quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Quanta leviandade...




- “Gente, aonde é mesmo o botão que se desliga a volúpia, heim?!!!”

- “Caraca, maluco, vai estar assim no “osso” lá na casa do tinhoso... Nem!!! E o pior é que o senhorzinho aí ainda provoca. Vai, mexe... bole-bole... tira o juízo... de quem está em outro continente (na Europa), vivendo na tranqüilidade (na inércia lusitana), reatando um antigo noivado (de quase há 10 anos atrás) e ainda tem uma quedinha por você (embora você não tenha apostado no ano passado por causa da distância). Seu leviano!!!”

- “Pois, num é?!!!” rs...

- “Olha que você vai queimar no mármore do inferno.”

- “Sim ou não, há muito tempo que eu já estou em chamas... em brasa... Ousadia pura!!!”

- “Owww, e como dá para perceber!!!”

- ;)



Sabe quando a gente reencontra uma paquera antiga nas madrugadas solitárias?!!! Então, por esses dias eu reencontrei. E, ao saber do seu casamento no ano que vem, meio que trouxe átona em mim dois ingredientes: Primeiro, um tesão adormecido, justamente porque não foi posto em prática (“na cama, na lama, na grama”, como diria Gonzaguinha), apesar das “brincadeirinhas” que fazíamos via webcam, MSN e celular, um pouco mais de 1 ano atrás; e, segundo, aquela velha sensação humana e egoísta, nada nobre e muito comum, a sensação de perda.

- “Ai, ai, ai... Carência misturada à tesão adormecido e a sensação de perda, não dá certo. A gente acaba ultrapassando todos os limites do bom senso, nos levando a dizer coisas que podem trazer conseqüências graves, apesar delas terem sido sinceras no calor do momento. É claro, que eu não cheguei a “plantar a semente da discórdia”, prometendo mundos e fundos, mas, quando a gente diz certas coisas, que quem está do outro lado de lá quer escutar, ocorre aquela confusão mental e embaralha o meio de campo.”


Será que eu cometi alguma leviandade?!!! Se cometi, acho que sim, não foi com aquele tom de pura sacanagem e irresponsabilidade – tipo, estou te dando corda para depois te enforcar e tirar o meu corpo fora. Sinceramente, só reafirmei o meu legítimo desejo. Rs...

- “Quanta leviandade, senhorzinho!!!”


Ahhhhh, mas, é tão bom saber que, apesar de eu estar do fora do alcance, eu ainda provoco ótimas sensações... Considerando também que eu estava precisando levantar o meu astral, ainda mais aqui, que ultimamente nem gripe eu estou pegando, quem dirá catando papel na ventania ou encontrando uma cédula de R$ 1,00 perdida na calçada.

- “É fio, a situação está precaríssima, diga-se de passagem. Nossa, nunca foi tão difícil beijar, abafa o caso.”


Mas, eu prometo que eu não vou me interpor entre ninguém, muito menos desfazer qualquer casamento que seja, até mesmo porque, a decisão de se casar ou não, não é minha, e além do que existe o Oceano Atlântico de distância nos separando. Se, na época “M” (2006), eu não me joguei de cabeça, por mais que eu quisesse bastante que desse certo, mas, apenas querer não é poder e nem resolve a situação, imagine agora, que “F” está reatando o noivado.

- “O fato é que eu nunca tive talento para ser destruidor de lares. Mas, eu prometo que não irei cometer coisas que eu possa me arrepender depois e prejudicar terceiros na parada. E, eu também não estou apaixonado para dar uma de Wanderléa: “Senhor Juiz, PARE, AGORA!!!” rs... Só rindo!!!”


Leviandades a parte, pelo menos, o ensaio sensual foi devidamente aprovado!!!



Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
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(Nazaré)

Um comentário:

Aparecida Carmo disse...

Mon Die... os lusitanos...
ufa... ninguém merece... e olha que às vezes ainda falo com Nuno Miguel...

Mas como ja lhe disse, eu e fardas, bem como acessórios destas... nunca mais...

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

mas que é uma tentação, ah isso é...


beijos carinho mio


"As lágrimas não reparam os erros!!!"

The Verve - Bitter Sweet Symphony (with lyrics)

♫ Pitty - Na sua estante

"Eu não ficaria bem na sua estante..."