terça-feira, 31 de março de 2009

E por falar em dieta...


A minha ainda continua, de vento em polpa... Claro, daquele jeitinho todo especial de ser by Light and Diet, porque uma dieta saudável, balanceada e sem gorduras e frituras PODE!!! rs... Tudo bem, que a minha dieta não está tão balanceada assim, mas, aqui e ali eu vou tentando suprir os ingredientes que estão faltando.

- "Uma coisa é certa: Só se emagrece mesmo fechando a boca; e isso, eu tenho feito com muito empenho e com muitas restrições. Anos de práticas de dieta ensinam."


Agora, a pergunta que não quer calar: "Quantos quilos você já perdeu?!!!" Sinceramente, eu não sei, porque ainda não me pesei. No dia que eu estava disposto a me pesar, eu procurei a balança e não encontrei.

- "Cadê a balança, Zifio?!!! SU-MIU!!!" rs...


Mas, eu sei que eu estou mais magro, porque a minha barriguinha está menor, as roupas estão mais frouxas, as placas de gorduxas laterais (das coxas) sumiram e os meus ossinhos da bacia estão mais em evidência. Se eu não estou com 70 kl, devo estar muito próximo, mas, a primeira oportunidade que eu tiver, eu não deixo passar, subo em cima de uma balança.

O tempo by Sharespeare


"O tempo é muito lento para os que esperam, muito rápido para os que têm medo, muito longo para os que lamentam, muito curto para os que festejam. Mas, para os que amam, o tempo é eternidade".

(Shakespeare)

Sessão IX: Contradições e Conflitos

Indo para a minha terapia, eu definia qual seria o tema da análise de hoje. E surgiu algo sobre as contradições. Independente de quais sejam elas, o fato é: Todos nós apresentamos as nossas contradições, o que queremos versus o que não queremos, muitas vezes cercado por dúvidas e certezas, mas, mediante à elas, o importante é nos posicionarmos para evitar e amenizar os conflitos desencadeados.

Mas, como se comportar mediante aos conflitos?!!! Se você respondeu com equilíbrio, essa resposta é mais do que óbvia. Embora não se baste.

- "Owww, você descobriu o Brasil!!!" rs...


Em caso de conflitos estressantes, sobretudo aqueles que nos desestabilizam emocionalmente, nos deixando como uma fera acuada, a minha tendência comportamental é o ataque: "Ataco para me (auto)defender, simples assim". Porém, não uso socos ou pontapés (se for necessário, posso até usá-los), mas, com palavras ferinas e argumentos convicentes - na maioria, sempre bem embasados.

- "Com certeza, eu não me arrependo em relação ao que foi dito, porque, geralmente, eu procuro utilizar a palavra certa na medida certa, por isso seja tão devastador com a minha fala (já tive muitas provas disto). Talvez, eu fico preocupado em estar sendo injusto e atacando quem não merece. Mas, se mexem com quem está quieto ou quem precisa de isolamento e privacidade, é mexer a onça com a vara curta e pedir para levar um esporro. Se me pedem, eu não me faço de rogado, esporro mesmo - lindamente!!!"


Agora, em se tratando de conflitos de relacionamentos afetivos, duas questões são bem latentes em mim e estão incorporadas no meu comportamento:
  1. Superar o modelo de comando familiar que perpetua e comanda a minha subjetividade, fazendo-me contrapor qualquer menção de controle, pois esse tipo de modelo sempre me deixa estressado, em pleno estado de alerta e ataque, sobretudo quando eu me sinto invadido, desafiado e sufocado;

  2. Apreder a lidar de forma serena, equilibrada e flexível com os embates estabelecidos e as relações de poder, não precisando ser sempre tão impositivo e impulsivo.

- "Existem situações que eu ainda fico confuso na hora de lidar e reagir, principalmente na divisão dos papéis de comando em relação a atividade e a passividade. Quando ser ativo?!!! Quando ser passivo?!!! (Não sejam mediocres em reduzir esse campo de ação/atuação apenas ao nível sexual, por favor!!!) Todos nós agimos de acordo com esses 2 polos."


O impacto final, a marca do suspense sempre presente no desfecho/encerramento da nossa sessão, propôs a seguinte reflexão: "Porque não adotar a divisão do poder e do comando em dupla, estabelecendo uma relação compartilhada aonde os dois envolvidos comandem a relação juntos, dissipando os conflitos e resolvendo os problemas do casal?!!!" Apesar da coerência e do sentido, será que o "reizinho" quando estiver sob estresse vai querer perder o seu poder e vai querer compartilhar o trono dele?!!!

segunda-feira, 30 de março de 2009

Dan, deixa de ser toupeira!!!



- "Hei, toupeirão!!! Não adianta nada ficar cavando ou escondido no seu buraco!!! Vai atrás do seu sol..."


Porquê será que o ser humano sempre tende a super valorizar os erros, o ônus e as coisas ruins da vida?!!! Talvez, porque no momento de "touperice" total, o lado derrotista assuma o controle e nos impede de pensar numa situação menos favorável de forma autruísta. Podem me chamar de toupeira, eu deixo!!!

Eu também acho que está mais do que na hora de sair do buraco e olhar a vida, o meu presente, por uma outra perspectiva, não me esquecendo de uma lição fundamental: "Não há um mal que não traga um bem, algo que seja necessário para a nossa aprendizagem e nos deixar cada vez mais fortes e ousados".

Sem duvida alguma, mesmo aos trancos e barrancos, esse é um momento de autodescoberta e revisão essencial. Não estou parado a toa. A minha cabeça borbulha de reflexões e eu estou aprendendo a ser mais paciente com o tempo - não é nada fácil, mas, eu estou tentando - palavra de Dan.

Por outro lado, outras oportunidades estão surgindo, novas motivações. E eu não posso estar fechado para tudo e todos ao meu redor, até porquê mesmo, eu não sou o tipo de homem que me acovardo diante do novo, das mudanças, dos desafios e o que ainda está pela frente e eu desconheço. E força, coragem e ousadia nunca foi problema pra mim - tenho em excesso.

Mas, vamos que vamos, já está mais do que na hora de eu sair do buraco, me levantar e alcançar o meu sol.

Eu quero chamar o seu nome (R)


"Eu não vim aqui
Pra entender ou explicar
Nem pedir nada pra mim
Não quero nada pra mim
Eu vim pelo que sei
E pelo que sei

Você gosta de mim é por isso que eu vim...¹




... Então, vá se trocar
Lavar o seu passado
Mudar pra não mudar
Os passos
Sapatos, pés
E tornar-te quem tu és
O mistério da sua fé
Em si

Crescer, sumir, partir, chegar
Revirar e se descobrir
Se elaborar, se transformar...

Quando
Você irá cair
Em si?

Me diz como fugir do que levamos por dentro?!!! ...²




... Se há alguém no ar
Responda se eu chamar
Alguém gritou meu nome
Ou eu quis escutar

Vem eu sei que tá tão perto
E por que não me responde
Se também tuas esperas te levaram pra bem longe
É longe esse lugar

Vem nunca é tarde ou distante
Pra eu te contar os meus segredos
A vida solta num instante
Tenho coragem tenho medo sim
Que se danem os nós...³


... EU QUERO TE ROUBAR PRÁ MIM
EU QUE NÃO SEI PEDIR NADA
MEU CAMINHO É MEIO PERDIDO
MAS QUE PERDER SEJA O MELHOR DESTINO
AGORA NÃO VOU MAIS MUDAR
MINHA PROCURA POR SI SÓ
JÁ ERA O QUE EU QUERIA ACHAR
QUANDO VOCÊ CHAMAR MEU NOME
EU QUE TAMBÉM NÃO SEI AONDE ESTOU
PRÁ MIM QUE TUDO ERA SAUDADE
AGORA SEJA LÁ O QUE FOR
EU SÓ QUERO SABER EM QUAL RUA MINHA VIDA VAI
ENCOSTAR NA TUA (2 vezes)
E SAIBA QUE FORTE EU SEI CHEGAR
MESMO SE EU PERDER O RUMO, ÊÊ
E SAIBA QUE FORTE EU SEI CHEGAR
SE FOR PRECISO EU SUMO
EU SÓ QUERO..."4

_____________________
1. Nada pra mim
2. Então vá se perder
3. Que se danem os nós
4.
Encostar na tua

sábado, 28 de março de 2009

Top Five: As "bordoadas" do Dan


Se não querem escutar as minhas verdades, não me perguntem... Se perguntam, eu respondo e não me faço de rogado, daquele jeitinho todo especial e terno que só eu e o meu "reizinho" sabemos responder!!! Respostas francas, diretas e objetivas. Para bom entendedor, basta!!!




5° Lugar

(Categoria: Puxando a orelha!!!)


- "Como você prega um discurso e na prática faz diferente?!!! Quer uma contradição maior?!!!"




4º Lugar

(Categoria: Passando a responsabilidade à diante)


- "Quer me esperar?!!! PODE, é um direito seu, mas, se resolva com a sua espera, pois, nem data de regresso eu tenho. Agora, só não peça para que eu também te espere, porque as minhas prioridades são outras."




3° Lugar

(Categoria: A hora da vingança)


- "Ai, é?!!! Não vou ser hipócrita. Acho bem feito para você. A.D.O.R.E.I.!!! (Dando gargalhadas diabólicas)... rs..."




2° Lugar

(Categoria: Deixando no vácuo!!!)


- "Eu não estou apaixonado por vc para enfrentar uma relação. Eu não sei se eu estou disposto de abrir mão da minha liberdade nesse momento, pois eu não tenho cabeça para pensar em namoro agora e estou muito preocupado com a minha situação. (...) Uma coisa é certa, eu não iria lhe prometer algo que eu não conseguisse cumprir. Você é ausente e a sua ausência não tem o poder de me cativar..."




1° Lugar

(Categoria: Não diga nada!!!)


Existem algumas perguntas ou abordagens que não merecem nem respostas. Nestes casos, o silêncio é a resposta mais eloguente e eficiente a ser dada. Você é obrigado a responder?!!! Nem eu!!!

- "(...)"

Paternidade na Adolescência: Caso Alfie Patten


O tablóide britânico "THE SUN", vem divulgando em suas páginas escandalosas, nessas últimas semanas, a saga para se desvendar quem é o pai biológico da pequena Maisie Roxanne (ainda com poucos meses de vida), provável filha de Alfie Patten (13) e Chantelle Steadman (15). Corre a boca pequena, que a mãe da bebê é um verdadeiro corrimão, pois passou de mão em mão dos garotos do seu bairro. Fora Alfie (13), outros garotos com idades variadas, entre 14 e 18 anos, afirmaram que mantiveram relações sexuais com essa "fada".

- "Porque, fada?!!!" Porque ela vive com a "varinha" na mão, satisfazendo o desejo da rapaziada. rs... Tão "Silvia, Piranha" (mensão ao funk carioca dos anos 80), essa garota!!! Não é mesmo, Leonardo?!!!"


Alfie (13) garante que a pequena Maisie é sua filha e está disposto a fazer o eficiente exame de DNA, cujo exame comprova 99,9 % de certeza em relação à paternidade em geral (pais e mães), para demonstrar e provar aos seus amiguinhos de corrimão que é o pai de Maisie. Se isso for verdade, ele será considerado como o pai mais novo do momento, muito embora, hoje no Brasil, meninas entre 8 e 9 anos já são mães precocemente, graças aos tarados e pedófilos que as abusam sexualmente.

- "Meu Deus, o que está acontecendo com as nossas crianças?!!! Cada vez mais cedo e com mais frequência, a insegunidade infantil é perdida e violada. O que será da nossa humanidade?!!! Um caos, um verdadeiro cãos e os seus elementos e comportamentos bizarros."


Uma coisa é muito certa, mais uma vez, a família está em falta com as suas responsabilidades de proteger e educar os seus filhos, porque se esses absurdos ocorrem, uma das causas é a degradação familiar que continua omissa e ausente em muitos casos. Na hora de gozar todo mundo quer e gosta, mas, na quando se trata de assumir as consequencias das suas gozadas, não sobra um, todos tentam tirar o corpo fora.

- "Quem pariu o Matheus, o Carlos, o Daniel, o Joãozinho, o caralho de asa, é quem o embale e se responsabilize por eles, cuidando e educando."


A realidade é dura e nos demonstra o crescimento do múnero de casos em que crianças geram crianças, sejam pela descoberta da sexualidade ou em casos mais bizarros como incestos e assédios sexuais oriundos de uma desvio sexual e o câncer social do mundo atual chamado Pedofilia - PEDOFILIA É CRIME!!!

- "Eu, heim?!!! Quanto absurdo!!! Que mundo bizarro é esse que nós estamos construindo, seja por intermédio de ações ou omissões?!!!"

Em Caos


Se não fosse tão trágico-cômica essa sensação de caos, ora recomposto, ora no vácuo, eu acabo por refletir numa bagunça interna presente em meus pensamentos e nas minhas emoções, oscilando entre momentos de sorrisos bobos e espontâneos e angustias concretas, alegrias e coléras, traquilidade e conturbação, silêncio e barulho, controle e transtorno, um misto de tudo e nada ao mesmo tempo. Tudo parece muito exagerado, bem maior do que realmente é. Eu também exagero para valorizar o que eu sinto.

O problema não é tão problemático assim, o que está posto é como sempre foi - me distanciei do meu ponto de partida para passar de novo por ele, dando voltas e mais voltas sem sair do lugar, embora o deslocamento tivesse acontecido. Estou fazendo movimentos de rotação em mim mesmo. Eu não tenho como fugir de mim, aonde quer que eu vá.

Todas as minhas sensações estão a flôr da pele, fortaleza e fragilidade caminham de mãos dadas. Meu retrato ainda continua pendurado na parede do meu quarto e a mala ainda não foi desfeita. Não sei se vou ou se fico. Se eu dou um tapa na cara de quem me dá carinho e me irrita com o excesso ou se dou um afago em retribuição. Apenas, eu sei o que eu nao sei, eu sei o que eu não quero.

O tempo relativiza a todo instante, passando rápido ou devagar, chovendo ou ensolarado, andando ao meu favor ou contra mim, trazendo certezas e substituindo-as por incertezas . É tudo muito questionável. Falta um alicerce maior, um mestre para me guiar - Não seria Deus, porque ele está aqui comigo, mas, um comando prático e objetivo em mim e não fora de mim.

O preto não é tão preto assim, nem o branco. Cada palavra me causa uma reação diferente, até a mesma palavra. O medo que pode me paralisar também pode me impulsionar indo além. Embora o meu descontrole seja por outros motivos circunstanciais e não amorosos, o meu coração também "paga o pato", ele está na mira da artilharia pesada, sem estar sofrendo por ninguém especificamente ou será que está e eu não consigo ver o seu rosto, sendo "1 por todos e todos por 1".

Nem eu sei mais o que eu digo, embora cada frase me faça um sentido enorme. Eu estou no caos e acho que não quero sair dele, porque ele está me colocando em contato comigo mesmo, eu estou me sentindo mais vivo. Embora, eu esteja andando na corda bamba, de um lado para o outro, as vezes na direita da emoção, na esquerda da razão ou, quem sabe, se eu fazer a inversão dos pólos, a situação muda de figura?!!! Nada mudará, enquanto eu não resolver o que há para ser resolvido e me posicione por onde eu deva ou não seguir.

Enquanto eu não me posicionar e continuar o meu caminho, ainda estarei cambaliando entre possibilidades sem me agarrar em nenhuma, ora consciente, ora insano. E, por um milésimo de segundo ou um descuido qualquer, eu caio da corda e me lanço ao ar, sem asas, sem paraquedas, apenas caindo num buraco sem fim...

Eu estou na minha mira, eu sou o meu próprio alvo. Eu sou a minha própria sombra, eu sou o meu própiro caos.

"Cause all of the stars
Are fading away
Just try not to worry
You'll see them some day
Take what you need and be on your way
And stop crying your heart out"

Essa camisa de força é para quem?!!!


Eu, que enxergo demais;
ou
Você, que só quer ver o que melhor lhe convém?!!!



Eu, que viajo demais nos meus pensamentos;
ou
Você, que se limita em seus pensamentos?!!!



Eu, que paro para analisar o que você me diz;
ou
Você, que acha que pode me ludibriar com os seus dizeres?!!!



Eu, que estou envolvido demais com os meus problemas;
ou
Você, que gostaria de me ver completamente entregue aos seus pés?!!!



Eu, que não acredito em meras palavras;
ou
Você, que pensa que pode me seduzir apenas com elas?!!!



Eu, que imagino o que não existe;
ou
Você, que subestima a minha imaginação?!!!



- "Em que momento, a minha loucura é justificada, libertando-me do que eu me contraponho, ou é castradora, prendendo-me em todas as correntes que me impedem de voar mais alto?!!! Como voar, se as minhas asas foram depenadas, pena a pena, e cortadas em tirinhas tênues e imperceptíveis?!!! Até a loucura é relativa e questionável, depende do ponto de vista e da sensibilidade de quem a analisa."


Eu quero ficar, com certeza, maluco beleza!!!

Para que?!!! Porque?!!!


Para que me servem
Momentâneas e boas intenções
Se o que eu mais quero e preciso
Não são fragmentos, nem migalhas
Mas, tão e somente
A completude da obra

Eu quero caminhar nas nuvens
Sentir a brisa no meu rosto
E o movimento dos meus cabelos
Deitar sobre o imensão de algodão,
Descansando o meu corpo cansado
E sonhando acordado
Sempre mais, um pouco mais,
Não por frações de segundos
Mas, todos as horas que se seguem

Porque eu vou me contentar
Com apenas o tocar dos teus lábios
Se eu posso ter os teus beijos,
Todos os beijos,
Me perdendo
E me encontrando neles
Infinitas vezes
No decorrer dos tempos

Eu quero me aquecer
Em teus braços
Me molhar no teu corpo suado
Sentindo o calor do teu ardor
E a textura da tua pele
Sem pressa, sem espera
Até a sucessão dos próximos dias

Para que eu quero meras palavras
Se elas não me bastam
Nem tão pouco me convencem
Ou me fazem voar
Porque quase sempre
Elas não são totalmente sinceras
E nelas impelem e ocultam
Sórdidas intensões
Como mentiras e omissões
Que me transtornam

Eu não quero apostar no invisível
Nem me segurar no insólito
Porquê o intangível
Não me dá suporte
Não me dar norte, nem sorte
Nem asas, nem quebra correntes
Deixando-me exposto, temeroso
E a mercê de um provável equívoco

Sendo assim,
Para que?!!! Porque?!!!
Não há condições
Nem proposições
Que me façam abandonar
Meus suportes e proteções
Meus princípios e ambições
Minhas amarras
Por meras especulações


(Daniel Igor, 28/03/2009)



- "NÃO ADIANTA, eu não irei sair do meu eixo por apenas e meras suposições, nem tão pouco, me jogar no escuro e argonizar nas labaredas da minha consumissão... ou por ilusões... ou por falsas promessas... ou por palavras de efeito.... ou o caralho de asa... Definitivamente, EU NÃO VOU!!! Já bastam as cicatrizes que o meu orgão pulsante já apresenta e os arranhões que acometem a minha alma. Eu estou MAGOADO DEMAIS para bancar o doidinho e o kamicase."

Zifia, estava precisando rir...


... "Quando eu vi essa tirinha, achei a sua cara... rs... Não sei porquê?!!! Mas, abafa o caso!!! Are baba!!!"

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
(Nazaré)

- "Hei, menino!!! Traz um azulzinho para ver se sublima a minha alma!!!

sexta-feira, 27 de março de 2009

Resgatando do fundo do baú... ♪



(Al Jarreau - Morning)

Mornin' Mr. Radio
Mornin' little Cheerios
Mornin' sister Oriole
Did I tell you everything is fine...
In my mind

Mornin' Mr. Shoe Shine Man
Shine 'em bright in white and tan
My baby said she loves me and
Need I tell you that everything here is just fine
In my mind

'Scuse me if I sing
My heart has found its wings
Searchin' high and low
And now at last I know
Mornin' Mr. Golden Gate
I should walk but I can't wait
I can't wait to set it straight
I was shakin' but now
I am makin' it fine
Here in my mind

My heart will soar
With love that's rare and real
My smiling face will feel every cloud
Then higher stillBeyond the blue untilI know I can
Like any man
Reach out my hand
And touch the face of GOD

'Scuse me if I sing
My heart has found its wings
Searchin' high and low
And now at last I know

Mornin' Mr. Radio
Mornin' little Cheerios
Mornin' sister Oriole
Did I tell you everything is fine...
Wooo in my mind

So, won't you get up Oriole
So, won't you get up Cheerios
Wake up Mr. Radio....it's fine
Here in my mind

Singin' about mornin' little radio
Mornin' little Cheerios
Wake up Mr. Radio
Need I tell you everything
Right here is just doing fine
Woo!, in my mind

Yeah!!

Quem avisa, amigo é:


MUDA O DISCO!!!

Para alguns assuntos,



- "Nem preciso dar maiores explicações, né?!!! Ou, eu preciso?!!!"

Descobrindo outros métodos afetivos de ação


Em meus antigos relacionamentos, eu sempre cometi o clássico erro de: "Esperar da outra parte, a mesma coerência, carinho e dedicação que eu dava, sempre em estado tenso e constante de vigilância e controle". Idiota que eu fui, pensando que assim, eu teria controle de alguma coisa, muito pelo contrário, apenas me estressei, me magoei e nada tive de concreto, apenas enganos, desencontros e ilusões. A insegurança e a pretensão que eu tinha (agora adormecidas), só ajudavam-me a viver afetivamente em função do outro, dando poder e importância a quem não devia e desvalorindo a minha essência e as minhas qualidades.

- "Quantos planos foram feitos em vão?!!! Já perdi a conta. Muitos foram desfeitos, aff!!!"


Sabe de uma coisa, esse "pastel" e tolo aqui, literalmente, acordou a tempo para mudar a estratégia de ação, graças a essa sensação de desapego total e irrestrito que eu estou sentindo, sem ter medo de perder, e o caos pessoal pelo qual estou passando, me levaram a descobrir outros métodos afetivos de ação, embora sejam arriscados, depõem exclusivamente ao meu favor - E é assim que tem que ser mesmo. É voltando-me exclusivamente para mim, sem pressa alguma e despriorizando a minha vida afetiva (tirando-a do 1° lugar, aonde ela sempre esteve), é que eu passei a investir muito mais em mim e cuidando de outras áreas que ficaram sob a sombra do meu coração.

- "Eu estou dando à Cezar, o que é de Cezar, em todos os sentidos. Se estou sendo ríspido, distante, indiferente e rude com os outros, eu tô nem aí, ser solícito demais nunca me deu garantias de nada, apenas muitos chutes na canela e exaltações do tipo: "Dan, você é um cara muito especial!!!" Ser especial me adiantou o que?!!!"


Por essas e outras, é que eu permanecerei implacável e comprometido e fiel a mim mesmo, porque, pode chover raios e trovões e na hora "H", eu não irei me abandonar. Por isso, estou agindo da seguinte forma:

1°) Quer ficar comigo (de maneira séria, duradoura e respeitosa) e me conhecer melhor?!!! PODE!!! Mas, eu dou toda a liberdade necessária para isso. Sem cobranças, sem grude, respeitando a autonomia de escolha e e ação e o silêncio, mas, sempre com os dois pés atrás e não esperando contos de fada disso, pois eu não sou obrigado a "cair do cavalo". Em caso de deslizes (as tentações e a libertinagem estão aí e as suas imperfeições também), eu não dou uma segunda chance, eu sou radical nesse aspecto. Corro o perigo que for, mas, eu deixo livre para optar e conhecer outras pessoas, assim como eu também. Se eu perder nesse processo, é porque essa persona não era para mim e nem conseguiria me fazer feliz;

2º) Eu não vou competir com nenhum dos meus oponentes. Eu sei quais são os encantos que eu tenho e a consciênca de fazer a minha parte (hoje, eu não faço mais nada pensando em satisfazer os outros, mas com a intenção de me satisfazer - a diferença é essa). Mas, é bom ser comparado com os outros, porque, em algum momento, o que foi feito e o que deixou de ser feito sempre pesam, contra ou a favor. Mas, porque será que, mais cedo ou mais tarde, quem me desprezou sempre tentou me resgatar no final e não conseguiu?!!! (Que pena, amor... Que pena!!! É tarde demais!!!);

3°) Não me preocupo mais com as ações na surdina, nem pelas as minhas costas. Proibindo ou não, a carne é fraca, a índole é duvidosa mesmo, então, se for para aprontar, pode aprontar, mas, se eu imaginar ou constatar alguma travessura, eu não penso nem duas vezes, eu pago na mesma moeda e ainda coloco um ponto final na palhaçada. Eu não vou ficar procurando motivos para me estressar e sofrer, porque, quem procura, acha. Ah, acha!!!

Se lavando as mãos e entregando a relação na mão de Deus é a melhor forma de agir, eu não sei e nem vou recomendar, mas, é a forma que eu estou agindo e está me causando menos aborrecimentos e dissabores. Porque, pelo menos assim, eu não fico pegando no pé de ninguém e também ninguém pegando no meu pé. Se esfriar e terminar a relação, é porque nunca foi sólida mesma e nunca houve sentimento de verdade.

- "Eu não sou o tipo de pessoa que estou disposto a determinadas situações (engolindo todos os sapos e histórias mal contadas) para ter alguém do meu lado - está comigo porque quer estar e não por estar preso a mim. Se é para ter alguém para me sabotar, me detonar, me estressar e roubar a minha paz de espírito eu continuo preferindo estar como eu estou: Sozinho. Livre, leve e solto, beijando aos sábados (estou de recesso por enquanto, rs...) e não me aborrecendo."


Antes só do que mal acompanhado e dá para ser feliz sozinho também.

Plantando e Regando bons sentimentos...


Deixa eu plantar a minha semente no mundo, fazendo a minha parte...

Deixa eu regar um pouco de ternura e o que há de bom em mim...

- "Dan, você acredita no amor?!!!"


Perguntinha capciosa, heim?!!! Porém, eu só posso respondê-la da única forma que eu sei fazer, sendo sincero, sem firulas e nem contemplações. Talvez, alguns não gostem da minha resposta, mas, é a minha verdade, neste momento. Cada um com a sua e eu respeito todas elas.

Se eu for respondê-la de forma objetiva e racional, embasada no meu currículo efetivo e em todas as experiências mal fadadas pelas quais eu já passei, eu só posso afirmar que: "Eu não obtive sucesso até aqui". Como assim?!!! Nem os momentos bons e felizes pelos quais eu vivi (SIM, porque é claro que houveram), eles conseguiram amenizar ou sarar as cicatrizes que o meu coração possui, onde algumas delas continuaram sangrando e em carne viva, uma vez que não existe perdão para algumas delas, muito embora, todas as minhas histórias do passado estão mais do encerradas, mortas e sepultadas para mim.

- "Com certeza, não há ninguém com quem eu já tenha me envolvido, seja em tempos rescentes ou os mais remotos, que eu ainda tenha alguma vontade ou ilusão de recomeçar do zero, seja porque estamos num outro momento de nossas vidas ou estejamos mais maduros. Simplesmente, passaram, mas, as marcas ficaram."


Analisando cada história, algo que eu sempre faço nos términos de cada relação, para eu analisar o que aconteceu, aonde foi que eu errei e aonde erraram comigo, a conclusão sempre é a mesma: "Não era amor". Se em algum momento, eu acreditei que estava amando, seria talvez, porque eu estivesse tomado por uma empolgação, euforia, encantamento e ilusão momentânea - todos os sintomas de uma paixonite aguda, acompanhada de uma forte carência e uma legítima vontade de amar.

- "Todos os namoros ou ensaios de namoros que eu ingressei, eu sempre tentei que dessem certo, até mesmo aqueles que eu não estava tão empolgado assim. Dediquei-me até aonde foi possível."


Eu sempre escutei que amor de verdade completa, nos transforma e nos faz ser cada vez melhor, é durador e não é tão fácil de se esquecer. Se for assim, eu ainda não senti nada disso, até porquê, eu me recupero sempre muito rápido e quando eu chego no meu limite e decido finalizar é ponto final mesmo. Também já escutei que o verdadeiro amor sempre traz certezas, preenche lacunas e satisfaz completamente. Eu também nunca senti isso. Nunca senti essa sensação de completude com ninguém.

- "Será que o meu coração é de pedra ou ele ainda não foi aquecido e estimulado de forma correta?!!!"


Verdadeiramente, eu nunca me entreguei por completo, fosse porque eu sempre fui muito cauteloso (marca registrada de quem tem um perfil racional), para evitar grandes decepções (nem o maior dos cautelosos consegue passar impune dessa experiência, a descepção) ou porque eu nunca senti a total firmeza pelos meus sentimentos e nem segurança pelos quais eu estava recebendo (aquela sensação de segurança inabalável, dogmática e ingênua). Sempre a razão esteve a frente da minha emoção, principalmente, naqueles relacionamentos que eu senti a necessidade de controlar a situação.

- "É sempre muito cômodo e satisfatório ter o controle e as rédias da relação nas mãos, por se tratar de uma relação de poder e subjulgação. E hoje, eu tenho consciência disso, depois de algumas sessões terápicas de que eu nunca quis me comprometer em sua totalidade para não ter que me submeter a determinadas vozes de comando e não perder o controle sob a minha individualidade, a minha liberdade e os meus desejos."


Eu sempre me amei em primeiro plano (apesar das minhas inseguranças) e pensei muito mais em mim do que nos outros, embora também tenha me dedicado até o momento que eu sentia que estava sendo correspondido e satisfatório para mim. Diante disso, como é que eu posso acreditar no amor, se eu nunca amei de verdade?!!! Como eu posso acreditar no amor, se o amor que eu recebi (se era amor mesmo, já que a sensação que eu tenho que não era e não passou de migalhas), "não me preencheu da forma que eu gostaria de ser amado" (eu sei de todas as contradições e implicações que essa frase escrita representa, não precisam puxar a minha orelha).

- "O fato é: Tudo o que foi vivido até aqui me sugeri um conjunto de equívocos, desencontros e embustes. Não era e eu nunca o senti como se fosse um amor verdadeiro. Talvez porque eu naõ tenha encontrado a pessoa certa. Será que existe mesmo essa tal persona que irá me render ou me salvar?!!! Objetivamente, eu digo que não. Eu li essa semana um artigo que nos sugeria que devemos buscar a pessoa errada." rs...


Mas, se eu estiver errado, é claro que eu posso estar, a vida também pode me surpreender e me provar ao contrário. Daí entra em cena, o meu lado romântico e ingênuo, que mesmo vivendo em caos e em processo de desfé, atua como o meu colete salva-vidas e o salvador da minha alma que querem me convencer de que: "O amor existe e de que eu posso amar e ser amado".

- "Será mesmo?!!! Eu não sei e nem sinto se eu estou no caminho certo. Às vezes, eu sinto que isso não foi feito para mim, tanto que eu nem tenho mais crises em admitir essa possibilidade para mim mesmo."


Concretamente, eu não posso negar que existe amor no mundo e entre as pessoas, mas, isso é tão distante de mim, que os anos vão se passando, a minha crença nele vai oscilando, em momentos de fé e desfé, de estímulo e desestímulo, e, mesmo assim, quando eu estou aberto e disposto para encontrá-lo ou ser encontrado por ele, as minhas mãos nunca conseguem tocá-lo, os meus olhos não conseguem enxergá-lo e a energia deste amor nunca me envolve arrebatadoramente.

- "Sentimentos mornos nunca ferveram o meu sangue. Eu quero ser avassaladoramente tomado e até virado do avesso ser for possível, mas, será que isso existe mesmo?!!! Ou é utópico demais crer nisso?!!!"


É entre dúvidas, conflitos e caos pessoal que eu estou respondendo essa pergunta. Contexto nada favorável, né?!!! Mas, já que me perguntaram sobre, eu não posso deixá-los sem resposta. Mesmo correndo o risco de depois ter que me contradizer e dar uma outra resposta bem diferente desta. Se isso acontecer, não será tão ruim e desagradável assim, concordam comigo?!!!

- "Mas, eu confesso, se algum dia eu for tocado por esse tal sentimento chamado amor que me dizem que existe e que tanto pedem para eu ter paciência de esperá-lo chegar em minha vida(dessa vez eu estou fazendo a minha parte, no tocante de ter paciência, pois eu não estou buscando), mudo o meu pensamento e discorro sobre o outro lado dele na minha vida que eu ainda desconheço que existe."


Ai, sim, quando isso acontecer, eu digo em alto e bom som: "O amor aconteceu para mim e é chegada a hora de eu me comprometer deliberadamente por completo".

- "I promise!!!"

A existência de sucessivos desencontros


Esse post não é dedicado aquelas pessoas que nós temos o desprazer de cruzar em nossas vidas, por serem tão insignificantes que são, não valem nada, nem mesmo a nossa preocupação e um milésimo do nosso precioso tempo de pensamento. Mas, para aquelas pessoas maravilhosas que um dia já passaram, deixando-nos boas impressões e ainda continuam deixando. Essas pessoas, sim, merecem ser lembradas e reverenciadas pelo conteúdo humano que possuem e as marcas deixadas em nossas mentes e almas e em nossos corpos e corações.

Graças a Deus, não surgiram apenas equívocos e embustes na minha vida, mas, também pessoas especiais que por algum motivo, provocado deliberadamente ou porque a própria vida incumbiu de nos separarmos, partiu. Aqui não existe apenas um nome retratado nestas entrelinhas, mas, muitos nomes, cada um em seu tempo, com a sua importância, com a sua característica, com a sua sensibilidade de tocar-me de alguma forma - simplesmente, porque conseguiram me tocar. Talvez, a missão de suas vidas na minha, fosse apenas uma mensagem ou aprendizagem naquele momento. Vamos lá saber os desígnios Dele.

Amigos e entes queridos que saíram da nossa vida, seja porque partiram de vez para uma outra dimensão ou a vida os levou por outros caminhos, mais cedo ou mais tarde, eles regressam, seja em sonhos, em saudades ou porque os caminhos se cruzarão lá na frente - Maktub, se for, é porque realmente estava escrito.

Agora, aquelas personas maravilhosas que entram na nossa vida e por quem nos encantamos, nem sempre, conseguimos reverter/transformar esse encantamento e essa admiração em amor concretizado, por causa do desencontro e descompasso de afinidades, sentimentos, expectativas, sinergias, objetivos, dentre outras coisas.

Já houveram situações na minha vida em que a atitude mais acertada, porém não fácil, foi a desistência. Desistir de um carinho gostoso, de uma amizade interrompida, de uma propostatentadora, de uma possibilidade aparentemente satisfatória e até de ensaios de relacionamentos, pois eu não estava aberto para aquilo que me era oferecido, independente dos meus motivos, ou simplesmente porquê perdemos o "time" e o nosso tempo para investir passou, ou existiu uma confusão de sentimentos, ou porque eu não me senti capaz de retribuir o que me era posto ou exigido, já que nem sempre nos enquadramos nos perfis desejados, ou porque as condições não eram favoráveis para acontecer, seja buscando salvar uma possível amizade ou poupando-me de mágoas que mais cedo ou mais tarde seriam inevitáveis. Se houve alguma ruptura da minha parte, em sua maioria, foi uma opção consciente. Que eu me lembre, só fui refém do "se" uma vez, um causo já retratado por aqui, no ano passado (2008), o caso "Monte Pascoal".

O fato é: "Cada pessoa especial que já passou na minha vida ou que ainda permanece atuando nela, sempre deixa em mim uma reflexão, uma lição de vida e a certeza de que a busca e crer nela ainda vale a pena, mesmo que e se assim for, a possibilidade de se deparar com sucessivos desencontros, com ou sem carga de mágoa, dependendo de como você irá absorver e se posicionar diante desses (des)encontros".

Ócio produtivo?!!!


Será que é isso mesmo?!!!


Não é mais novidade para ninguém que eu sou viciado em bloggar, sendo o que justifica horas e horas conectado em frente ao pc, teclando, queimando a minha cachola e colocando os meus Tico e o Teco para pensarem. Também não é novidade alguma que eu palavro bastante, correndo o risco de me perder no meio de tantas palavras, pensamentos e sentimentos, mas, "EU ADOOOOORO TUDO ISSO"!!!

Olhando a quantidade de "posts" que eu já postei somente neste mês, com este já são apenas 87, fora alguns posts que eu ainda preciso fazer para terminar o mês, como o Top Five do mês de março/2009, nunca vi um processo de desaceleração e ócio ser tão produtivo, fazendo eu bater o meu recorde mensal de postagens. Só espero não estar caindo na qualidade e na repetição, mas, se por algum acaso, eu estiver cometendo esse deslize, é porque a minha essência esteja refletindo isso. Não tenho porquê de pedir desculpas por isso.

Enquanto alguns buscam aproveitar o ócio de suas vidas, seja ele constante ou passageiro, de forma preguiçosa e improdutiva, eu busco transformar as minhas sensações e impressões em palavras e imagens, talvez assim, eu possa compartilhar a fase que eu estou passando e, quem sabe, eu esteja conseguindo expressar e representar o que outras pessoas possam estar sentindo nesse momento. Eu não sou o único a estar passando por um momento de impasse e estar encomodado por isso.

Talvez, não sei ao certo, mas, eu desconfio que o vazio que eu estou sentindo atualmente seja o responsável por essa compulsiva palavração. Aos invés de engolir tudo, entrar em estado depressão e alimentar um câncer no meu corpo ou na minha alma, eu prefiro vomitar aqui, tudo o que eu sinto e penso, sem estar muito preocupado com as incoerências que possam estar surgindo, sem eu estar me dando conta de explicá-las. Coerente ou não, estou traduzindo eu mesmo por mim mesmo.

Embora a quantidade de postagens seja grande, eu sei que muitos não conseguem ler todas, mas, não há importância alguma, porque até a opção de ler e/ou comentar é sua. Elas estão aí, ler quem quer. Comenta quem quer. Mas, todo "feedback", sempre é bem vindo e agradeço a todos os meus leitores fieis e participativos.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Quando você atravessar por essa porta...




... "You don't know how long I have wanted
To touch your lips and hold you tight
You don't know how long I have waited
And I was going to tell you tonight
But the secret is still my own
And my love for you is still unknown
Alone..."

(Anders Johnansson - Alone)

Parabéns, minha musa!!! Parabéns, Juju Paes!!!


My people, não tem para ninguém, Juliana Paes é um boeing de última geração indo e vindo. Nem preciso dizer o quanto eu gosto dela, sendo, na minha opinião, uma das mulheres mais exuberantes e expressivas que o nosso país tem o prazer de possuir. Além de ser bonita, desejada, gostosa, carismática, simpática e cativante, ela apresenta uma conduta pessoal discreta e impecável, nunca estando envolvida em escândalos ou baixarias, como também, uma credibilidade já reconhecida no cenário artístico e publicitário brasileiro.

Aos poucos, pacientemente, passo a passo, ela vem construindo a sua carreira artística de maneira muito séria e sólida, começando como figurante de pouca expressão da novelinha teen "Malhação", onde depois, teve a sua primeira oportunidade de protagonizar o seu primeiro papel, já na novela das 8, "Laços de Família", como a empregada doméstica Ritinha, conseguindo voltar os olhares dos marmajos para a sua inegável beleza. De lá para cá, participou de outras novelas como "Celebridade", interpretando Jackie Joy, uma espivitada manicure do subúrbio carioca em buscava da fama e o dinheiro a qualquer custo; "América", atuando como a falsa-beata Creusa, expondo toda a sua sensualidade; e "A Favorita", atuando como a jornalista Maira, que saiu da trama antes do tempo por ter sido escalada como a atual protagonista da novela das 8 - o posto mais alto que toda jovem atriz deseja alcançar. A sua competência como atriz vem se apromorando a cada trabalho, tendo que provar que além da sua beleza e carisma, ela também possui talento. Já nos dois últimos anos, ela já atingiu o posto de protagonista, conseguindo um dos papeis principais na novela das 7, "Pé na Jaca", e agora vivendo a Maya, em "Caminho das Índias" no horário nobre.

Não tem como ignorar a estrela da minha musa "Juju Paes", a forma carinhosa como a trato já algum tempo. Minha admiração por ela também se intensificou com a sua performance majestosa na Marquês de Sapucaí, vendo-a como "Rainha de Bateria" na Viradouro, durante 05 anos consecutivos.

Hoje, ela está se tornando uma "trintinha" e nada melhor do que recebê-la de braços abertos desejando muito sucesso e um sonoro: - "Bem vinda, ao clube!!!" Meus sinceros parabéns para você, minha musa!!!

Eu vou indo...


Ne me quitte pas...

(Não hão porquês para refazer resgates, apenas para seguir a diante sem olhar para trás... Se ainda existirem sonhos para serem sonhados, estímulos para serem motivados e corações para serem acalientados...)


... Il faut oublier
Tout peut s'oublier
Qui s'enfuit déjà
Oublier le temps
Des malentendus
Et le temps perdu
A savoir comment
Oublier ces heures
Qui tuaient parfois
A coups de pourquoi
Le coeur du bonheure..."

Pensamento recorrente



Apesar de ser necessário, o excesso de realidade faz mal ao meu coração (órgão e subjetividade).

Mesmo assim, eu sou FORTE.

Eu posso até envergar, mas, EU NÃO QUEBRO!!!

Ultimamente, com o gênio de cão que eu ando...


Mandaria o mundo inteirinho pelos ares,

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkBUM!!!

quarta-feira, 25 de março de 2009

Eu não me encontro em sonhos, mas na realidade.



Quanto mais eu conheço as pessoas e entro em contato com as suas expectativas afetivas mais vontade de permancer sozinho eu tenho. Eu não me sinto representado na integralidade delas.


Eu não tenho que me enquadrar nos padrões ideias de ninguém e, nem tão pouco, que os outros se enquadrem nos meus. Eu sou único, legitimado por tudo aquilo que eu acredito, reflito, sinto, almeijo, realizo e experimento, seja expresso em acertos e/ou erros, qualidades e/ou defeitos, sorrisos e/ou tristezas, disposições e/ou não disposições, querências e/ou rechaços, certezas e/ou contradições, mas, o puro reflexo de mim mesmo.

Se por um lado, eu não me sinto representado nestas "exigências afetivas", por outro, eu estou liberto de toda e qualquer obrigação de não jogar esse jogo insano de sedução, onde as cartas desse jogo, sugerem-me aos desencontros afetivos, às frustrações e à autoflagelação de mim mesmo. Eu não quero participar de um jogo que não contempla e nem valoriza a minha essência e características, me machucando, me deprimindo.

Porque eu sinto que essa busca do complemento, da outra parte, acaba sendo sempre tão frustrante?!!! Sempre tão marcada pela desfé?!!! Sinto que a cada constatação negativa, as minhas forças foram completamente sugadas, esvaindo-se como sangue em uma hemorragia interna, restando-me o mais profundo nojo de quem se encontra em processo de rejeição das contradições. Estou cansado até de crer, sonhar, torcer, ..., ou sei mais lá o que. Não consigo crer nas palavras, em promessas e nem nas intenções das pessoas, por mais que eu me esforce, eu não consigo. Estou completamente descrente do outro.

Ninguém consegue estar na mesma sintonia do que o outro forçando a barra. Sinto muito medo de estar forçando isso, de tal forma, que eu possa estar contribuindo para dar um tiro à "queima roupa", contrariando a mim mesmo e me ferindo por isso. Querer estar em contato com os outros e perceber que eu sempre estarei alheio ao que elas idealizam para si mesmas é decepcionante, porque nenhuma destas idealizações nunca serão a representação fiel do que eu mesmo sou. Nunca esse impasse do que é idealizado e do que é real será superado ou deixará de existir, já que ninguém contrói elaborações de amor em função do outro, a partir do processo de convivência diária e do tempo, onde a regra geral sempre é partir de si mesmo, do que idealizam e esperam alcançar.

Ninguém conseguirá alcançar o personagem idealizado e venerado no pedestal do outro, isso é divino e não humano, isso é insano e não possível. Nenhum esforço é o suficiente para bastar o que se é sonhado, desde que, quem idealizou e venerou, troque o que está no pedestal por quem é possívelmente real. Eu não vou me adequar aos sonhos de ninguém, por mais próximos que sejam de mim, nunca será eu ali idealizado.

Eu queria me abster desse confronto integralmente, não tendo que sentir a necessidade dessa busca, para que a minha hemorragia estanque, que o meu coração permaneça dormindo, ignorante e poupado disso tudo. O excesso de realidade faz mal para o meu coração (orgão e subjetividade). Se fosse possível, eu gostaria de eliminar essa necessidade de mim.

- "Se alguém tiver que me amar, que seja por quem eu sou e não esperando que eu seja o personagem que foi sonhado."

Claustrofobia por mimos e grudes


Como eu mencionei no post anterior, eu fui muito mimado e paparico na infância pela minha família, sobretudo pela minha mãe e as minhas duas irmãs mais velhas, intensificando ainda mais na minha adolescência. Não posso reclamar da família que eu tenho e nem da educação que eu tive, mas, para eu conquistar o meu espaço dentro de casa e deixar o Dan que sou hoje brotar, eu tive que romper com essa estufa afetiva que tanto me sufocava. Rebelar-me foi o caminho que eu encontrei para dizer: "Eu existo e tenho o direito de fazer e seguir as minhas próprias escolhas".

- "Mesmo entre conflitos, assim eu fiz. E não me arrependo. Consegui a minha liberdade, literalmente no grito!!!" rs...


Algo precisa estar muito claro: Receber amor, carinho, atenção e proteção em demasia, envolta de grandes exageros, estraga, sufoca!!! Isso é uma afronta a nossa individualidade, capacidade e inteligência. E por me sentir sempre numa situação de constante pressão, literalmente numa panela de pressão: muito acarinhado, bajulado, vigiado, exigido, envolto de mimos, grudes e nhem nhem nhens - não apenas na área familiar, mas também nas minhas amizades e namoros; eu criei uma espécie de claustrofobia por mimos e grudes.

- "Eu odeio gente mimada, grudenta e asfixiante ao meu redor, se for do tipo "cliclete" pior ainda, como também, carente demais, querendo me mimar, me bajular, me agradar constantemente, a toda hora e a todo custo, passando a mão na minha cabeça, perdendo a noção de bom senso, de peso e medida. Enfim, isso me sufoca, gerando repulsa, raiva e nojo."


De certa forma, apesar de gostar de atenção e carinho como qualquer um de nós, quem não gosta, né?!!!, mas, se eu for tratado com um certo exagero, eu retribuo naturalmente com indiferença, descaso e malcriação. Me dá um desapego e uma ojeriza na hora. Talvez, por isso, com o passar do tempo, em algumas situações, eu fui ficando mais seco nos meus relaciomamentos : "Não tolerando muito nhem nhem nhem, não gostar muito de falar ao telefone várias vezes ao dia e nem todo dia, só para falar bobagens, simplesmente, porque não há o que ser dito, muita melosidade no trato, muito agarramento, essas coisinhas que sempre em excesso enjoa".

Além de mimos e grudes, uma coisa que me sufoca e eu não tolero de espécie alguma é ter que dar satisfação da minha vida. Eu não dou e nem barganho. Quem quiser pode achar ruim ou se rasgar em bandas, mas, eu não sou o tipo de pessoa que pede autorização, apenas comunico e faço. Ser besta e dependente pra que?!!! Só para depois levar o pé na bunda e renuncair as coisas que eu gosto?!!! Muito obrigado, DISPENSO!!! Eu não deixo de fazer o que eu gosto e o que eu quero por ninguém, algo que aprendi na vida e preservo a todo custo - respeitar a minha individualidade.

O espaço e a individualidade dos outros devem ser respeitados e preservados e certos excessos são invasivos. Já é complicado eu compartilhar a minha intimidade assim de graça, com qualquer pessoa (claro que através do blog é diferente, eu só compartilho o que pode e é interessante ser revelado).

- "Invasores, oportunistas, insignificantes e medíocres não tem acesso ao mundo caótico e complexo de Dan, justamente, porque a minha complexidade é alcançável pela inteligência destes." (Me acho, não, EU POSSO!!!) rs...

Crianças mimadas, Crianças tiranas



É incrível como crianças mimadas e paparicadas são potencialmente tiranas. Seja por serem filhos caçulas ou filhos únicos, elas sempre são os centros das atenções, cobertas de zelos e expectativas, até certo ponto, recorrentes de um certo exagero. Os pais esquecem que todo excesso de cuidados, dedicações e carinhos fazem mal - embora toda esse debruçamento diante do seu "baby", seja esperável e compreendido. Não sei porquê paira no imaginário coletivo dos pais de que os filhos caçulas e os filhos únicos são tão frágeis emocionalmene e/ou incapazes de agir com autonomia. Talvez isso aconteça, porque as "galinhas" não queiram que os seus "pintinhos" cresçam e saiam debaixo das suas asas e, nem tão pouco, abandonem o "ninho materno" ou porque foram criados para serem uns eternos dependentes afetivos dos seus pais.

Educar não é fácil e um exercício diário. Porém, muitos pais acabam errando na dosagem de tratamento, construindo um relacionamento baseado na dependência psicológica, na ausência de limites e filhos birrentos e imaturos que não sabem lidar com as próprias frustrações e limitações. Enfim, não são pessoas preparadas para a vida.

- "Hoje, filhos birrentos são capazes de matar os seus prórpios pais, sem resistência nenhuma, mesmo havendo a possibilidade de arrependimento depois. Alguns não apresentam culpas e nem remorços."


Não podemos esquecer que todos os componentes subjetivos de uma criança cercada de mimos e comportamentos birrentos transmutam da infância para a idade adulta. Isso sim, explica porque tantos adultos são o reflexo das crianças que foram um dia e continuam subjetivamente tão ou mais infantis quanto. Está aí o meu "reizinho" para confirmar essa teoria (meu lado rebelde qu eu estou tentando conter) e tantos outros adultos que eu já me deparei na minha trajetória de vida e que continuam sendo assim (bebezinhos), mas, agora como "crianças-grandes" - afetivamente imaturos.

No meu caso em especial, eu sou o filho caçula temporão de três irmãos, o xodó da minha eterna mãezinha, que Deus a tenha e guarde, que durante muito tempo eu fui o centro das atenções e extremamente amado, ao pondo de ser muito sufocado (mas, a questão desse sufocamento, será retratado em outro post, numa outra temática explicando porque eu tenho claustrofobia de mimos e gente grudenta). Embora, ser mimado faz parte da minha personalidade, é algo que não me satisfaz na minha vida adulta e estou procurando lidar com ela até antes mesmo de retornar a fazer a minha terapia.

Por lidar com adultos infantilizados (incoerentes, mimados, birrentos e até insanos muitas vezes), eu sempre tive muito cuidado para não realizar os mesmos comportamentos pelos quais eu tanto critiquei. Mas, em algumas manifestações do "reizinho", vindo em minha defesa diante de certas ameaças, isso me gerou um profundo encômodo e estranhamento, por não querer ter o meu lado infantil tão aflorado - sobretudo quando a minha tirania infantil, vem a tona, na sua forma mais ferina e impulsiva.

- "Ao invés de agir de forma impulsiva e infantil, eu sempre cobrei de mim mesmo atos coerentes e maduros, principalmente na hora de expor e impor o que eu penso, quero e sinto."


Então, cada um que cuide da sua própria criança, seja atuando subjetivamente na infância/adolescência ou na fase adulta/madura, porque crianças mimadas são potencialmente tiranas e essa tirania pode persistir intensamente na vida adulta sobretudo em questões de competição e do exercício de poder em relação ao outro.

- "Se algum momento eu fui visto como uma criança má, partindo do pressuposto que eu mordia as outras crianças sem dó e nem peidade e com muita satisfação, numa foi um problema para mim, até porque eu nunca considerei como desmérito ser intitulado a "ovelha negra da família" porque eu sempre achei fascinante andar na contramão, principalmente, quando guiado por motivações justificáveis."

Lei D n° I - Almejando Movimento


"Estou de volta para o meu aconchego
Trazendo na mala muita saudade..."


Com certeza, é muito bom regressar para juntos do seus e estar perto e resgatar as suas origens, desde que, você ainda esteja em sintonia com o seu estado, a sua cultura e a sua gente, não apenas reproduzindo, como também, se identificando com aquele modo de pensar e viver. Quando você ganha o mundo e se adapta à outra realidade e ao ritmo de vida acelerado, você cresce em sonhos, ambições e ações, se distanciando daquela visão menor e limitada que tinha antes. Isso se chama evolução, desenvolvimento.

Nesse sentido, o desaceleramento pra mim significa retrocesso, estagnação, inércia, ociosidade, tédio e fadiga. E, nesse momento, tudo o que eu mais quero é sentir-me vivo, em mim, em movimento. Quando você sai para o mundo e vê a possibilidade do crescimento, aprendendo a caminhar com as próprias pernas, apesar de qualquer tropeço no decorrer do caminho, o que você deixou para atrás não lhe satisfaz, não lhe representa, surgindo aí: a sua sede de movimento, a sua vontade de ir muito mais além.

A minha subjetividade não está e nunca esteve em Fortaleza, apesar de gostar da minha cidade natal. O movimento que eu almejo está alheio a ela.

Lei D n° II - Deixando o tempo correr...


Eu cansei de brigar e de me desgastar com o tempo. Talvez, por isso, ultimamente eu esteja tão mais tranquilo do que antes em determinados aspectos, não tão calmo assim, mas tentando ser calmo e paciente aos trancos e barrancos. Como eu não posso ser o Senhor do Tempo, eu não vou mais querer controlá-lo ou acelerá-lo, já que eu não posso vencer essa batalha da espera, que tal eu me associar a ela?!!!

Vou apenas deixar o tempo correr... Sem pressa, sem expectativas, sem fadigas... Será que eu tenho autocontrole para isso?!!! Como eu não tenho opção de escolha, só me resta esperar tal e qual como eu já estou fazendo, mesmo contragosto.

Lei D n° III - O "bater do martelo" é questionável.


Eu não sou o dono da verdade e, nem tão pouco, eu sou o fiscal da vida alheia. Embora eu tenho as minhas verdades, experiências e convicções, eu não me proponho a atirar algumas pedras no telhados de vidro dos outros ou convencê-las de abandonarem as suas convicções para seguirem o meu modo de viver. Cada um precisa encontrar as suas próprias fórmulas, equações e receitas para enfrentar a vida de frente, com coragem e francamente - embora não recomendo enfrentá-la de peito aberto, a não ser que seja usando um colete a prova de balas, inflável, anti-choque e contra pilantragens.

Mas, nada me impede de expor os meus pontos de vistas. Apesar de acharem que eu quero impor os meus conceitos e as minhas práticas, a minha proposta é promover a reflexão, contribuir para que os outros possam analisar as situações, resolver os seus problemas e se encontrar a partir de um novo olhar, de uma nova perspectiva, que desconhecem ou apenas não perceberam.

Não me compete ser juiz ou algoz de ninguém, porque eu também tenho telhado de vidro e ainda eu tenho muito o que aprender. Estou flexível as aprendizagens e as mudanças de percepção até os dias que elas forem necessárias, porque eu acredito perfeitamente, que a unanimidade é burra e o julgamento pode ser falho, privilegiando os interesses de um comando ou de um grupo. Até o "bater do martelo" é questionável, porque a verdade é relativa, depende do ponto de vista por onde ela está sendo analisada.

Lei D n° IV - Avesso a degradação humana e a banalização do sexo


Vocês podem fazer o que quiser dos seus corpos e das suas afetividades, ISSO NÃO ME DIZ RESPEITO, apesar de certas atitudes me chocarem profundamente, mas, não me venham solicitar a minha presença e as minhas condolências para os seus jogos sexuais. Poupem-me de quaisquer ultrajes, desagravos, convites vazios de significados e insinuações baixas, porque, desde já, eu repito: "Eu não irei participar de qualquer jogo sórdido". Sexo é bom, é, para alguns até mais que isso (bótimo). Sexo é gostoso, é, mas, as minhas prioridades não giram ao redor dele. Enquanto alguns se degradam, desrespeitam a sua condição íntima e humana, entregando-se ao "sexo pelo sexo", eu busco sexo com afetividade.

Quadrado ou não, romântico ou não, ingênuo ou não, eu não consigo dissociar o meu prazer sexual, em dividir a minha intimidade com alguém que eu conheço, confio e esteja envolvido (além do tesão), da minha subjetividade - que replete os meus princípios e crenças; para degradar a minha dignidade, contrariar a minha essência e profanar o meu corpo, o meu sexo, de forma sórdida, fulgaz, banal e irresponsável por apenas um trepadinha leviana.

Não tenho como proposta de vida ser santantificado ou o preservador da moral e dos bons costumes, mas eu me reservo ao direito de "soltar todos os meus bichos" e fazer as minhas "loucuras, desejos e fantasias sexuais" com quem eu quero, de forma saudável, segura e afetiva.

"As lágrimas não reparam os erros!!!"

The Verve - Bitter Sweet Symphony (with lyrics)

♫ Pitty - Na sua estante

"Eu não ficaria bem na sua estante..."