domingo, 30 de novembro de 2008

Curto e Grosso!!!


Não me venha com ironias, "R".

- "Enquanto existe alguns que se omitem, outros preenchem as lacunas!!!"

Eu nunca te omiti a minha situação e, muitos menos, os meus sentimentos e as minhas dúvidas.

- "Chateou-se?!!! Foda-se!!! Pague por sua ausência de atitude. Eu não sou obrigado a parar a minha vida, esperando por uma atitude sua. Só o que me faltava, aff."

Mordendo a língua... Ui!!!


Como não me empolgar com “A”?!!! Como não rever os conceitos?!!! Como não querer, mesmo não acreditando muito na durabilidade e concretude, esse “conto de fadas”?!!! Como não?!!! Como não?!!!

- “É né, empolgadíssimo Dan?!!! Você está mordendo a sua língua por deixar-se ser engolido pelo inacessível.”


Mas, eu quero!!! rs...

Embora, eu tenho consciência de que não é tão simples assim e já saiba do desfecho final: Sucumbiremos à distância, à falta de estabilidade, ao gênio difícil de ambos (antes mesmo de namorarmos, já brigávamos demais) e esse conto de fadas irá escoar pelos meus dedos.

- “Mas, o que podemos fazer, quando o desejo fala mais alto?!!!”


“Amém, Desejo... Amém!!!”

Eu só queria te dizer que...


TOP FIVE: Os “BYE BYE(S)” do mês de Novembro/2008


Definitivamente, esse mês de novembro vai ficar marcado na minha vida e na minha memória devido a agitação afetiva na qual eu protagonizei várias histórias num curto espaço de tempo, entre paqueras, breves namoros e opções de escolha. Sem dúvida alguma: a rotatividade está alta, a fila está andando e a catraca está mais seletiva do que nunca e, mediante tantos apelos e tentações, eu estou confuso em tomar decisões definitivas – eu ainda me dou o direito de experimentar para eliminar qualquer dúvida.

- “Duvida, não pode!!!” rs...




5º Lugar

(Categoria “Cara de pau”)





Enquanto isso, numa pausa longa na mesa e eu ali, só observando até aonde ia a “cara de pau” de “R”, flertando com o cara da mesa da frente... Eu pensei comigo mesmo: “Eu não sou obrigado!!!”

- “Garçom, por favor, a conta.”
- “Como assim?!!!”
- “Você é uma pessoa adulta, livre e desimpedida o suficiente para mudar de mesa. Sinta-se a vontade.”
- “Hã?!!! Você acha que se eu não estivesse com vontade de estar aqui com você, eu estaria nesta mesa?!!!”
- “Não sei. Eu não te conheço.”



- “Ah, fala sério!!! Em algumas situações ter “cara de pau” até tem o seu glamour, mas, para quem subestima a minha inteligência e só tenho uma única coisa a dizer: BYE!!! Eu não sou obrigado!!!”




4º Lugar

(Categoria “Arrastando corrente”)




Durante o decorrer do jantar e no desenrolar do final de semana, eu logo percebi que eu não deveria esperar muito daquele encontro com “V”, nada mais do que uma “trepadinha de final de semana”. Nada contra as trepadinhas, mas, eu não estava ali para isso, mas, como eu estava ali mesmo, pelo menos, eu não iria dar viagem perdida e aliviar toda a minha frustração, gozando!!!

- “Não teria sido muito mais honesto e coerente da sua parte ter deixado muito claro, desde o princípio que você ainda arrastava corrente pelo seu ex-namorado e a sua intenção era apenas me levar para cama?!!! Se tivesse feito isso, ainda teria me dado a opção de aceitar ou não essa trepadinha de forma mais objetiva. Mas, para quem tenta me ludibriar, como se eu fosse um incauto, só te digo uma coisa: BYE!!! Eu também não sou obrigado.”




3º Lugar

(Categoria “Temperamental demais para o meu gosto”)



Depois de ter me dispensado na noite anterior, me liga no dia seguinte fazendo a linha “Sandy”, como se nada tivesse acontecido. Eu não sou obrigado a engolir sapos ou cobras ou lagartos.

Como um cactos, sequíssimo, eu atendi o telefone:

- “Que voz séria é essa?!!!”
- “É a minha garganta que está irritada.”
-“Então, vem para cá, para eu escutá-la no meu ouvido?!!!”
- “Isso é tão engraçado. Você me dispensou ontem a noite e agora quer que eu hoje vá pra aí.”
- “Pode parar. Você é muito “cu doce”. Eu não tenho tempo para esse tipo de coisa na minha vida.”
- “Hã?!!!”
- “Então, a gente se vê no domingo. Okay?!!!”
- “Então, ta!!!”


- “Por acaso, você ligou no mesmo dia ou no dia seguinte?!!! Por acaso, você foi se encontrar com “M” no domingo?!!! Eu não!!! No domingo, eu já estava era aplicando a “Lei da Substituição” e conhecendo “F”. Já basta o meu jeito temperamental de ser para eu ter que aturar a grossura alheia. Mas, para quem tenta me dar um baile, simplesmente, BYE!!! Eu não sou obrigado.”




2º Lugar

(Categoria “Conto de fadas”)





Com muito pesar no coração, infelizmente dizer um “bye” para você “A”, se faz necessário. A presença da tríade (distância, falta de recursos e descrença) é demais para qualquer tentativa de envolvimento.

- “Precisamos ser objetivos e conscientes. Apesar de gostar de você, eu digo um BYE para esse conto de fadas. Nem fã da Carochinha eu sou. Eu preciso de alguém que me empolgue (isso você consegue como ninguém) e esteja no alcance das minhas mãos (infelizmente, você não está).”





1º Lugar

(Categoria “Em Definição”)




“F” ou “R”... “R” ou “F”... Outras letrinhas do meu alfabeto... Quem receberá o “BYE number one”?!!!

- “Eu até imagino quem será por falta de empolgação da minha parte. “R”, sinto muito, mas, depois dos últimos acontecimentos, sua recaída pelo seu ex, bye. Eu não sou obrigado a correr atrás de um prejuízo que não me pertence. Ser estepe, eu não preciso e não me representa.”


Enquanto isso, o meu namoro continua e vai tornando forma, apesar da pouca empolgação da minha parte. Tomara que eu consiga reverter essa situação, caso contrário, o inevitável se fará necessário: “I’m sorry, but... Bye!!!”

Almoçando com a sogra... Apresentado aos amigos...


É, não deu para fugir de tal encontro: Fui conhecer a minha “sogra” portuguesa. Tão prematuramente isso, mas, já foi. Sem grandes “calças justas”, mas, fui apresentado para maior parte da Família Bonami. Ainda bem que eu não enfrentei nenhum interrogatório e não fui analisado dos pés à cabeça, pelo menos não de forma explícita e invasiva.

- “Sobrevivi à situação. Todavia, eu notei a ansiedade de “F” por esse almoço, porque, de certa forma, estava buscando aceitação da sua mãe. Algo bem evidente.”


Depois do almoço, fomos na casa dos seus amigos, para que, até fim, o famoso Dan ser devidamente apresentado. Eu, particularmente, achei todos muito simpáticos, apesar da simplicidade.

- “De novo, eu sofri aquele estigma de quem está integrado ao Universo Uspiano – ser taxado de playboy. Mas, não é bem assim. No mais, eu acredito que devo ter agradado, porque a tarde flui normalmente de forma gostosa e agradável.”


Mas, de certa forma, eu me sinto culpado por não estar retribuindo a altura à empolgação depositada em mim. Vamos ser se com o tempo eu me empolgo mais, porém, talvez, eu esteja mais empolgado com o inacessível do que o que é possível.

- “É meu bem, a rapadura é doce, mas não é mole não!!!”

Se fosse verdade...



... Talvez, o meu coração não resistisse e eu não estaria tão impolgado!!!




- "Amor, pode acreditar, embora eu não demonstre muito o que eu sinto por você, eu penso em você toda hora."



Verdade ou não, só o tempo dirá... E, por mais que eu quisesse resistir, rever o "NÃO, SEREMOS APENAS AMIGOS" foi maior do que eu. Eu não posso prever nada, nem quero fazê-lo, mas, só por esse instante, SE FOSSE VERDADE (Porque ainda não é, eu ainda não te realizei): "Amor, eu quero você!!!"

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Por 1 minuto de reflexão!!!


"Às vezes, é mais estimulante você transar com um(a) desconhecido(a) do que fazer sexo por obrigação!!!"

Eu não sou mais adepto aos contos de fadas!!!


Houve um tempo que eu faria das tripas coração para me dedicar a: namoros virtuais, namoros à distância e, quiçá, me submeter às situações mais complicadas para viver um grande amor. No entanto, hoje, eu não tenho condições emocionais e financeiras para investir em contos de fadas.

- “Eu sou muito ansioso e impaciente para isso.”


Ontem à noite, eu e “A” conversamos sobre isso e eu venho notando que alguns dias, tal letrinha vem me cercando, jogando a sua teia de sedução para alcançar o meu coração. Mas, é quase que uma lei, não tem jeito: “Existem situação que não basta apenas o nosso querer, mas, principalmente, o poder de realização”.

- “Baby, não é que eu não goste de você ou que eu não quisesse namorar com você. Você mexe comigo, como bem sabes, mas, o meu momento de vida atual não me permite dar um tiro no escuro: Primeiro, eu não sou mais adepto aos contos de fadas; segundo, nesse momento, eu só sou capaz de lhe oferecer uma relação à distância (Definitivamente, isso eu não quero).”


Você me disse que eu estava arremedado em meus medos. Respondo-te: Não se trata de ter medos, mas, alguém aqui, precisa ter o pé no chão e a cabeça na razão para evitar problemas e dissabores maiores. Há, antes que eu me esqueça, eu não acredito que você, uma pessoa tão interessante assim, possa estar interessada em mim – até mesmo porque, você é muita areia para o meu caminhãozinho.

- “Eu sei que você ficou triste com a situação e o melhor é não tocarmos mais nesse assunto até mesmo para preservamos a nossa amizade e o carinho que sentimos um pelo outro. Nem nos contos de fadas, nem na vida real, nem todos os personagens acabam com um final feliz e, mesmo mediante aos infortúnios, precisamos aprender as lições necessárias disso e caminhar ao encontro do HAPPY END!!!”


E por eu ter um carinho muito especial por ti, eu gostaria de te dar muito mais do que um conto de fadas, mas, eu não sou um príncipe no cavalo branco e nem acredito no enredo dessa estória. Eu também sei que logo-logo você irá encontrar um rapaz possível para você – eu de fato não sou e começo a crer que eu não estou preparado para me relacionar a sério com ninguém, não que eu não queira isso, mas, está me faltando o principal: O estímulo, O sentimento para tal.

- “Para eu me envolver, me apaixonar, eu preciso estar visceralmente empolgado. Não estando empolgado, por mais que eu esteja disposto a tentar, não há condições concretas para emplacar, porque eu não sei estar insatisfeito num relacionamento – abro mão facilmente dele.”


Tudo leva a crer que não vai demorar muito para eu mexer nas peças do meu tabuleiro, porque, em relação à “F”, está me faltando empolgação e foco, porque “A” e “R” que eu não conheço pessoalmente, só por foto, webcam e MSN, mexem muito mais comigo.

- “Eu posso até querer enganar os outros, mas, eu não tenho como enganar os meus próprios sentimentos e a minha consciência. A rapadura é doce mais não é mole não.”

E por falar em cegonha...


Ela anda solta em Fortaleza!!!


Cruzes, como as minhas amigas em Fortaleza estão corajosas. Várias estão recebendo a visita da Dona Cegonha!!!

- "Desejo a todas as mamães que sejam muito felizes com os seus bebês e que eles encontrem um mundo infinitamente melhor do que este em que estamos vivendo."

Completamente, retro!!!

Zapiando os canais de TV, eis que eu me deparo no canal 26 com um clássico dos anos 80: “Garota de Rosa Shocking”, com a musa teen Molly Ringwald. E, automaticamente, me recordo quantas e quantas vezes, eu ficava vidrado assistindo os filmes dela, seja na sessão da tarde ou nas sessões noturnas.

Dentre tantos filmes que ela protagonizou, os meus preferidos são:



(Garota de Rosa Shocking - 1986)




(Gatinhas e Gatões - 1984)





(A cegonha não pode esperar - 1988)





(Clube dos 5 - 1985)




- “Você quer mais década de 80 do que isso?!!! Impossível!!!” rs...


Simplesmente, eu adoro os filmes teens da década de 80, faz me lembrar um pouco mais de mim, dos sonhos que eu trazia comigo, embora muitos deles já tenham se perdido no meio do caminho. Mas, nada de melancolia, apenas alegria em recordar de um tempo maravilhoso que eu vivi intensamente.

Torpediando-me!!!


Cada um usa as armas que tem para o jogo da sedução: Seja elogios ou galanteios, seja propostas decentes ou indecentes, seja abordagens mais efetivas, com bastante criatividade e atitude ou pouco eficientes.

- “Mas, “R” você precisa muito mais do que torpedos para me deixar aos seus pés. Enquanto, você apenas me torpedeia, há quem está se jogando de cabeça e fazendo acontecer. Lembre-se disso!!!”

Conhecendo a sogra



- “Xiiii, não é cedo demais não?!!!”


Eu acho. Mas, se der merda, depois não me diga que eu não avisei.

Eu sempre defendi a tese que apresentações normais para a família só deveriam ser feitas, após 6 meses, no mínimo, quando a relação estivesse mais sólida, mais encorpada, para que intervenções familiares não pudessem atrapalhar, sobretudo no início, onde os namorados ainda estão se conhecendo e colocando os devidos pingos nos is. Eu ainda continuo pensando assim e, poderia ser mais radical ainda, não precisando ter tais apresentações.

- “Gato escaldado tem medo de água fria. Principalmente, no meu caso, que nos meus 2 namoros passados, com “R” e “D”, tal contato familiar precocemente foi desastroso – confesso que atrapalhou um pouco, principalmente com “R”, que a animosidade não era explícita, mas oculta e velada.”


Tudo bem, que eu sou um poço de impaciência e ansiedade, mas, nesse caso, eu sou tranqüilo e não vejo essa sangria desatada toda. Mas, se querem, eu faço, até mesmo como sinal de atenção a necessidades das personas mais afoitas.

- “Nesse domingo, “F” quer porque quer que eu vá almoçar em sua casa em Santo André e isso implica em conhecer a “futura sogra”. Futura?!!! Eu nem sei se esse namoro vai vingar por muito tempo, mas, pelo menos, eu estou me propondo a tentar, apesar de não estar muito empolgado com esse namoro.”


Minha confusão à parte, esse domingo que vem promete, porque a apresentação formal a mãe e aos melhores amigos se dará aí. Ai, ai, ai... Lá vai eu ter que ser medido e avaliado dos pés a cabeça.

- “Eu odeio ser avaliado através de uma lupa ou de um microscópio. Eu sempre fico muito tenso com tudo isso. Mas, como bom cearense que sou, eu não desisto facilmente e, nem tão pouco, me amedronto por pouco, apesar dos pesares e da minha insegurança que me é peculiar.”


Mas, vamos que vamos e seja tudo o que Deus quiser. E, enquanto “R” abre a guarda, “F” avança o sinal. Depois não me venham com recriminações, porque, quem entrega o ouro ao bandido, fica sem ele.

- “Quem cochila, zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz, acaba sem!!!” rs...

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Estepe?!!!


Isso não me representa...




- “Você tem um pouco de paciência comigo?!!! Eu estou me recuperando de alguns percalços que passaram na minha vida.”

-“Então, me usa para você se esquecer deles!!!”



Eu, heim!!! Eu não tenho temperamento e nem paciência para servir de estepe para que os outros consigam romper com as suas amarras e correntes afetivas e exorcizar os seus fantasmas. Até, mesmo porque, isso é tão injusto para quem está livre, desimpedido e com o coração aberto para novas tentativas.

- “Já basta as minhas complicações para ter que servir de terapeuta e ratinho de laboratório para os psícos de plantão.”


Como eu não tenho nem a responsabilidade e nem a obrigação de curar o mau amor dos outros, se surge gente complicada no meu caminho, por questão de sobrevivência e sanidade mental, eu prefiro não embarcar nessa barca furada e dizer em alto e bom som um singelo: “Bye bye, baby, bye bye”.

- “É verdade que para se curar de um antigo amor, só um novo amor, mas, para quem tem essa responsabilidade e missão árdua de reverter essa situação é muito angustiante, principalmente, quando se tem consciência disso. Mas, por definição, quando um antigo amor ainda perturba, é fato: “Paixão antiga sempre mexe com a gente”. Né, não?!!!”


No meu caso atual, eu não trago comigo histórias mal resolvidas, muito menos preciso de nenhum estepe ou de muleta afetiva, porém, eu estou me propondo a descobrir o que eu quero pra mim. Se antes, eu ansiava por encontrar alguém para construir uma relação a sério, agora, depois que essa pessoa surgiu, só me resta descobrir o que fazer com ela!!! rs...

- “Meu chaveirinho, com certeza, eu concordo contigo, mediante a tantas tentações e investidas, eu não sei o que eu quero da minha vida. Talvez, eu até saiba (ter um relacionamento sério), mas, não sei com quem.” Rs...


Falando sério, eu não quero estar num relacionamento só para dizer que eu estou num ou ter apenas uma pessoa fazendo figuração ao meu lado. Eu quero viver uma relação com quem me deixa empolgado, pulsante e eletrizado.

- “Eu preciso de alguém que abale as minhas estruturas, me vire do avesso, porque eu sou inquieto demais para estar ao meio do marasmo, do tédio e da inércia.”


Talvez, eu não esteja encontrando nas minhas letrinhas a atitude tão esperada: Aquela que me deixe com as pernas bambas, a respiração ofegante e o coração acelerado. Eu sempre soube que eu não era um rapaz que me apaixonasse facilmente, mas, quando isso ocorre, eu me jogo de cabeça, por inteiro, sem grandes restrições.

- “Isso de fato aconteceu poucas vezes. Eu não quero namorar ninguém mais porque eu estou carente ou sozinho, mas, porque eu me apaixonei. E, até aqui, eu ainda não estou apaixonado, mas, quem sabe com o tempo a situação não mude de figura... Né?!!!”


No entanto, a nesse mundo quem se sujeita a ser estepe ou precise de estepes para seguir. Mas, eu não quero isso para mim, em nenhuma das situações.

TOP MEMORIES!!!



Depois de brigar muito com a cama, não querendo sair dela, eu comi apenas um copinho de yorgut, pois já se tratava do meio dia, e fui escutar música. E não é que eu escutei algumas músicas que me fizeram recordar do ano passado (2007), especificamente do que eu tive com “R”.

- “Não se tratou de uma recaída ou de um golpe tardio de saudade, mas lembrei. Talvez, se esta letrinha, ressurgisse das cinzas (que eu acho totalmente improvável) eu pudesse me surpreender comigo mesmo, com as minhas reações. Será?!!!”


Eu estou me surpreendendo com a minha inconstância afetiva. Dé, um amigo meu do Paraná, essa semana me chamou de M.V. (Menino Volúvel) e não é que ele acertou na mosca, talvez se ele tivesse apostado na “Megasenna”, talvez ele tivesse acertado – mesmo sem saber dos meus dilemas afetivos atuais.

- “Entre tantos pensamentos na minha cabeça, dentre tantas letrinhas, eu me encontro sem foco.”


Mas, não é preciso eu entrar na “Máquina do Tempo” ou sobreviver um “Fim de Tarde” para saber que o passado não volta mais atrás e que eu não tenho intenção nenhuma de resgatar o que passou, muito embora, a busca no presente, não esteja me satisfazendo como eu gostaria que estivesse, porque tudo isso sinaliza que eu ainda não encontrei a minha outra parte, aquela que irá me colocar no cabresto e conseguir domar o indomável.

- “Se é que isso é possível e se é que essa pessoa realmente existe?!!!” rs...


E, racionalmente falando, que o passado continue aonde ele sempre esteve, no passado.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

A primeira impressão pode ser DETERMINANTE




- “Fazer o que, né?!!! Quem não sabe brincar não desce pro play!!!”


Como eu sou movido à impulsos e emoções fortes, por primazia, eu não gosto de blefar e quando algo me deixa inquieto e defronte algum dilema, vou em busca de um desfecho, de uma solução – seja qual resultado for. Se bom, ótimo. Se ruim, reinvento-me para me adaptar ou transpor a situação.

- “E, como bom libriano que sou, eu gosto de dar o xeque-mate e observar a reação do outro.”


Quando acabamos testando o outro, em que situação for, dá para termos noção de quem e do que se trata. No primeiro momento, quando a reação do outro é aquém daquela pela qual esperávamos, causa uma primeira impressão negativa.

- “É péssimo quando você vê quem você deseja “amarelar” na sua frente. Ter que fazer o caminho inverso para mudar a impressão original é árdua e, muitas vezes, nem todos os esforços são efetivos para tal mudança. Ainda mais quando você é enérgico na sua forma de agir e, em momentos cruciais, não dá recibo e, muito menos, manda recados por terceiros – Apenas age!!!”


Como eu sempre procuro dar um voto de confiança para tudo aquilo que me convém e também uma forma de não me deixar preso por falsas primeiras impressões, sim, porque elas acontecem, eu dou mais uma chance sem grandes tolerâncias.

- “Quando eu disse: Você só tem coragem tomando vinho”; ontem e hoje, eu vejo que não era apenas um chiste ou uma gracinha gratuita. Às vezes, o sexto sentido grita em forma de sinais e se eu me recordo, o placar está 3 x 0 para mim. Decepcionado, eu?!!! Porque isso não me surpreende?!!! Talvez eu já esteja calejado demais, como também eu esteja numa situação atual favorável – Quem escolhe e não o escolhido.”


Mas, quando uma má primeira impressão é reforçada, ela é determinante para se criar um marketing pessoal negativo e despertar em nós uma desconfiança que possa nos deixar com o pé atrás, mesmo diante do que ainda estar por vir.

- “Porém, mediante da disponibilidade de crer na palavra e na ação do outro, pode ser, quase que numa quebra de paradigmas e total surpresa, acabamos por sermos surpreendidos – TOMARA!!!”


Mas, eu estou de boa, porque eu não pretendo levar tudo a ferro e fogo. E mediante ao inevitável, eu ainda quero que a vida me surpreenda, que as pessoas consigam me surpreender, até mesmo para eu pagar a minha língua – raramente, eu estou pagando-a!!!

- “Então, vamos que vamos, porque até aqui, não sou eu que vou ter que me convencer de nada e, não há torpedo no mundo que me diga “eu te quero muito” que vai conseguir aplacar uma má primeira impressão. Porém, eu não duvido na conversão, pois, eu já vi algumas conversões importantes e consideráveis que fizeram a diferença.”


Que tal você fazer a diferença?!!! Que tal você não ficar apenas preso ao discurso, mas, surpreender através das ações?!!!

- “Palavras proferidas por se só não bastam. Elas se perdem no vento. Já as ações ficam eternizadas nas lembranças e aos olhos de quem às viram ser realizadas.”


Mas, de boa, não sou eu que irei ditar regras ou fazer avaliações exigentes demais, não por esse momento, já que realmente, os imprevistos acontecem e as desculpas frágeis são dadas.

Quem vai ficar com Dan?!!!



É só abrir a porteira que o gado quer passar e pastar. Mas, o fato é que eu estou extremamente confuso, nesse momento, por duas letrinhas: “F” (a letrinha oficial) e “R” (a letrinha perturbadora da vez).

- “Então, se existem dúvidas é porque não existem certezas, pelo menos, aquelas que decidiriam as dúvidas e a situação: Será que eu devo trocar “F” por “R”?!!! Oh, dúvida cruel.”


O que mais me assusta é saber que “R” está conseguindo me desfocar de “F”, ao ponto de estar diminuindo a minha empolgação inicial e repensar se eu quero realmente me envolver com essa letra – que até então, ainda não fomos para cama e, na boa, eu não estou com pressa nenhuma para que isso aconteça (Porque será?!!! rs...). Todavia, a cada contato com “R” no MSN, o que era apenas uma amizade, vorazmente está se transformando em algo mais.

- “Isso me faz lembrar, e muito, o que aconteceu comigo o ano passado: Um mês após de namoro virtual, eu estava em São Paulo namorando com “R”. Eu já vi esse filme antes.”


O meu conflito está em abrir mão de “F”, querendo ou não, é uma letrinha bacana e concretamente está me dando um relacionamento sério e já gosta de mim, para ficar com “R” que está mexendo comigo de tal forma que me faz pensar nela em momentos que eu não deveria pensar – se é que vocês me entendem.

- “Eu estou entra a cruz e a espada, porque eu não quero magoar nenhuma das partes e não quero cometer precipitações que possam me trazer arrependimentos depois por ter feito a escolha errada. Já pensou eu trocar o certo pelo duvidoso ou optar por quem é apenas uma escolha segura para mim?!!!”


Definitivamente, eu não quero ficar em cima do muro e, muito menos, enganar ninguém, embora, quem tem que fazer a escolha de “Quem vai ficar com Dan” sou eu, algum vértice desse triangulo, sairá perdendo. Mas, aviso, não aconteceu nada entre mim e “R”, nada além de conversas densas e intrigantes.

- “Algo é muito claro para mim: Para eu decidir por alguma letra, eu terei que realizar “R” para mim, transpondo o virtual para o real, até mesmo para verificar se essa empolgação que eu estou sentido, não é apenas uma coisa criada pela minha cabeça. Porque enquanto essa dúvida persistir, eu não poderei dar continuidade (ou não) com “F”. Enfim, o meio de campo já está embaralhado e eu preciso tomar uma decisão.”


Eu nunca passei pela situação de ter que escolher entre A ou B, sem falar das outras letras do alfabeto que estão por aí, me cercando, no se colar, colou. E, tudo isso é muito novo e engraçado para mim. Mas, como eu me conheço muito bem, eu não me satisfaço com a opção que é apenas segura para mim, porque eu quero e preciso de alguém que me tire do eixo e do plano – eu quero um sentimento arrebatador que me coloque em cheque – parece-me que “R” está sinalizando para isso, embora, eu também possa estar errado sobre isso.

- “Agora tudo isso está sendo muito complicado para mim, porque eu queria fazer o omelete, sem precisar quebrar os ovos, buscando não ser o vilão da história e não ser responsável pelo sofrimento alheio.”


Quem passou meses reclamando que não pegava nem gripe e, muito menos, papel na ventania, esse mês de novembro está sendo repleto, repletos de impasses, paqueras, galanteios, propostas decentes e indecentes e loucuras, loucuras e loucuras. Talvez, novembro/2008 seja marcante na minha vida e na minha memória, sendo até imbatível, porque eu nunca fui tão cobiçado assim.

- “Isso porque eu sou feioso, imaginem se eu fosse bonito!!! Mas, eu não posso negar, eu estou me sentindo poderoso!!!” rs...

domingo, 23 de novembro de 2008

Hugh Jackman: O homem mais sexy do mundo (2008)


- "É meninas, Mr. Wolverine nas paradas... O que vocês acham?!!!"

sábado, 22 de novembro de 2008

Save me


I feel my wings have broken in your hands
I feel the words unspoken inside
And they pull you under
And I will give you anything you want, no-oooh
You are all I wanted
All my dreams are fallin' down
Crawling around...


Somebody save me
Let your warm hands break right through me
Somebody save me
I don't care how you do it
Just stay, stay
Come on, I've been waiting for you



I see the world as folded in your heart
I feel the waves crash down inside
And they pull me under
I will give you anything you want, no-oooh
You are all I wanted
All my dreams have fallen down
Crawling around...


Somebody save me
Let your warm hands break right through me
Somebody save me
I don't care how you do it
Just stay, stay
Come on, I've been waiting for you


All my dreams are on the ground
Crawling around...


Somebody save me
Let your warm hands break right through me
Somebody save me
I don't care how you do it
Just stay, stay with me
I made this whole world shine for you
Just stay
Come on, I'm still waiting for you

O Segundo Encontro


Conforme o combinado durante a semana, eu e “F” nos encontramos para nos conhecermos um pouco mais e desfrutarmos a nossa companhia, caminhando para o namoro. Para alguns amigos em comum, já estamos namorando, mas, é muito precoce para afirmar – apesar de sabermos que estamos caminhando para isso.

- “Será?!!! Prefiro não comentar.” Rs...


O fato é que nós conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, dois selinhos dados, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, conversamos, até que... os nossos corpos se encontraram num amasso gostoso e beijos, calorosos beijos.

- “Eu nunca conversei tanto na minha vida, aff!!! Coisa de paulista(ano)!!!” rs...


Mas, o importante disso tudo, não foi ter aquela obrigatoriedade de ir para cama, porque no tempo certo, isso irá acontecer, mais cedo ou mais tarde. Mas, eu sinto que o ritmo será lento, em fogo brando, se comparado com a química que eu e “M” tínhamos – passado!!!

Passamos o dia juntos e combinamos de sair no sábado. Então, vamos em busca do terceiro encontro.

O Dia da Consciência Negra


Ontem (20/11) foi feriado em São Paulo, por conta da consciência negra. Mas, eu confesso que eu estava muito mais voltado e concentrado para dar uma continuidade com a minha relação com “F” do que propriamente refletir sobre a condição da raça negra do Brasil.

Sobre essa temática, eu ainda acho, que se o afro-descendente no Brasil tivesse um poder aquisitivo abastado, semelhante ou maior do que o branco, com certeza, boa parte dos preconceitos sociais que ele sofre no seu cotidiano seria resolvido. Ainda hoje, o maior preconceito no Brasil ainda está pautado no poder aquisitivo, por ser o mais aparente.

- “Mas, qualquer um, em qualquer parte do mundo, sobre algum tipo de preconceito. Seria maravilhoso que o preconceito não existisse, mas, o diferente, sempre é rechaçado e negado com muita veemência por aqueles que pretendem nivelar a igualdade em qual área seja. Por isso, enquanto houver a humanidade, haverá o preconceito, a ignorância e a barbárie.”


Quanto às cotas para negros, seja em concursos públicos, em processos seletivos nos órgãos públicos e nas empresas, escolas e universidades, no momento se faz necessária para assegurar o acesso e o ingresso do negro. Porém, a política de cotas é apenas um paliativo para se tentar solucionar a condição negra no Brasil, sempre à margem do sistema em que nível seja.

- “A reforma cultural e social aqui, deve ser muito mais abrangente, buscando, definitivamente, quebrar todos os preconceitos e paradigmas que buscam reforçar erroneamente a inferioridade da raça negra. Muito pelo contrário, a raça negra tem os seus valores e os seus pontos fortes, mesmo apresentando as suas peculiaridades – Isso não implica em dizer, que o homem e a mulher negra não possam ser admirados e que também não possam se sobressair no trabalho, na arte, na política, no esporte e na sociedade.”

Para esse dia, como todos os próximos dias que se seguem, eu sinceramente espero que o homem e a mulher negros consigam conquistar o seu espaço no mundo e não sejam subestimados pela sua cor da pele, mas, que sejam avaliados pelo seu caráter e a sua capacidade de realização.




Um sorriso negro, um abraço negro

Traz... felicidade

Negro sem emprego, fica sem sossego

Negro é a raiz da liberdade...

Negro é uma cor de respeito

Negro é inspiração

Negro é silêncio, é lutonegro é... a solução

Negro que já foi escravo

Negro é a voz da verdade

Negro é destino é amor

Negro também é saudade...

(um sorriso negro !)

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Quando um soro positivo entra na sua vida...


Se isso acontecer, não se desespere. Procure agir da forma mais natural possível, tentando se despir de todos os seus preconceitos, tratando-o (a) com carinho e respeito e indo buscar bastante informação, sobretudo como se prevenir – não basta apenas usar camisinha.

- “O natural é pensarmos, na nossa crédula ingenuidade, que jamais algum soro positivo irá cruzar o nosso caminho. Ledo engano, na “night” e nas baladas tudo é possível e quando você menos esperar poderá se surpreender.”


No Brasil, segundo os últimos dados do Ministério da Saúde, aproximadamente, 33 milhões de brasileiros estão infectados com o vírus da AIDS, entre heteros, homos e bissexuais, entre homens e mulheres, entre crianças, jovens e idosos. Geralmente, os soros positivos estão concentrados nos grandes centros urbanos, onde o contato sexual banal, fugaz e irresponsável, sem segurança, ocorre intensamente.

- “Galera, hoje em dia, essa doença incurável não tem mais o efeito devastador como apresentava nos meados da década de 80, causando pânico e desespero em seus portadores e ojeriza pelos não-portadores, não que ainda não cause hoje, mediado pela falta de informação, mas, o seu tratamento clínico está bastante avançado, dando uma sobrevida ao soro positivo cada vez maior, graças ao coquetel de medicamentos que combate a ação do vírus e aumenta a imunidade do soro positivo.”


Segundo alguns relatos e dados divulgados na mídia, existem soros positivos que ao fazerem o tratamento de forma correta, continuam com os seus aspectos saudáveis e vivos, portando o vírus por mais de 15 anos e tendo uma vida normal (apesar dos conflitos emocionais e afetivos). E a medicina, a cada dia mais, busca novos caminhos e novas soluções para buscar combater e erradicar essa doença, experimentando vacinas e novos medicamentos para esse fim.

- “O fato é, quem tem AIDS, não apresenta esse rótulo na testa e se formos descuidados com a nossa saúde, nada nos impede de contrairmos a doença do bonitão ou da gostosona mais interessante da festa. Abra o olho, use camisinha e abra a sua mente contra o preconceito.”


Porque desse post?!!! Semanas atrás, numa baladinha, eu fui abordado por uma persona bem interessante, atrativamente do meu gosto, mas, durante a conversa, ela foi honesta e sincera comigo dizendo que era soro positiva. É claro que eu não saí correndo ou dei alguma desculpa para deixá-la na pista, mas, continuei dando a atenção que ela merecia.

- “Naquele momento, eu me surpreendi com a minha reação e percebi o quanto eu tinha uma cuca fresca em relação a isso, pois, eu não deixei que o meu preconceito (mediado pela minha desinformação mais profunda sobre o assunto) me impedisse de travar uma conversa sobre o assunto e expandisse o meu conhecimento sobre, como também, dar um tratamento respeitoso e amigo.”


Também é fato, que eu não estava preparado para ter uma relação mais densa e sexual sem restrições, mesmo usando camisinha, porque ninguém que não é soro positivo está preparado para isso, pois, por questão de saúde e emocional sempre surge aquelas tensões e receios de também contrair o vírus, mesmo sabendo que a camisinha é fundamental (para não a ver troca de fluidos ou evitar o contato sanguíneo), o beijo na boca e a troca de algumas carícias são permitidas e não geram riscos e, que hoje, com os devidos cuidados e as devidas precauções, o soro positivo pode ter uma vida sexual normal, sem necessariamente contaminar o seu namorado(a), marido/esposa ou qualquer outro status afetivo.

- “Mas, eu não posso negar que eu preferi não pagar para ver, porque a AIDS ainda é uma guilhotina prestes a cair sobre o nosso pescoço e eu temo pela minha saúde física e emocional. Mas, isso não implica dizer que eu tenha sido tosco e não tenha lhe dado um pouco de calor humano (não rechaçando ou sendo hostil). Eu fui humano e tentei lidar com a situação da melhor forma possível, pautado no respeito.”


Embora, nós tenhamos perdido o contato, eu espero que esta persona continue o seu caminho bem, com saúde e que possa encontrar um homem que lhe mereça e possa lhe dar tudo o que não dei e não estou preparado para dar.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

A razão do meu afeto


“Não organize a sua vida para a solidão. Não termine sozinha no final do seu jantar de ação de graça.”



- “ Relacionamentos impossíveis, nunca vingam. “Cabeça para cima, jovem!!!” Fazer o que né?!!!”

Saindo da toca


Depois de tanto ensaio, resolvi sair de casa hoje para resolver algumas pendências: Trocar o fone do celular da Vicky, entregar alguns objetos pessoais que “M” havia me emprestado (deixando-os na portaria do prédio, com o porteiro) e passar no supermercado para comprar algumas besteirinhas que estavam faltando em casa para sobreviver ao feriadão da Consciência Negra.

Enquanto eu caminhava pela Av. Paulista com os meus pensamentos, uma parte de mim pensava no namoro relâmpago que havia terminado tão fulminante quanto começou e a outra pensava no namoro que está iniciando, eu também notei alguns olhares direcionados para mim.

- “Sabe quando você está andando com o pensamento ao vento, morto de abusado, sem estar com nenhum saco de paquerar com outras pessoas no meio da rua?!!! Claro que os meus olhos não ficaram indiferentes com os colírios que eles avistaram, mas, eles já têm um colírio para chamar de seus (não sei até quando, mas têm). E os outros colírios?!!! Oh, vida cruel!!! Todavia, é muito difícil não notá-los.” rs...


Apesar de alguns olhares até convidativos, eu preferi ficar com os meus pensamentos e as minhas responsabilidades, porque enfim, eu quero poder usufruir do meu lance com “F”, da melhor forma possível. Amanhã, no feriadão, iremos nos ver, caso não haja algum imprevisto até lá.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

A Descoberta da Sensualidade


Todo mundo que desfruta da minha intimidade, sabe que eu carrego comigo, desde sempre, o meu “complexo de patinho feio”. Tal complexo já me fez freqüentar algumas terapias na adolescência, me ajudou a entrar um processo de depressão no final da década de 90 e me trouxe uma série de inseguranças e boicotes, inclusive no exercício da conquista e da sedução, fazendo-me eu me subestimar.

- “Tenho os meus bloqueios, sim!!! Tenho as minhas amarras e caretices, sim!!! Mas, quem não as tem?!!!”


Mas, com o tempo, a gente aprende a não se atormentar tanto por está fora do padrão de beleza que a cultura ocidental e a mídia impõem massivamente todos os dias e passamos a valorizar outros aspectos e a explorar outros encantos – eu acredito que tenho os meus e eu estou aprendendo a explorá-los ao máximo, dando importância ao que de fato tem – mais conteúdo e menos embalagem, mas, aprendendo a olhar para a minha beleza e o meu corpo com outros olhos.

- “O patinho feio sempre buscou ser aceito e admirado pelos olhos dos outros, esquecendo-se de que a principal aceitação deveria vir dele mesmo. Até o dia que ele se descobre diferente dos outros, mas, também sendo contemplado e cobiçado por isso.”


No meu caso, eu conheço todas as minhas imperfeições, sejam elas grandes ou pequenas, mas, eu comecei a lidar melhor comigo mesmo, olhando-me no espelho de forma diferenciada, quando eu passei a olhar para mim com menos crítica e observando quais eram os meus pontos fortes. Mas, descobrir que eu posso ser admirado e cobiçado pelos olhos dos outros, independente das intenções perniciosas e tendenciosas a qual querem me propor, não deixa de inflamar o meu ego e exercitar a minha vaidade.

- “O fato que neste mês de novembro, muito mais do que os outros novembros (mês cabalístico para a intensificação das minhas paqueras), o meu ascendente em escorpião está muito mais ouriçado e quente do que costuma ser. O fato é que a partir de um ensaio sensual que eu me propus a fazer, por pura e mera brincadeira, mais comportado do que qualquer outra coisa, pois, a nudez só é insinuada e não explícita, as cantadas, os assédios e as investidas estão a pleno vapor.”


Não posso negar que eu estou adorando esse clima de sedução e descobrindo a minha sensualidade através dos olhos alheios, sentindo-me muito mais gostoso – apesar de estar com alguns quilinhos acima do que eu costumo ter. O bom de tudo isso é que vamos vivendo e aprendendo e...

- “Neste mês, eu não posso reclamar em relação a beijar na boca, colocar a “escrita em dia”, conhecer pessoas interessantes, que mexem com a minha libido, e receber convites românticos para sair e pedidos de namoro. Apesar de estar acontecendo um “turn over” fora do normal, atípico no meu caso, não estou me furtando a possibilidade de vivenciar as situações, mas a fila está andando com uma velocidade assustadora, porque eu ainda não encontrei a pessoa certa para mim – que me represente.”


Enquanto não aparecer, eu vou tentando... Sem problema algum, mesmo correndo o risco de ter uma crise de ressaca moral no dia seguinte e continuar solteiro. Mas, é claro, que não se trata a sair por aí, dizendo sim, a torto e a direito, mas, se dar oportunidade a quem aparentemente possa receber esse sim, até eu constatar que de fato merece um não.

- “Pelo menos, eu estou me dando o direito de permitir-me a tentar. Assim, como eu venho fazendo nessas duas semanas. Tanto que, com a letrinha “F”, está fluindo, talvez caminhando para um namoro.”

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Esse tal relacionamento...


Definitivamente, relacionar-se com não é tão fácil como gostaríamos que fosse, considerando que as pessoas acabam complicando, seja por imaturidade ou vaidade ou orgulho ou insegurança. É, existem pessoas e pessoas.

Para uma relação permanecer existente, vigorosa e saudável, torna-se necessário que ambas as partes envolvidas estejam na mesma sintonia, comungando do mesmo projeto em comum – Quando uma das partes resolve romper esse vínculo, o relacionamento perde o sentido. Os sentimentos não podem ser controlados, mas, conquistados dia após dia, sem prova concreta alguma de permanência e segurança do sentimento alheio, sem certeza alguma do seu domínio.

- “Ledo engano daquele tonto que acredita que pode controlar o sentimento e o querer do outro. As pessoas oferecem os seus carinhos, os seus sentimentos, desde o dado momento que elas se permitem a dar e estão dispostas a dar até o dia que querem dar, independente das nossas vontades, necessidades e expectativas. Quando uma das pilastras desmorona, a estrutura não resiste, cai, independente de qualquer insistência ou tentativas de reforma ou restauração.”


O relacionamento em si, por definição, trata-se de uma relação de troca, de trocas espontâneas de afetos, onde os envolvidos acabam estabelecendo uma relação de poder, onde um procura conquistar o outro. Mas, essa tal conquista, tal combate afetivo, não se limita apenas na questão da sedução, da ebulição da química sobre a biologia e a afetividade, mas, a submissão de um sobre a vontade do outro – existem aqueles que se submetem ao outro, estabelecendo papeis de quem comanda e comandado.

- “Todavia, toda relação de poder, em algum dado momento, ocorre algum motim, já que o oprimido se torna opressor e vice-verso. É uma relação mais do que delicada que gera insatisfação e até desfechos dramáticos, resultando em patologias e homicídios – acompanhamos isso todos os dias.”



Esse tal relacionamento pode se configurar o céu, quando tudo está ao contento e os amantes estão em harmonia, e o inferno, quando o descompasso está presente, entre insatisfações, mágoas e perda de interesse. E dentro dessa dicotomia, céu e inferno, sempre revolta de contradições e ilusões emocionais, quem tem, em algum momento, quer se desfazer, rompendo com esse ciclo, e quem não tem, quer ter.

- “Talvez as pessoas, só atentem para os bons momentos vividos a 2, esquecendo-se que relacionar-se implica em ter que enfrentar o caos da relação quando ela está presente – relacionamentos, seja de que níveis eles forem, sempre são construídos em sucessivos conflitos ou choques de interesses, porque se trata de duas pessoas diferentes, apesar das afinidades em comum, com anseios e atitudes próprias.”


Como diz o poeta, “amar é padecer no paraíso”, onde, muitas vezes, alguém precisa abrir mão de seus sonhos ou mover céus e terras, mediante grandes esforços, em prol da permanência e zelo do relacionamento. Se isso é válido e satisfatório, só quem abre mão de si mesmo, dos seus sonhos e da sua individualidade é capaz de responder se viver em função do outro, do mundo dele, dos interesses dele, valeu a pena.

- “Nesse sentido, cada relacionamento é único e o temperamento de cada um é quem dica se a relação está bacana e satisfatória. Só posso dizer por mim e das relações que eu estabeleci: Eu não tenho temperamento para me aniquilar em relação a quem quer que seja, muito menos, permanecer numa relação estando insatisfeito. Sou inquieto demais para me afastar de mim mesmo, talvez isso resulte na minha solteirice crônica.”

Há quem se submete... Outros não. Há aquele que tem o dom da resignação... Outros não. Há aqueles que são facilmente manipulados... Outros não. Há quem consegue ser feliz... Outros não.

domingo, 16 de novembro de 2008

Solteiro, SIM!!! Sozinho, NUNCA!!!


Ui, não é que a Mulher Melancia estava coberta de razão?!!! rs...
“Bye, “M”, bye”!!!

Hoje à tarde, eu fui conhecer a letrinha “F” pessoalmente. Conversamos muito, fizemos as devidas apresentações, destacamos pontos que deveriam ser destacados, conversamos, conversamos e conversamos...

- “Fugiu completamente da obviedade dos encontros marcados, sem apelações e constrangimentos. Tudo bem, que eu achei essa letrinha super interessante e me deu vontade de lhe roubar um beijo, mas, nesse momento, eu preferi não forçar a barra, até mesmo para eu ver, se mudando a tática e a natureza do encontro, o desfecho final é a contento.”


Eu acredito que a simpatia foi mútua e resolvemos nos conhecer melhor, sem precipitações. Deixando fluir naturalmente e, com o devido tempo, nós iremos nos conhecendo, com paciência e com confiança.

- “Eu estava desacostumado com encontros assim, sem ter aquela pressão de ter que rolar algo no primeiro encontro, pois, o fato de não ter rolado nenhum beijinho sequer, não implica em dizer que não seja sinal de desinteresse – pelo menos, não da minha parte. Foi um encontro sadio, muito embora, eu não posso apostar ou esperar nada em curto prazo, porque cada dia deve ser vivido e eu não conheço “F” o suficiente para colocar a minha mão no fogo ou assegurar as suas intenções.”


Para me preservar, eu até prefiro não esperar nada. Mas, essa experiência foi válida.

Romance, O filme...


Simplesmente, o filme é espetacular... Produção, impecável. Enredo, atual e maravilhoso. Elenco, primoroso. Um balsamo para a reflexão!!!

Sente o drama:

"Na vida e no romance , os amantes se encontram mais tarde!!!"

"Eu quero que você me ame do lado de cá do espelho (como realmente eu sou)!!!"

O que eu posso dizer mais sobre essas passagens do filme?!!! NADA!!! Só assistindo, pois, o filme é especial e merece ser revisto mais de uma vez... Eu aconselho!!!

sábado, 15 de novembro de 2008

Eu me sinto assim:


Eu não vou colocar o carro diante dos bois...




- "Definitivamente, eu não irei colocar o meu carro diante dos bois. Eu estou confuso demais para tomar qualquer decisão a médio e longo prazo. Ainda mais quando envolver outras pessoas. Eu encontro-me anestesiado em meus pensamentos, em meus sentimentos, em meus dilemas... Hoje, por esse momento, eu não sou boa companhia para ninguém!!!"

Eu queria...


Um término simplificado!!!



É claro, quando qualquer relacionamento chega ao fim, por mais breve que seja, nunca é totalmente indiferente, porque é a constatação de mais um fracasso amoroso, mais um engano. Porém, ninguém é obrigado a persistir no mesmo erro ou prolongar a sofreguidão do término.

- “Independente do assédio das minhas letrinhas, a motivação do término tem muito mais a ver comigo do que qualquer pessoa envolvida. Vou optar mais uma vez pela minha solteirice, porque descobri que eu não estou tão preparado para me relacionar com ninguém neste momento e, também, a relação em si não apresenta uma vida útil longa.”


E o termino simplificado para mim seria: “M” não me ligar amanhã e eu ir no apto deixar alguns objetos seus na portaria. Sem precisar conversar, porque, as palavras perderiam qualquer sentido e só adiantariam para nos magoar.

Tudo bem que essa letrinha é uma gracinha, mas, não temos nada a ver, apesar da química bater forte.

- “Talvez, eu esteja me boicotando, acelerando o término, mas, o fato é que o rompimento não se deu através do último telefonema, mas, o embate de vaidades na quinta-feira passada. E, continuarei os meus dias em Sampa sozinho, como havia dito antes: Se até hoje, há quase 1 ano em São Paulo, eu estou sozinho, não seria agora, na reta final de 2008, que seria diferente.”


Eu preciso ficar sozinho. Aprender com mais essa experiência: “Passar um tempão invocando um relacionamento e quando ele chega ao alcance das minhas mãos, eu não me sinto preparado para realizá-lo”.

Será que existe preparo para isso?!!! Existe, mas vai além do simples querer e eu estou em dúvida se eu realmente quero o tipo de relação que caiu nas minhas mãos.

Uso da Sinceridade


Sinceridade nos discursos?!!! Já algum tempo, eu não coloco mais a minha mão no fogo pelo que os outros querem dizer, tentando me convencer. E, se for na área afetiva, muito menos. A sinceridade só é aplicada “se” e “quando” for conveniente para aquele que se propõe a usar e a se beneficiar dela, mas, ao seu jeito, conforme a sua intenção – seja ela qual for.

Se a sinceridade se torna discutível e relativa, isso dificulta a possibilidade de atestar na real o grau da sinceridade alheia, porque cada um quer convencer o outro da versão verdadeira dos fatos (isso quando ela não vem carregada de embustes e enganações, que em boa parte os mentirosos adoram mascará-la). Até que ponto, mediante o nível das relações de hoje e a falha de caráter dos outros, pode-se acreditar cegamente no que tendenciosamente é dito?!!!

- “É perigoso demais desarmasse, sem restrições e proteções, abrindo o peito de forma ingênua no exercício da máxima boa fé, quando você pode estar exposto aos “contos do vigário” e ser usado como objeto sexual ou escada de acesso para os oportunistas e vigaristas de plantão – cuidado, eles nunca dormem no ponto.”


Nesse cenário de tão pouca sinceridade, ainda conseguimos encontrar alguns poucos sinceros, verdadeiramente sinceros. E, neste ringue de verdade versus mentira, nós acabamos sendo levados a se contaminar com esse ambiente pernicioso, se por um lado, por auto-proteção e excesso de zelo, ficamos comedidos em ser sinceros, controlando e dosando a nossa sinceridade, quase que homeopaticamente, por outro, acabamos nos deixando contaminar com a pouca transparência que está aí, seja ocultando ou mascarando ou simplificando a verdade.

- “Entra-se em parafusos, porque em algum momento, todos nós estamos suscetíveis a sucumbir a esse joguinho de vaidades e de poder e a corromper pelo modelo interpessoal que está aí, para não ficar alheio e a margem das relações.”


E, tudo isso, me deixa completamente desmotivado, pois me deixa avesso a esses tipos de conduta e quando eu me pego reproduzindo as mesmas atitudes, jogando palavras ao vento e querendo jogar esse joguinho sórdido da conquista, eu me acho tão fútil e vazio quanto aqueles que eu recrimino.

- “A ressaca moral sempre fala mais alto e eu fico na merda.”


Infelizmente, o não uso da sinceridade, me deixa retraído para acreditar nas boas intenções alheias, se é que podemos acreditar piamente nessas intenções, porque eu já me deparei com muitas promessas, que jamais deixaram de ser promessas – boa parte sempre falsas e enojadas.

- “Como eu posso acreditar em quem promete para mim a mesma coisa que promete aos outros, da mesma forma, no mesmo espaço de tempo?!!! Eu já sou desconfiado demais por natureza e quando eu constato esse tipo de conduta, algo que se torna mais usual a cada dia que passa, eu não consigo estar ali, muito menos confiar e ser sincero sem precisar angariar alguns pontinhos ao meu favor.”


Não dá para levar a sério a sinceridade de alguns, porque a mentira já faz parte dos seus discursos prontos, frágeis, rasos e levianos.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Mensagem do Final de Semana


"Brigar com a fantasia não dá.
É impossível!!!"

Nosso primeiro desentendimento


Talvez, o último!!!




Embora, não tenhamos brigado ontem, o clima fechou. Ambos nos chateamos: “M” queria ir cedo para casa para ficarmos juntos no apto; Eu queria ficar um pouco mais no boteco, conversando com a Vicky. Depois que pedimos a conta, trocamos leves farpas, nos despedimos e não nos beijamos.

Hoje, no final da tarde, trocamos farpas mais pesadas ao telefone e ainda fui chamado de “cu doce”.

- “Hã?!!! “Cu doce” é a mãe!!!”


E, pensando bem, a vontade que eu estou sentindo agora é dar um ponto final nessa história. Até estupidez tem limite e, definitivamente, eu não sou obrigado a uma série de coisas, dentre elas, não aceitar “cara feia” e destempero alheio.

- “Vou amadurecer essa idéia, pensar até que ponto eu não quero abrir mão da minha solteirice.”


O pior de tudo foi passar quase 1 ano solteiro, querendo, sonhando e buscando um relacionamento e, quando ele surge do nada, eu descubro que havia esquecido algo fundamental: “Me perguntar se eu estava realmente preparado para namorar”.

- “Eu começo a perceber que eu não estava tão preparado assim. Eu não tenho paciência para joguinhos de morde e assopra, nem tão pouco me submeter a uma série de situações que dizem a me adequar às expectativas e manias alheias e ficar pisando em ovos. Sou chato, briguento, genioso e autônomo o suficiente para me rebelar quando eu acho necessário e não tenho medo algum de bater de frente – eu não faço algumas concessões só para preservar um relacionamento, sobretudo quando eu estou chateado ou insatisfeito.”


Eu não tenho problema nenhum em ficar sozinho, ainda mais sendo uma constante na minha vida. Eu não sou de abaixar muito para ter que mostrar o fundo das minhas calças, eu não vou mostrar o meu “cofrinho” a quem quer que seja.

- “Não se surpreenda se eu retornar ao meu status original: Solteiríssimo.”

Contraditório Dan


Nossa, gente, eu estou me sentindo tão contraditório, tipo: “Façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço”. Toda vez, que eu me pego, reprovando algumas atitudes alheias, eu fico completamente irritado e me esqueço de que certa forma eu também faço algumas delas.

Por exemplo, Eu me irritei com:

1. A letrinha “R”, porque ela havia correspondido os olhares do cara da mesa da frente. Mas, eu também correspondo olhares, embora tente disfarçar para não dar muito na vista;
2. A letrinha “V”, porque ela estava dando atenção aos seus “piriguetes” do MSN e do Orkut. Mas, eu também dei atenção e me diverti com os meus contatos;
3. A letrinha “F”, por atirar para todos os lados no Orkut, inclusive para os nossos amigos em comum. Mas, eu também estou atirando, quase como um atirador de elite;
4. “M” ontem, ao invés de ir para casa, tomou um destino desconhecido. Mas, eu também tomei um destino desconhecido com a Vicky, fomos jogar sinuca.

- “Então, como eu posso exigir tanto dos outros se eu não estou dando o exemplo?!!! Em parte, porque eu acho, de certa forma, eu estou com dificuldade de acreditar na palavra dos outros – sobretudo em se tratando do universo afetivo.”


Preciso parar de adotar 2 pesos e 2 medidas e me conscientizar que os direitos são iguais e se eu estou me dando ao luxo de aprontar, eu não posso reprimir ninguém. Porém, se eu não me indignar com isso, aí sim, vira uma bagunça generalizada. O certo é que essas coisas não aconteçam, que a bandeira da fidelidade seja alçada, mas, a vida está me colocando em situações que estão me deixando entre a cruz e a espada: De um lado, aproveitar a chuva que está caindo na minha horta, do outro, arar e adubar o solo que está sendo cuidado recentemente.

- “Mas, o fato é que eu não me sinto bem diante de impasses e eu tenho que escolher entre a solteirice e o início de namoro. Eu preciso resolver essa contradição.”

Porque?!!!



- “Porque essas “pequenas coisinhas” acontecem para bagunçar o coreto e nos demonstrar que a arte de se relacionar não é tão simples assim?!!!”


Será que eu quero mesmo tudo isso?!!!
Será que eu estou preparado para tudo isso?!!!
Será que eu vou ficar inerte a tudo isso?!!!
Será?!!!
Porque será?!!!

“Sorte no jogo, Azar no amor”. Pelo menos,...



... Por esta noite!!!




Até ontem, o fator azar dominava ambas as esferas.

“Vitória”, o par baladeiro de “Hettore”, me ligou ontem a tarde para comprarmos o celular dela. E, depois de comprarmos, fomos ao Pier Paulista para encontrarmos “M”. A noite fluiu legal até o desfecho final: Nós três conversamos sobre “n” assuntos, jantamos juntos e “M”, teoricamente foi para casa, mas, seguindo pela direção errada.

- “Como assim?!!! Embora, eu e Vi tivéssemos tomado algumas boemias, eu estava ébrio o suficiente para identificar o caminho correto, tanto que, eu fiquei com essa “extra-large puga” na minha orelha – eu compreendi como se “M” tivesse ido para outro lugar, ao invés de ter ido para casa. E, pelo adiantar da hora, como estávamos com a Vi, não deu para irmos ao seu apto para ficarmos juntos.”


Eu sinceramente, não gostei, enfim, eu odeio ficar com dúvidas na cabeça, porque ambas as opções são possíveis: Ir ou não ter ido para casa. Se foi ou não, é irrisório, pois, eu não fui para casa e a dupla dinâmica foi se refugiar no seu cantinho na Gomide: Eu e Vi fomos jogar sinuca.

- “Vi me aconselhou de ficar na minha, não ser tão direto sobre esse “caminho alternativo”, até mesmo porque, ainda é início de namoro e enquanto puder evitar conflitos neste período, melhor. Concordo com ela, pensando mais friamente, mas, meu povo, eu não tenho “sangue de barata” e eu não quero jogar esse joguinho dúbio – odeio tudo isso e eu não tenho temperamento de “Amélia” de fingir que não vi e de engolir as palavras quando eu quero proferi-las. É, não tem jeito, eu sou brigão mesmo e PONTO. ”


E por incrível que pareça, Vi, sempre ganha de mim no “mata-mata”, mas, mesmo muito puto da minha vida, eu encaçapei várias bolinhas, ganhei algumas partidas e dei canseira na Vi, ela ficando impressionada como o meu fator sorte. Esse jargão, “Sorte no jogo, azar no amor”, pelo menos, se aplicou por esta noite.

-“Eu só sei que eu bebi demais, dormi na mesa, mas, dessa vez, sem precisar ser acordado com tapinhas no rosto ou ser carregado por 4 pessoas. Dormi mesmo de cansaço físico. E quando eu acordei, como de práxis, estávamos com desconhecidos ao nosso redor – nosso séquito de fiéis seguidores nas baladinhas da Augusta.” rs...


- “Dan, diga-nos...”
- “O que?!!!”
- “Como você irá proceder?!!!”
- “Eu, vou ficar na minha, eu não irei ligar para “M”, em nenhuma hipótese, e vou pensar se eu irei comentar sobre o desfecho, só pensar, eu não prometo nada!!! Rs...
- “Eitchaaaaaaaaaaaa!!!”
- “Fazer o que, meu povo, se eu não gosto de passar vontades e nem engolir sapos?!!!”
- “Hummmm... Você conhece a “Arte da Guerra”?!!!”
- “Conheço, mas... Eu não gosto de meias palavras e prezo por cartas na mesa.”
- “E “F”?!!!”
- “Se antes, eu já estava pensando em não dar continuidade no encontro, depois do desfecho de ontem, simplesmente, me deu motivos para...”
- “É... Deu, sim, mas não se justifica.”
- “Não se justifica, mas... Vamos aguardar por hoje a noite para vermos como as coisas irão fluir, se consigo ser convencido de não dar um escapulida sábado a noite, porque, o álibi já foi divulgado.” rs...
- ...

O Jogo das Letrinhas


Eu não posso negar que todo esse joguinho de sedução com as minhas “letrinhas” está sendo muito estimulante, considerando que está camuflando o meu ego e, de certa forma, trabalhando a minha auto-estima. Será que eu estou com essa toda bola mesmo?!!!

- “Apesar das cantadas, das segundas intenções e das promessas infames que me fazem, algumas são até cativantes, muito embora, eu sempre desconfie – nunca levo ao pé da letra, até mesmo porque, eu aprendi que a gente tem que manter os 2 pés atrás com esse povo de NET (BP, ORKUT, MSN) para evitar grandes roubadas.”


E uma grande amiga, muito querida de Americana, ao postar um comentário no meu blog, me fez pensar sobre a minha conduta, se vale mesmo eu arriscar, trocando o certo pelo duvidoso. De fato, eu preciso me focar em “M”, porque fugiu de todo esse “jogo das letrinhas”, sendo uma coisa a parte de tudo isso e é o que eu tenho de concreto e ao alcance das minhas mãos – considerando que não é um esforço para tocar, mas um grande prazer.

- “Sendo assim, eu preciso direcionar o meu foco e considerar que todo e qualquer lance direcionado as minhas “letrinhas”, não passa de um joguinho de sedução e, de certa forma, uma válvula de escape sexual. Também eu sei que eu não tenho o direito de magoar ninguém, sendo leviano o suficiente para cometer cafajestadas.”


Antes dela escrever através das mãos de um anjo, eu já estava me cobrando, por todo esse joguinho, pois, querendo ou não, eu não tenho estrutura física e emocional para jogar e sempre eu fico com ressaca moral quando o desfecho não é tranqüilo para mim. E, por isso, preciso refletir mais, definir muito bem o que eu quero para mim e com quem eu quero ficar.

- “E as “brincadeirinhas” a parte, elas servem para eu me sentir cobiçado, elogiado, sensual, trepidante, até como uma forma de compensar o meu complexo de “patinho feio”. Quem não gosta de se sentir elogiado, mesmo que não acredite nesses elogios?!!!”


Agora, eu não posso negar, esse mês de novembro está sendo um “UP” para a minha estima, por um lado, claro. Por outro, torna-se frustrante, por saber que em alguns casos o lance não é nada mais, nada menos, do que uma transa fugaz e até nunca mais – eu odeio essas situações com cara de programa de motel: “Owwww, yeah!!!” e “bye bye, never more”.

- “Só que eu quero o que está além disso, superando a banalidade e o instinto sexual: “Uma relação bacana e duradoura”. É hora de valorizar, mais do que nunca, quem me valoriza, quem se importa comigo. E me vacinar de qualquer golpe ou golpista.”

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Alô?!!!



Ontem à noitinha, “M” me ligou e ficamos conversando e matando as saudades por um tempinho. E eu notei a sua fragilidade, exacerbada pela “panela de pressão” que a sua vida está pautada: perda recente de um ente querido a quase 2 semanas, dos inúmeros processos do escritório que estão sob as suas costas e sua responsabilidade, já que não pode contar com a sua sócia parasita (tudo indica que faz corpo mole), e outros problemas de foro íntimo e familiar que eu prefiro não comentar.

- “Em menos de uma semana que nos conhecemos, eu já estou por dentro dos principais bafões. Acredito que tenha lhe inspirado confiança”


À medida que nós avançamos na nossa relação, claro que mediados pela intensidade dos nossos momentos e contatos, fica evidente para mim que eu precisei tirar do meu armário o meu “Q” de terapeuta e ouvinte para lidar com os conflitos alheios.

- “É meu querido, relacionar-se também é entrar em contato, se envolver mesmo que distanciado e se preocupar com a dialética do outro. Vamos dividir alegrias, mas, também tristezas.”


Mas, não posso negar que isso me remeteu aquele namoro de outrora (2001 - 2004), que eu não gosto nem de lembrar, por todo o stress que me causou profundos dissabores, pois naquela ocasião eu era o adulto e o pilar da relação. Será que eu vou ter que virar mais uma vez um terapeuta?!!!

- “Acredito que sim. Mas, eu não queria ter que usar nem camisa de força e nem tratamento de choque. Porém, todavia, contudo, se precisar é o jeito usar, mas, ainda bem que “M” faz terapia.”


Falando em terapia, não é que eu já virei tema da terapia alheia?!!! Pasmem, já virei sim. Rs...

- “Não me incomoda em compartilhar angustias, tristezas, problemas e conflitos, até porque eu gosto do drama psicológico, mas, eu fico profundamente irritando é quando as pessoas sabem da resposta dos seus problemas, sabem quais as atitudes devem ser tomadas, mas, por inércia, por receio de quebrar os ovos, se negam a tomar uma atitude enérgica. Eu não gosto de gente lerda e apática não, de forma alguma.”


Mas, eu tento dar um apoio como posso, mesmo que eu tenha que abalar as estruturas dos outros com palavras fortes, questionadores e sinceras. É claro que todos nós caímos e titubeamos em nossos momentos de fragilidade, mas, a força reside dentro de nós e deve ser usada, sim, até mesmo para não ficarmos a mercê do medo e do sofrimento.

- “Sinceramente, eu não queria repetir padrões...”

Eu havia me esquecido de que...


... Como é mágico e gostoso quando os olhares se encontram entre tantos olhares, do nada, numa mesma sintonia;

... Existem momentos que é melhor não pensar muito, resolvendo impulsivamente, e se deixar guiar pela química, pela naturalidade do momento;

... Um beijo especial leva ao êxtase da excitação;

... “Dormir” na mesma noite, quando você conhece alguém especial, não é um crime, mas, um delicioso pecado;

... É bom aguardar o telefonema no final do dia para compartilhar os meus e os seus momentos;

... Esquematizar os dias posteriores, combinando o dia que nós iremos nos ver;

... Assistir a novela das 8, agarradinho no sofá, pouco se concentrando nas cenas, porque os corpos estão em combustão, ardentes, fogosos e em atrito;

... O segredo confiado implica no fortalecimento da intimidade;

... Como é gostoso escutar aquele sotaque carregado no ouvido e “palavrar” coisinhas picantes ao pé do ouvido;

... Quando há um encontro, deixamos de ser 1 para ser 2;

... Quando você quer levar a sério a outra parte, necessariamente, você também tem que ser preocupar com as fragilidades dela, sentindo-se como responsável em conforta-lhe;

... Também existem as dúvidas e as tentações que pairam na nossa cabeça – “Será que é você que eu quero mesmo?!!!” Ou, “Será que eu estou mesmo preparado para ter sido encontrado?!!!”;

... Lembrar qual era a sensação que eu sentia quando tinha alguém presente na minha vida: De segurança, de preenchimento;

... Nem sempre uma relação é só feita de risos e flores, mas, também de lágrimas e espinhos;

... Namorar é um exercício e uma conquista diária, de pequenos detalhes, de pequenos gestos e de pequenas sinalizações.


- “Será que eu estou namorando mesmo ou mais um breve ensaio?!!!” rs...

Kiss me, Kiss me true!!! ;)


“Porque você não vem me dar um beijo?!!!
Um beijo de amor e de desejo
Porque eu gosto (tanto)* de você?!!!
Eu gosto (tanto) de você, eu gosto (tanto) de você...


O mago mandou avisar:
Água de beber
Água de benzer
Água de banhar
“Alcahol”
Só para desinfetar...”


(Jorge Benjor - Alcahol)




* Tanto (ainda) = É discutível... Deixo pela poesia da música...

"As lágrimas não reparam os erros!!!"

The Verve - Bitter Sweet Symphony (with lyrics)

♫ Pitty - Na sua estante

"Eu não ficaria bem na sua estante..."