Os pensamentos, as impressões, as sensações, os desejos e devaneios que permeiam a minha essência e habitam o meu EU: Quando eternos e autênticos forem, até o dia que deixarem de ser, porque eu me permito à possibilidade de ser livre e flexível para mudar, descobrir, errar e surpreender-me!!!
Um encontro comigo, contigo, conosco... e com a vida - tal e qual como ela é.
Nesta altura do campeonato, tudo o que eu não preciso é ficar me relembrando de passagens da minha que não tem mais nada a ver comigo e sem nenhum fundamento. Eu não me reconheço mais ali e nem faria as mesmas escolhas - Putz, onde é que eu estava com a minha cabeça mesmo?!!! Bate essa angustia de quem se equivocou, restando uma ligeira ressaca moral. Nada que eu tenho feito de muito absurdo, porém, o que ficou de tudo isso em mim é a certeza de que não repetiria a dose.
E não repetiria mesmo. Sabe aquele dose amarga de remédio?!!! Mesmo sendo amarga, de embrulhar o estômago, é preciso ser tomada?!!! Tomei algumas doses para nunca mais, assim espero. Eu nem sei o que é pior: Tomar um purgante, literalmente, ou me recordar dessas passagens que eu gostaria de esquecer - tanto pelas situações quanto pelas personas envolvidas.
Talvez, eu esteja sendo muito exigente comigo mesmo, mas, bem que eu gostaria que certas lembranças caíssem no meu mais completo esquecimento. Nem buscaria um corretivo, porquê se eu o buscasse, daria a impressão que eu ainda tivesse a intenção de continuar algo, mas, eu gostaria de uma grande borracha do tempo para apagar, liquidar, erradicar, banir da minha mente, já que estão fora da minha vida.
Às vezes, mesmo a gente tentando acertar, acaba errando: E, inevitavelmente, que os erros venham para que não sejam repetidos novamente. Porém, quando se aprende a lição, toda e qualquer lembrança amarga que surge, torna-se desnecessária e, particularmente, eu não tenho talento e nem paciência para ficar remoendo histórias e situações antigas - até porquê, nada do que ficou lá atrás precisa ser passado à limpo. Eu me passei à limpo, os meus sentimentos foram passados também. A minha compreensão é outra.
Quanto à minha última referência... (Continuará sendo a última até quando for substituída pela próxima)
Eu compreendi que passou, tanto quanto às intenções daquela época. Já as anteriores, daí mesmo que nem precisa cogitar.
Semana passada acabou a reprise da novela "O Clone", no Vale a Pena Ver de Novo. E eu acabei me dando conta da "Metáfora da Mala". Todas as heroínas das novelas da Glória Perez, em algum momento, se viram literalmente com a mala na mão, abandonadas a própria sorte nas calçadas da vida. Foi assim com a Clara, em Barriga de Aluguel; com a Jade, em O Clone; com a Sol, em América; e a Maya no Caminho das Índias.
Tal metáfora que a autora insiste em repetir em suas novelas representa uma crítica ao comportamento afetivo feminino, sobretudo quando as suas heroínas encontram-se apaixonadas pelos seus sapos (Oops, seus príncipes encantados). Indiscutivelmente numa relação, a mulher está mais apita do que o homem à doação, não pensando duas vezes e nem nas consequências dos seus atos na hora de se entregar por completo e sem medida às suas paixões, largando tudo para trás em nome do seu amor (desejos, objetivos, sentimentos). Essa propensão vem do instinto e da sensibilidade feminina em se entregar - considerando que, a cultura à coloca com essa função de agrupamento e manuntenção das relações afetivas e da família. Enquanto o homem é estimulado para o universo objetivo e prático, a mulher vai no seu inverso - essencialmente subjetivo e fabulesco.
Apesar da doação ser um elemento-chave nos relacionamentos, pois, quem quer construir um relacionamento precisa se doar (tanto homens quanto mulheres), infelizmente, muitas mulheres acabam apostando todas as suas fichas nos seus relacionamentos e nos seus respectivos pares. Muitas se entregam sem cautela, deixando-se levar até as últimas consequências apenas pelos seus sentimentos e na crença inabalável de que estão vivendo um amor aos moldes de Romeu e Julieta. Assim, quando elas se colocam em total estado de dependência afetiva, fazendo dessa relação o centro do seu universo subjetivo, tornam-se expostas às frustrações quando percebem que as suas expectativas foram negadas e às situações de degradação e abandono.
Tanta doação, deveras intensa, podem levá-las à metáfora da mala - abandonadas nas calçadas e com as suas malas na mão. Para que isso não aconteça, é preciso ter cautela e inteligência emocional na hora de agir e não entregar a sua vida e o seu destino de maneira irresponsável e incalta na mão do outro. Essa propensão feminina de se jogar de cabeça do penhasco, poderá implicar em muitas dores de cabeça, lágrimas e desilusões.
Então, percebam se vocês não estão vivendo essa metáfora sem se dar conta disso. E, se tiverem, avaliem se esse tipo de comportamento não está afetando a sua integridade física, subjetiva e moral. No caso das personagens, todas elas foram parar na calçada acompanhadas as suas malas repletas de sonhos, essencialmente sozinhas e frágeis, para depois reagirem e darem a volta por cima, mas, através de muito sofrimento.
Quem é vazio de si delega ao outro a árdua missão do preenchimento...
Uma prática corriqueira para quem se abandona subjetivamente e deposita nas mãos do outro todas as suas expectativas, esperanças e necessidades. Um risco alto, um passo para a frustração. Por outro lado, um fardo para quem precisa cumprir essa árdua missão. Diria até que injusto também, já que é humanamente impossível preencher todas as lacunas alheias.
Se você não consegue se autopreencher, quem dirá o outro. Reflitam!!! Essa é a reflexão que eu proponho.
Eu só quero viver em paz e usufruir do que Deus nos deixou no mundo, não preciso de riquezas materiais para ser feliz. Apenas quero sentir o que Deus nos fala em nossos ouvidos em um simples soprar do vento...
Hoje, o pior atentado terrorista do mundo e da atualidade completa a sua primeira década histórica. Como esquecer?!!! Acredito que não dá, é um capítulo da intolerância humana e religiosa e da arrogância capitalista que não dá para se esquecer. Porém, não cabem mais críticas, porém silenciosas reflexões.
Os meus sentimentos à todas as vítimas, amigos & familiares do World Trade Center e dos demais aviões sequestrados!!!
Que a humanidade se encontre e caminhe em direção da PAZ e da FRATERNIDADE!!!
I’m in ecstasy when your’re Missing me When your heart wants Mine There’s no sense of time You’re a song to me Sung so easily Nothing more to say Nothing else will do And I feel so blue In my solitude As i lay awake In the night I’m in ecstasy when you’re Reaching me When our souls allign There’s no world sublime You’re my harmony In this empty sea Want you here inside Can you hear me cry If you’d call my name You’d erase the pain But all over again I’m alone I’m in ecstasy want you Kissing me You holding When I’ve got insane Want you all the more You will never know! You can stop the rain And you call my name you Erase the pain But all over again I’m alone I’m in ecstasy when you lay With me Now I’m on my knees (babe) You’re all I need I’m in ecstasy
Você já tinha o meu manual de instruções, porque você decifra(va) os meus sonhos. Porque você sabe(ia) o que eu gosto e porquê quando você me abraça(va)o mundo gira(va) devagar... E o tempo é(ra) só meu e ninguém registra(va) a cena. De repente, vira(va) um filme todo em câmera lenta!!!
E eu acho que eu gosto(ava) mesmo de você: Bem do jeito que você é(ra)!!!
- "Isso não é labirintite, gente!!! Oh, povo doido!!!" rs...
(...) Se eu não me vigio um instante me transporto pra perto de você. Já vi que não posso ficar tão solto, me vem logo aquele cheiro que passa de você pra mim num fluxo perfeito!!!
Você já parou para se perguntar quantos brasileiros deram suas idéias, forças, energias, suor e lágrimas e até as próprias vidas para construir uma nação brasileira e soberana para todos nós?!!! Quantos mártires ficaram pelo caminho da história por seus ideais nacionalistas?!!! Talvez, não. O fato é que se hoje conseguimos uma certa "independência", porquê não dizer uma autonomia nacional diante do cenário global, devemos isso à alguns precursores que andaram na contramão da ideologia dominante europeia, fazendo da rebeldia e contestação a sua expressão e liberdade, apesar de toda opressão.
Porém, ainda há tanto para ser transformado. Esse Brasil que vivenciamos todos os dias, ora nos trazendo grandes alegrias, outras pavorosas perplexidades e arbitrariedades, é o que nós merecemos. Merecemos porquê é o que eu e você fazemos dele - se não em atitude, em omissão. A era dos grandes mártires já passou, ficando apenas mencionado em registros históricos. Alguns deles caíram no mais completo esquecimento nacional, afinal um país sem memória não tem condições de celebrar as glórias e os exemplos do passado, mesmo que seja num passado mais recente.
Onde estão os nossos mártires?!!! Os nossos exemplos?!!! Infelizmente, nos dias de hoje, temos muitos poucos à reverenciar. Particularmente, os nossos heróis são brasileiros anônimos, aqueles que fazem dos poucos exemplos de honestidade e cidadania as suas marcas pessoais. O que deveria ser regra, nesse contexto caótico em que vivemos, é exceção. Como nós precisamos de exemplos, bons exemplos de todas as frentes e qualidades, e muito mais exceções para tentarmos assim criar padrões e regras que nos façam ser orgulhosos por um país mais justo e acolhedor aos seus filhos.
Como diria, Caetano: "Há alguma coisa fora da ordem, fora da nova ordem mundial!!!" Mesmo estando inseridos num contexto global, em muitos aspectos ainda continuamos numa profunda anomia, essa desordem política, econômica e sóciocultural que nos coloca frente a frente como todas as nossas mazelas nacionais.
Entre tantas contradições e miséria, o Brasil ainda continua ser abastado em suas riquezas (recursos naturais, humanos, financeiros e culturais), embora a sua riqueza seja roubada todos os dias e continue sendo muito má administrada, gerando esse abismo social que nos coloca dependentes de uma herança política arcaica e podre, sempre nos engessando e nos deixando à espera do salvador da pátria. Essa espera já está cansada e, mais do que nunca, não podemos contar e nem confiar na ação política, não essa que reina no Planalto Central - Completamente corrupta, ultrapassada, desigual e ineficiente.
Brasil, mostra a tua cara!!! Não espere e nem se esconda na vontade, promessa e ação política do outro, faça a sua parte. Chega de esperar o "país do futuro" acontecer de um dia para o outro diante dos nossos olhos como se fosse um passe de mágica, vamos construir o nosso e um país mais decente para as próximas gerações. Não podemos mais contar com esses "sócios de colarinho branco".
Não se trata de construir um modelo perfeito de nação, pois, esse modelo só é viável no mundo das idéias, no mundo da imaginação, mas, construir um país que saiba tratar dos seus cidadãos com mais equidade e respeito, não nos deixando tão à margem de um país comprometido com o bem-estar social e uma política e economia eficiente que consegue atender as necessidades nacionais e dos brasileiros.
Mais do que um feriado nacional é preciso repensar e construir a nação que pretendemos ser, onde cada um de nós é uma parte importante nessa construção, porquê somos brasileiros e temos o direito e o dever de direcionar as nossas potencialidades da melhor forma possível, bem diferente dessa realidade verde e amarela em que vivemos.
- "Vamos cantar juntos o Hino Nacional, a lágrima é verdadeira!!!"
Vamos exercer verdadeiramente esse marco nacional, não ficando apenas à mercê desse clichê histórico: Independência ou Morte!!!