser justificado através do amor.

Organizando posts


Como eu fiquei 1 mês e meio sem postar, é hora de organizar os posts antigos (entre os dias 15/10 e 02/12) de acordo com fatos, pensamentos, sensações e referências desse período, devidamentes rascunhados e listados à mão!!! Sim, rascunhados, já que eu uso esse método quando eu estou impossibilitado de postar.

Apesar da produção atual esteja bem reduzida, se comparada aos anos anteriores, é o puro reflexo do ritmo do meu senso comum: Quando não há nada a dizer, não é preciso inventá-lo. Todavia, isso não implica em dizer que o meu diário de bordo esteja abandonado, embora, deixado em alguns momentos em segundo plano.

Porém, ainda não passou na minha mente ou me deu vontade de cometer "blogcídeo". Nesses termos, blogar ainda é um prazer e uma terapia online fundamental para mim.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Rolling in the deep by Adele





(...)The scars of your love remind me of us
They keep me thinking that we almost had it all
The scars of your love they leave me breathless
I can't help feeling

We could've had it all
Rolling in the deep
You had my heart inside of your hand
And you played it
To the beat...

Voltando...



Encarar a abstinência virtual não é nada fácil, principalmente quando forçada por questões técnicas. Mas, ainda não configura o fim do mundo, apesar da conectividade fazer falta - E como faz!!! E eu fui levando esse 1 mês e meio do jeito que dava, tentando ocupar o máximo o meu tempo livre.

Nesse intervalo, consumi muita telenovela (produto que eu gosto - sou noveleiro e não nego), programas jornalísticos e talk shows (fundamentais para me manter informado e atualizado), muitos seriados de TV (Indo do CSI - New York, Miami, Las Vegas, Original; ao Gossip Girl, Prison Break, Dr. House e Drop dead Diva), os mundiais de volley masculino e feminino realizados no Japão (sinceramente, ambas as seleções foram medianas em suas performances) e alguns filmes que realmente valessem a pena.

De fato, substituir o hábito online por outras atividades não foi nada fácil... Porém, eu acho que eu estou de volta...

Até quando?!!! Eu não sei!!!

"As lágrimas não reparam os erros!!!"

The Verve - Bitter Sweet Symphony (with lyrics)

♫ Pitty - Na sua estante

"Eu não ficaria bem na sua estante..."