sábado, 24 de setembro de 2011

ManhêêêÊÊÊÊÊÊÊÊ!!!



Que saudade IMENSA!!!

BlaRrgHh...


Nesta altura do campeonato, tudo o que eu não preciso é ficar me relembrando de passagens da minha que não tem mais nada a ver comigo e sem nenhum fundamento. Eu não me reconheço mais ali e nem faria as mesmas escolhas - Putz, onde é que eu estava com a minha cabeça mesmo?!!! Bate essa angustia de quem se equivocou, restando uma ligeira ressaca moral. Nada que eu tenho feito de muito absurdo, porém, o que ficou de tudo isso em mim é a certeza de que não repetiria a dose.

E não repetiria mesmo. Sabe aquele dose amarga de remédio?!!! Mesmo sendo amarga, de embrulhar o estômago, é preciso ser tomada?!!! Tomei algumas doses para nunca mais, assim espero. Eu nem sei o que é pior: Tomar um purgante, literalmente, ou me recordar dessas passagens que eu gostaria de esquecer - tanto pelas situações quanto pelas personas envolvidas.

Talvez, eu esteja sendo muito exigente comigo mesmo, mas, bem que eu gostaria que certas lembranças caíssem no meu mais completo esquecimento. Nem buscaria um corretivo, porquê se eu o buscasse, daria a impressão que eu ainda tivesse a intenção de continuar algo, mas, eu gostaria de uma grande borracha do tempo para apagar, liquidar, erradicar, banir da minha mente, já que estão fora da minha vida.

Às vezes, mesmo a gente tentando acertar, acaba errando: E, inevitavelmente, que os erros venham para que não sejam repetidos novamente. Porém, quando se aprende a lição, toda e qualquer lembrança amarga que surge, torna-se desnecessária e, particularmente, eu não tenho talento e nem paciência para ficar remoendo histórias e situações antigas - até porquê, nada do que ficou lá atrás precisa ser passado à limpo. Eu me passei à limpo, os meus sentimentos foram passados também. A minha compreensão é outra.

Quanto à minha última referência...
(Continuará sendo a última até quando for substituída pela próxima)

Eu compreendi que passou, tanto quanto às intenções daquela época. Já as anteriores, daí mesmo que nem precisa cogitar.

- "BLARrgHh!!!"

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

A metáfora da mala



Semana passada acabou a reprise da novela "O Clone", no Vale a Pena Ver de Novo. E eu acabei me dando conta da "Metáfora da Mala". Todas as heroínas das novelas da Glória Perez, em algum momento, se viram literalmente com a mala na mão, abandonadas a própria sorte nas calçadas da vida. Foi assim com a Clara, em Barriga de Aluguel; com a Jade, em O Clone; com a Sol, em América; e a Maya no Caminho das Índias.

Tal metáfora que a autora insiste em repetir em suas novelas representa uma crítica ao comportamento afetivo feminino, sobretudo quando as suas heroínas encontram-se apaixonadas pelos seus sapos (Oops, seus príncipes encantados). Indiscutivelmente numa relação, a mulher está mais apita do que o homem à doação, não pensando duas vezes e nem nas consequências dos seus atos na hora de se entregar por completo e sem medida às suas paixões, largando tudo para trás em nome do seu amor (desejos, objetivos, sentimentos). Essa propensão vem do instinto e da sensibilidade feminina em se entregar - considerando que, a cultura à coloca com essa função de agrupamento e manuntenção das relações afetivas e da família. Enquanto o homem é estimulado para o universo objetivo e prático, a mulher vai no seu inverso - essencialmente subjetivo e fabulesco.

Apesar da doação ser um elemento-chave nos relacionamentos, pois, quem quer construir um relacionamento precisa se doar (tanto homens quanto mulheres), infelizmente, muitas mulheres acabam apostando todas as suas fichas nos seus relacionamentos e nos seus respectivos pares. Muitas se entregam sem cautela, deixando-se levar até as últimas consequências apenas pelos seus sentimentos e na crença inabalável de que estão vivendo um amor aos moldes de Romeu e Julieta. Assim, quando elas se colocam em total estado de dependência afetiva, fazendo dessa relação o centro do seu universo subjetivo, tornam-se expostas às frustrações quando percebem que as suas expectativas foram negadas e às situações de degradação e abandono.

Tanta doação, deveras intensa, podem levá-las à metáfora da mala - abandonadas nas calçadas e com as suas malas na mão. Para que isso não aconteça, é preciso ter cautela e inteligência emocional na hora de agir e não entregar a sua vida e o seu destino de maneira irresponsável e incalta na mão do outro. Essa propensão feminina de se jogar de cabeça do penhasco, poderá implicar em muitas dores de cabeça, lágrimas e desilusões.

Então, percebam se vocês não estão vivendo essa metáfora sem se dar conta disso. E, se tiverem, avaliem se esse tipo de comportamento não está afetando a sua integridade física, subjetiva e moral. No caso das personagens, todas elas foram parar na calçada acompanhadas as suas malas repletas de sonhos, essencialmente sozinhas e frágeis, para depois reagirem e darem a volta por cima, mas, através de muito sofrimento.

Starlight by Muse




(...)Starlight
I will be chasing the starlight
Until the end of my life
I don't know if it's worth it anymore...



- "Será que vale mesmo?!!!"

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

A árdua missão do preenchimento!!!



Quem é vazio de si delega ao outro a árdua missão do preenchimento...


Uma prática corriqueira para quem se abandona subjetivamente e deposita nas mãos do outro todas as suas expectativas, esperanças e necessidades. Um risco alto, um passo para a frustração. Por outro lado, um fardo para quem precisa cumprir essa árdua missão. Diria até que injusto também, já que é humanamente impossível preencher todas as lacunas alheias.

Se você não consegue se autopreencher, quem dirá o outro. Reflitam!!! Essa é a reflexão que eu proponho.

domingo, 11 de setembro de 2011

E deixa ele soprar...



Eu só quero viver em paz e usufruir do que Deus nos deixou no mundo, não preciso de riquezas materiais para ser feliz. Apenas quero sentir o que Deus nos fala em nossos ouvidos em um simples soprar do vento...

(Bob Marley)

Confesso & Pressinto!!!



Em se tratando da minha paz, não poderia ser diferente, Eu "CONFESSO":


"Que esta minha paz e este meu amado silêncio
Não iludam a ninguém
Não é a paz de uma cidade bombardeada e deserta
Nem tampouco a paz compulsória dos cemitérios
Acho-me relativamente feliz
Porque nada de exterior me acontece...
Mas,
Em mim, na minha alma,
Pressinto que vou ter um terremoto!!!"

(Mário Quintana)

Jamais pela força!!!


"Não se pode manter a paz pela força, mas sim pela CONCÓRDIA".

(Albert Einstein)

A primeira década do "11 de Setembro"


‎Hoje, o pior atentado terrorista do mundo e da atualidade completa a sua primeira década histórica. Como esquecer?!!! Acredito que não dá, é um capítulo da intolerância humana e religiosa e da arrogância capitalista que não dá para se esquecer. Porém, não cabem mais críticas, porém silenciosas reflexões.

Os meus sentimentos à todas as vítimas, amigos & familiares do World Trade Center e dos demais aviões sequestrados!!!


Que a humanidade se encontre e caminhe em direção da PAZ e da FRATERNIDADE!!!

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Não se esqueçam!!!



A nossa subjetividade é regida por desejos, atos falhos & repetições!!!

"As lágrimas não reparam os erros!!!"

The Verve - Bitter Sweet Symphony (with lyrics)

♫ Pitty - Na sua estante

"Eu não ficaria bem na sua estante..."