segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Imagem da Semana: No mínimo, INTRIGANTE!!!


Devagar e sempre!!!

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

“Dicando” em tempo real



Há quem o diga que: “Quem não espera, faz acontecer”. E de fato, já que o convite feito para assistir o “Fuerza Bruta”, não passou de “palavras ao vento” em forma de e-mail, eu que não ia perder o meu “findi” em casa, dei um trato no visual e fui “dicar”. Aproveitando que as dicas da VIP ainda estavam frescas na minha cabeça, eu fui constatá-las “in loco”, em tempo real.


- “Mas, não é que (em parte) deu certo. Talvez, por estar sugestionado, a noite tenha fluido sem tantos entraves.”



Então, “sai da toca” (1), fui a “dois lugares” (2) que fazia mais de 1 mês que eu não ia, “fiz algo diferente” (3), “contrariando” (4) a atitude tímida, séria e reservada que eu costumo ter, adotando outras estratégicas mais acessíveis, entre olhares incisivos e muitos, muitos talvez, talvez, quem sabe, eu poderia estar “facinho, facinho” (6), apenas 50% tá?!!! (Ninguém deixa de ser difícil de uma hora para outra)Rs...


Naturalmente, que eu não fui nenhum pouco relapso, “cuidei” (7) de mim, sim, como manda o figurino, cheirosinho, arrumadinho e gostosinho, e tentei “improvisar” (8) da melhor forma possível, fazendo a minha parte e saindo de algumas “calças justas”.


Placar da noite?!!! Três bolas na trave!!! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk De fato, eu só não finalizei os três gols, porque enfim, o meu grau de “exigência” (5) é foda mesmo, prima pela qualidade, sendo razoavelmente seletivo (olha que eu não me permito mais megas e inalcançáveis exigências). Não tem jeito, faço qualquer negócio, até mesmo não praticar o meu esporte preferido, perder gols, até o “caraio de asa”, seja o que for para não ficar com ressaca moral no dia seguinte.


- “Eu me conheço, muito bem, diga-se de passagem.”



Quanto a “mudar de status e desencalhar” (9), eu estou achando que é uma missão quase impossível, digna de “Meu nome é Bond, James Bond”, praticamente coisas de agente 007 ou para a genialidade do Gênio da Lâmpada Maravilhosa.


- “Namorar?!!! Tá russo, viu?!!! Esse verbo nunca esteve tão difícil de ser conjugado, principalmente pra mim. Devo ser um ET, no mínimo.”



Em se tratando do “Pouco papo e mais ação” (10), sempre acontece o de práxis, falta atitude do povo, fazer o que?!!! Corrigindo, quem eu gostaria que tivesse não tem e apenas ficar me encarando, não me diz nada!!! Rs... Que pena, né?!!! Ficamos ambos no 0 x 0.
Mas, as chances reais de “chutes a gol?!!!”


- “Olho no LANCE!!!” rs...



Primeiro lance, com aquela ginga baiana, só aquela que o povo baiano sabe ter. Claro que tinha a sua graça, o seu “sexy appeal”, mas, ..., faltou o principal, né?!!! A química que leva para a biologia, a física, a letras, a psicologia, a antropologia... rs... Sem contar, que o leite ninho está caro e eu não quero criar, quero ser criado, mesmo que seja por um minuto de beijo.


- “Não posso reclamar por ausência de atitude, atitude tinha até demais, ao ponto de tirar o meu juízo, perseguindo-me praticamente a noite inteira para me catar.”




1ª Abordagem - Ainda no início da noite:



- “O que um rapaz tão bonito, faz aqui sozinho?!!!” (Soou não um elogio pra mim, mas, um xaveco barato...)

- “Ué, isso acontece...” rs... (Respondendo, de forma “Sandy”, entre sorrisos e simpatia!!!)

- “Você não quer se divertir?!!!” (Como assim?!!! Eitchaaaaaaaa, isso que a gente pode chamar de objetividade.)

- “Eu estou me divertindo!!!” (De fato, eu estava sim, dançando e rindo da presepada... rs...)

- “Mas, você está aqui sozinho, sem beijar...” (Sentiu o drama, né?!!!)

- “Bem, eu posso me divertir sem beijar. Necessariamente, eu saio para baladas sem estar com esse objetivo fixo. Pode ou não acontecer.” (Beijo é lucro, a conseqüência de uma paquera bem sucedida, e não um fim em si mesmo.)

- “Então, um beijo não rola?!!!” (Como é que eu ainda reclamo a falta de atitude, heim?!!! Rs...)

- “Não. Ainda não. Vamos com calma, ainda é cedo!!! Eu acabei de chegar. Vamos observar mais as possibilidades...” (Caraca, como eu disse isso?!!! Senti-me um galinha!!! Rs...)

- “Ué, o gostoso é começar beijando agora e depois fica melhor.” (kkkkkkkkkkkkkkkkkkk Prefiro não comentar!!!)

- “Não é bem assim...” (Não era mesmo!!! Ui!!!)

- “Você não quer ficar comigo?!!!” (Sério?!!! Eu não queria não. Rs...)

- “Não!!!” (Eu respondi sorrindo... Tão gentil!!! Rs...)

- “Eu quero muito ficar com você. Se você ficar com outras pessoas na minha frente, eu não vou gostar.” (Me senti um objeto... Se não gostar, problema seu!!! Rs...)

- “Não. Relaxa!!! A noite ainda só está começando.” (Verdade, e estava mesmo, pelo menos pra mim... rs...)

- “Não mesmo?!!!” (Quanta insistência, heim?!!!)

- “Não.” (Respondido monossilabicamente, com aquela pausa silenciosa que diz assim nas entrelinhas: “Rala, jardim da infância!!!” Rs...)




2ª Abordagem – Um pouco depois da metade da noite:




- “Oi. Você ainda continua sozinho?!!!” (Oh pergunta!!! Aff...)

- “Sim!!!” rs...

- “Então, me dá um beijo?!!!” (Fala sério!!!)

- “Não!!!”




Segundo lance, nem os amigos dando uma de cupidos, não adiantou. Literalmente, um pacote ermo, inerte, caiu nos meus braços. Mas, cadê a atitude?!!! Olha que eu ainda tentei quebrar o gelo dançando mais coladinho, trocando sorrisos, mas, cansei de tanto cansaço!!!


- “Próxima tentativa, por favor!!!”



Terceiro lance, também o mesmo problema do lance anterior, ausência de atitude, mas, com um componente surreal – com direito a flashes de celular. A criatura só podia ser míope, porque olhando para mim, direto, a poucos centímetros de mim, ainda precisou tirar uma foto para me ver melhor. Foto pós-tirada, sentou-se ao meu lado. Podreeeeeeeeeeeeeeeee!!! Porque essas presepadas só acontecem comigo?!!! Por quê?!!!


- “Eu posso com isso?!!! Não sou obrigado, bye!!! Rs...”



Enfim, apesar de não ter beijado, dessas três bolas na trave, eu posso dizer que a noite me propiciou muitas risadas... Oh, povo tosco!!! E não seria fazendo esses gols que iriam saciar a minha fome, muito embora, o ego tenha ficado massageado. Não se tratar de ter sido mal, esnobando os interesses alheios, mas, eu não queria forçação de barra pra mim.


- “Eu não faço qualquer negócio para beijar, não faço mesmo. Eu ainda consigo segurar a minha onda, por mais carência que eu posso estar!!!”



Em sumário, sem dúvida alguma, as dicas funcionam sim, não com perfeição, mas, pelo menos dá um “UP” no seu comportamento, na sua atitude. Mas, nada adianta se você não estiver bem consigo mesmo e numa boa freqüência e sintonia, irradiando bom humor e autoconfiança em si. Agora, sempre que eu puder, toda vez que eu me propor a ir para baladinhas, algo eu não posso esquecer: ser um pouco mais acessível e revisar algumas dicas para não esquecer. Rs...


- “Presepadas são inevitáveis, sempre hão de existir, mas, elas também são bacaninhas para se tirar um sarro saudável.”

sábado, 27 de setembro de 2008

Dicas para os Solteiros de Plantão


Tentativas para ampliar o seu placar afetivo nas baladinhas



Nunca foi tão difícil namorar, concorda?!!! Se o seu placar continua no 0 x 0 e você não está conseguindo mudar o seu status de solteiro para qualquer outro (ficante, ficante fixo, namorado(a), marido/esposa, amante ou qualquer outra possibilidade), que tal mudarmos as táticas e a postura no ato da paquera?!!!

- “Aff, eu que o diga!!! Encalhado, não!!! Encalhadíssimo!!! Nem... Ninguém merece tanta inércia afetiva. Socorro, Cicarelli!!!”


Segundo as dicas dadas aos homens solteiros e leitores da revista VIP, mês de outubro, sob o título “Como pegar uma mulher por dia”, eu vou tentar fazer uma re-leitura que sirva para todos os sexos, já que algumas dicas são quase que universais, servindo tanto para homens quanto para mulheres, independente da orientação sexual. Toda e qualquer dica, sugerida por Ricardo Bojo, dizem respeito a TER ATITUDE.

- “Por um minuto de atitude, já!!! Urgente!!!”


Então, “ladies and gentlemans” ter atitude hoje, faz toda e qualquer diferença no jogo da conquista moderna. Quem não tem, acaba chupando o dedo. Lembrem-se, ter atitude não se restringe apenas ao ato de atacar, de tomar todas as iniciativas, mas, também fazer diferente em ações, mudando as estratégias que não estão dando certo, sendo objetivo quando a ocasião exigir, sem se policiar ou ter medo de agir, preocupado com o que eles ou elas irão pensar, e ser mais eficiente nas sinalizações.

- “Não sei enquanto vocês, mas, eu vou tentar seguir algumas dicas. Do jeito que está não pode ficar. Nem meu esporte preferido (beijar), eu estou praticando ultimamente.”


Então, vamos às dicas sugeridas:

1ª) “Saia da toca” – De fato, como você quer conhecer alguém interessante dentro de casa?!!! Apelar para as salas de BP (Bate-papo) e os sites de relacionamento é uma possibilidade, mas, também podem se configurar como um risco. O contato físico e real, olhos nos olhos, pele na pele, são contatos insubstituíveis.

- “Viver é também correr riscos, seja recluso dentro do seu quarto ou exposto na “night”, arrisque, faça diferente. Arrume-se, confie no seu taco e saia da toca.”


2ª) “Todo lugar” – Fique atento, use todos os seus sentidos. Todo lugar, até o menos provável, pode ser o cenário para que você encontre alguém especial ou interessante aos seus olhos.

- “Particularmente, eu prefiro paquerar em lugares específicos para paquerar, como bares, festas e boates. Eu fico menos tenso e mais a vontade para paquerar, já que o contexto é mais propício a esse fim. Mas, ultimamente, eu estou de olhos abertos, até mesmo dentro do ônibus ou na fila do banco ou entre as gôndolas do supermercado – vai que eu entre a sorte ou seja encontrado por ela. Rs...!!!”


3ª) “Faça algo diferente” – Quando você sair, busque mudar os seus hábitos e seus padrões de comportamento, geralmente, seja menos óbvio. Passe freqüentar ambientes diferentes que você ainda não freqüentou, relacione-se com outras pessoas, bem diferentes daquelas que você já está acostumado a lidar – só porque elas não fazem parte da sua tribo ou do seu ciclo de amizades, não implica dizer que elas também não sejam interessantes. Se você tem um comportamento mais formal, tente ser mais espontâneo, menos informal. Converse, sorria...

- “Eu preciso ser mais acessível, com certeza!!!”


4ª) “O contrário” – Seja original, tente agir diferente dos outros. A reclamação geral dos solteiros são que as pessoas na hora da paquera são sempre óbvias demais, com os meus papos, apelos, abordagens e cantadas baratas. Tente surpreender, tente ser o diferencial.

- “O fato é, cada um deve se destacar na multidão, fugindo dos clichês e sendo criativo.”


5ª) “Exija menos...” – O padrão de exigência das pessoas são atmosféricos, basicamente inatingíveis e difíceis para que meros mortais consigam atingir o tipo ideal que você atribuiu ao merecedor de você. Menos, bem menos, diminua o seu orgulho e a sua vaidade, nem sempre, você ta podendo bancar as suas próprias exigências.

- “Naturalmente, que ninguém vai catar o primeiro papel na ventania que passar na sua frente, mas, o grande lance, é se relacionar com pessoas e não tipos ideais que nós desejamos. Quem sabe se você não beijar o sapo ou a sapa, eles não se transformem em príncipe e princesa, respectivamente?!!!”


6ª) “E seja facinho (a)” – Ser facinho (a), facinho (a), não implica dizer que é para cair na libertinagem e se degradar, mas, ser mais acessível as pessoas que desejam te conhecer melhor. Simplesmente, permita-se a conhecer, não arranca pedaço.

“O mal das pessoas é que elas não se permitem ao contato, a oportunidade de conhecer alguém, porque o orgulho é tão mega, que considera as outras pessoas como menores e não merecedoras da sua atenção. Até que ponto você é tão maravilhoso(a) assim?!!! Reflita!!!”


7ª) “Cuide-se” – Não custa nada cuidar da sua aparência e higiene. Ninguém curte muito, embora tenha gosto pra tudo, pessoas desleixadas ou bicho-grilo.

- “Todo cuidado e atenção aos detalhes nunca é demais.”


8ª) “Improvise” – É comum as pessoas andarem com os “scripts” prontos, diálogos repetitivos, usando as mesmas palavras de efeito, as mesmas cantadas antigas, do tempo da vovó, as mesmas piadas, etc. e tal. Para que você não seja surpreendido pela situação e pela interação interpessoal, o pulo do gato e da gata é: Ser flexível, maleável, estar aberto às improvisações.

- “Por medo de ousar, as pessoas preferem ter aquela postura reta, presa, tensa. Seja espontâneo, sempre. Se houver alguém que não goste do seu jeito de ser, haverá alguém que achara e sentirá diferente. Simpatia sempre faz toda diferença.”


9ª) “Arrume uma namorada ou um namorado”“Vamos beber porque namorar tá foda?!!!” E como está, eu que o diga. Mas, é arriscando, tentando, acreditando que pode ser possível, que talvez por insistência e otimismo, possa dar certo.

- “É como eu sempre digo, quem tem os seus relacionamentos, se estiver satisfatório, que os preserve. Valorizar a sua outra parte é importante.”


10ª) Menos papo e mais ação – É o que eu sugiro. Papos longos e desinteressantes tornam-se cansativos e podem espantar o (a) seu (sua) pretendente. Atitude vale mais do que mil palavras.

- “Eu defendo a seguinte tese: Beija-se primeiro, conversa-se depois. Rs... Se surgir o interesse de aprofundar a relação, pós a constatação da química, aí sim, a conversa pode fluir naturalmente. Muitas vezes, o excesso de papo, sucumbe ao interesse, nem chegando ao tão esperado beijo.”


Então, você decide se vai continuar usando as mesmas práticas e estratégicas ou se vai tentar agir diferentemente, com ATITUDE.

Enquete postada: DVD ou VHS?!!!


Para evitar a fadiga e mensurar o grau do comportamento sexual dos meus leitores e amigos queridos, principalmente, os pertencentes da nação solteira, que tal, ao lerem essa enquete, vocês responderem três perguntinhas básicas?!!! Elas são:

I - ) Ultimamente, o seu espírito sexual, na prática, está mais para DVD (Deita, Vira e Dorme) ou para VHS (Várias horas de sexo)?!!!

II - ) O seu parceiro ou parceira ou aspirante a paquera, pertence ao time dos DVDs ou dos VHSs?!!!

III - ) Para quem respondeu as perguntas anteriores:
a) Ambos DVDs, o que precisa ser feito para reverter à situação?!!!;
b) Ambos VHSs, qual o conselho que você daria para aqueles que estão em desvantagem em relação a sua situação?!!!;
c) Uma resposta de cada, DVD x VHS ou VHS x DVD, o que você atribui para a existência desse descompasso?!!!


Então, meus amigos, vamos fazer essa enquete interativa. Se você quiser preservar a sua identidade, use um apelido, mas, não deixe de participar, okay?!!!

Meninas, o que vocês acham disso?!!!



Poligamia ou Morte?!!!



Segundo uma pesquisa científica realizada na Suécia, referente a uma amostra com 552 casais, as conclusões foram às seguintes:

· Na área genética: “(...) Quanto mais variações desse tipo o homem tiver, mais propenso ele estará a sair pegando várias”;

· Na longevidade: “(...)Homens de locais onde a poligamia é aceita têm uma expectativa de vida 12% maior do que as nações monogâmicas. Com mais de uma mulher, avaliam os estudiosos, o homem fica sexualmente ativo por mais tempo e isso o leva a ter maiores cuidados com a saúde, chegando a viver mais”.


- “E aí, babies, o que vocês acham disso?!!! Concordam ou discordam?!!! Rs...



By VIP, pág. 170.

“VIP(ando)” na tarde de sábado


Enquanto, eu aguardo contatos e algum convite descente e estimulante para sair logo mais, pois, é, hoje é sábado e a noite está propícia para se jogar “na pista”, na “night” e nos braços de quem você quiser, eu vou lendo a VIP do mês de outubro, para passar o tempo e ficar antenado com as últimas tendências e novidades.

- “VIP’s lêem VIP!!! E os aspirantes a pop também... rs...”


“VIP(ando)” a gente se dá conta:

· Das últimas novidades do universo masculino;

· Das novas tendências para deixar o nosso “look” mais descolado e estar de acordo com o último grito da moda ( - “Descoladíssssssssssssssssssimo!!!!”);

· De que ter dinheiro para levar uma vida de solteiro satisfatória, desfrutar do conforto, freqüentar bons lugares, andar em sintonia com a moda e sair para caçar são “very, very expensives”;

· Das gatas, as mais gatas, que povoam o imaginário masculino;

· Dos conselhos comportamentais para o carinha que pisou na bola em seu relacionamento ou pulou a cerca, fazendo algumas “cagad’s” e está precisando “se virar nos 30” para contornar a situação;

· Como as dicas dos paulistas para os solteiros paulistas, sobretudo para azarar as gatas, são no mínimo hilárias – como diria uma amiga minha: “Dicas cansadas para caras cansados”, tipo, 10 dicas para catar uma mulher por dia ou um calendário estratégico, “Day by Day”, para caçar no mês de outubro, literalmente, o culto ao “cafa”, cafajeste. O que esperar de uma revista destinada ao público masculino, sobretudo aos solteiros?!!!;

· De alguns textos, tiradas, enquetes e depoimentos bem humorados, atuais e pertinentes.


- “Enfim, uma higienização mental “light”, açucarada e bem humorada do cotidiano e dos dilemas masculinos. É, né?!!! VIP também é cultura!!! rs...”

Para recuperar o fôlego, só orando!!!


ORAÇÃO DE SÃO JORGE

"Chagas abertas, sagrado coração todo amor e bondade, o sangue do meu senhor Jesus Cristo no meu corpo se derrame, hoje e sempre. Eu andarei vestido e armado, com as armas de São Jorge, para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me encherguem, e nem em pensamento eles possam ter para me fazerem o mal, armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças quebrarão sem meu corpo chegar, cordas e correntes se arrebentarão sem o meu corpo amarrarem.

Jesus Cristo me proteja e me defenda com o poder da sua santa e divina graça, a Virgem Maria de Nazaré me cubra com seu sagrado e divino manto, me protegendo em todas as minhas dores e afliçoes e Deus com a sua divina misericordia e grande poder seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meus inimigos, e o glorioso São Jorge em nome de Deus, em nome de Maria de Nazaré , em nome da Falange do Divino Espirito Santo estenda-me o seu escudo e as suas armas poderosas defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza dos meus inimigos carnais e espirituais , e de todas as suas más influencias, e que debaixo das patas de seu fiel Ginete meus inimigos fiquem humildes e submissos a Vós sem se atreverem a ter um olhar sequer que me possa a prejudicar. Assim seja com o poder de Deus de de Jesus Cristo e da Falange do Divino Espirito Santo, Amém."

Ai que vontade de...


... Esganar alguns pescocinhos!!!!

- "Tão passional esse minimu, ui... Vontade eu tenho, já a coragem tão pouco, motivos não me faltam, "but, peace and love". Quem encabeçaria a minha seleta lista dos enforcados, heim?!!! rs... Que tal eu começar pelo meu querido... Brincadeirinha, my boss!!! Mas, vontade é que não me falta depois do seu e-mail "sandy". Aff!!!"

Dan by Clarice Lispector I



"Minha força está na solidão.
Não tenho medo nem de chuvas tempestivas
Nem de grandes ventanias soltas,
Pois eu também sou o escuro da noite."

(Clarice Lispector)

Dan by Clarice Lispector II



"Suponho que me entender
Não é uma questão de inteligência
E sim de sentir, de entrar em contato.
Ou toca, ou não toca".

(Clarice Lispector)

Em que momento nos distanciamos da nossa essência original?!!!



Mudanças de rotas no decorrer da caminhada são mais do que comuns e pertinentes para nos dar movimento diante da vida, todavia, o mais preocupante não é mudar de caminho, mas, quando acabamos nos perdendo de nós mesmos, distanciando-se da nossa essência original, aquela que deixamos de ser, no início de tudo, muitas vezes nos primeiros anos da nossa vida, no auge da inocência e da densa e árdua descoberta do mundo.

- “Talvez, essa manhã, eu tenha acordado um pouco mais emotivo e saudoso devido ter me lembrado de mim, como eu era antes e hoje eu não sou mais por causa das marcas que eu trago nesses quase 31 anos de existência e as perdas que a vida me proporcionou, embora, não sejam muitas, mas, com certeza, significativas e grandes lições de vida.”

É claro que eu não nego quem eu me tornei ou não goste da minha essência hoje, mas, algumas características que eu tinha poderiam ser preservadas, tais como, a ingenuidade pueril que te motiva a ter grandes sonhos, o romantismo pré-adolescente que acredita que amar e ser amado são possíveis e sem restrições, a confiança absoluta nas pessoas mais próximas que acessam a nossa intimidade, sem precisar ficar com o pé atrás ou ficar esperando qualquer deslize ou traição, e, principalmente, aquele sorriso mais espontâneo, que ilumina a sala, o pátio, o “playground”, sem medo de represálias ou críticas marcadas por incômodos e/ou recalques.

- “Será que eu estou saudoso do status de filho caçula que um dia eu fui, simplesmente protegido, super protegido, aninhado, cuja proteção eu não sinto mais?!!! Ou será da minha essência mais espontânea e sorridente que trazemos na infância e, por “n” motivos, nós precisamos abrir mão dela ou guardá-la no fundo das nossas gavetas emocionais para aprender a viver?!!!”

Muito do que eu sou hoje foi o somatório por tudo o que eu vivi, algumas experiências foram vivenciadas e sentidas intensamente, principalmente aquelas que soavam pura intensidade, outras não, tratadas com pouca importância. Toda a rebeldia e o questionamento do mundo, as minhas afirmações e negações sobre mim mesmo e os meus dilemas pessoais, envoltas de constantes reflexões, meus altos e baixos afetivos, as decepções com determinadas pessoas, graças a minha leitura errada sobre elas – seja por inexperiência ou por mais pura boa fé, dando créditos a elas, as surpresas e as descobertas diárias fizeram de mim o que sou hoje.

- “Bom ou mal e/ou bem ou mau, sou quem sou e cada experiência aprendida e apreendida me ajudam a compreender um pouco mais da vida, da realidade social, da essência e do comportamento humano e de mim mesmo do que ontem. Creio que toda perda, todo erro, toda dificuldade presente no nosso caminho, todo dissabor, toda desilusão e toda contrariedade nos ensinam algo, deixando-os mais fortes para encarar a vida de frente, de costas, de lado, se assim melhor lhe convier, sobretudo para nos ensinarmos a viver. Infelizmente, os orgulhos, os soberbos e os arrogantes se travestem de fortes, para ocultar a sua latente fragilidade, não se tornando fortes, mas amargos. Tudo o que eu não quero me tornar é ser uma pessoa amarga, desagradável e de tão pouca fé.”

E a vida vai por aí a fora, nos testando, nos aperfeiçoando, nos burilando (E porque não bulinando também?!!! - É o novo!!! rs...), enfim, nos ensinando a viver, mas, as ferramentas para isso, ficam por conta e risco nosso!!!

- “Ela não vai nos dar nada de graça, pelo menos, nada pra mim assim foi.”

Mas, por lembrar de mim antes, em alguns momentos eu tento me resgatar, pelos menos alguns traços que hoje existem apenas na lembrança. Já outras, ao exemplo da ingenuidade e do romantismo dogmático e ingênuo, eu prefiro deixá-los perdidos, por não ser sugado por mim mesmo e nem ser esmagado pela convivência humana. A fortaleza consiste em estar Lúcio, por pior que a lucidez nos faça enxergar os perigos e as contradições do mundo e a maldade e as máscaras dos homens.

- “Assim como eu, muitas pessoas próximas de mim, se perderam em suas estradas, distanciando-se de preciosidades que um dia foram, que um dia tiveram. Alguns se perderam por traumas emocionais e circunstanciais, outros por não terem uma personalidade formada, outros por questão de medo de se expor ao comentário dos outros ou não se colocando na vida como gostariam, outros por desatenção das suas próprias necessidades ou desatento com tudo o que não lhe diga a respeito do seu próprio umbigo. Por motivo que seja motivado tal distanciamento, algo é certo: O sorriso diminui, o olhar apaga, o coração endurece e o fel é produzido.”

Em que momento nos distanciamos da nossa essência original?!!! Não tem uma regra, não tem uma data exata, muito embora eu desconfie que aconteça no decorrer da formação do nosso caráter e da nossa personalidade, na formação do nosso conteúdo humano. Apenas cada um sabe as concessões que foram necessárias, as lacunas que gritam dentro de você e os resgates que precisam ser feitos para a aproximação de quem um dia fomos e não somos mais.

- “Estou bem comigo mesmo, na medida do possível, naturalmente, mas, eu também sinto falta daquele Daniel que saiu de cena para que hoje eu possa atuar, protagonizando com a vida, na vida. E você sente saudade de quem um dia você foi?!!!”


"Todos nós somos um
E quem não tem pobreza de dinheiro
Tem pobreza de espírito ou
Saudade por lhe faltar coisa mais preciosa que ouro –
Existe a quem falte o delicado essencial."


(Clarice Lispector, In: A Hora da Estrela. )

Por obséquio, será que o beijo sai?!!!



Será?!!! Será?!!! O final de semana chegou e, com ele,...


- “Hei, mininu, cala a boca!!!”

- “É?!!! Porque?!!!”

- “O segredo é a alma do negócio!!! Além do que, evita o “olho gordo” da torcida do contra – a turma do sapo cururu pei pei.”

- “Ui... Ai que meda!!! rs...”

- “Entonces...”

- “Prefiro não comentar.”



... Então, vamos aguardar o desfecho dos acontecimentos, transpondo-os da possibilidade para a ação. Mas, o fato é, que viria muito bem a calhar e num momento pertinente, né, não?!!! Eu tô tão precisado (do que eu não conto)!!! Rs...

Toco, não!!! Tocão!!! Ui...


- “Né, Tila Tequila?!!!”

Tudo bem, nunca é muito agradável levar um toco, ainda mais em rede nacional. Quem poderia imaginar que depois dos 11 tocos que a senhorita deu nos participantes do seu reality show, o último toco seria o seu – “un grand finale” surpreendente. Escolheu, escolheu, escolheu... E você acabou escolhendo a participante mais volúvel para você entregar a “chave do seu coração”.

- “Porque será que o meu coração sempre sai magoado?!!!” Sua pergunta é muito pertinente, né, Tila?!!! Porque será?!!! Tudo leva a crer que as suas repetições estão seguindo sempre o mesmo padrão – aquele tão comum entre os enlaces e impasses afetivos: Geralmente, não valorizamos quem nos valoriza. Talvez, você como tantas outras e tantos outros estão fazendo uma leitura errada das suas necessidades afetivas ou supervalorizando o “tipo ideal” - quase padronizado, onde entre 10, 11 acabam escolhendo os seus objetos de desejo, pautados unicamente na beleza estética em auto grau, esquecendo do conteúdo humano.”


Não que as “Barbies”, as “Suzys”, os “Bobys” e os “Kens” da vida não tenham conteúdo humano, podem até ter, mas, segundo a regra, a estética e o culto ao corpo e a beleza física acabam se sobressaindo muito mais do que o conteúdo, muitas vezes o sufocando, transparecendo o ápice da futilidade e superficialidade.

- “Veja só, boa parte dos onze excluídos passaram por esse critério de exclusão. Os “experts” do comportamento humano e das relações afetivas sempre destacam que as nossas escolhas afetivas perpassam por padrões de repetição. Que tipo de modelo humano nós estamos valorizando para suprir as nossas expectativas, lacunas e desejos?!!! Pergunte-se minha querida “japa-girl”, só você é capaz de responder a essa pergunta.”


Os meus padrões afetivos perpassam pela segurança e proteção, coisas que eu trago comigo desde a mais tenra infância, pois, isso sempre foi muito evidente pra mim. Não precisei do Dr. Freud para elucidar tal projeção. Rs... Ele não esperou por mim, pois ele morreu muito antes do meu nascimento, antes mesmo que ele pudesse me explicar, sob a luz da psicanálise.

- “Olha que eu já tentei mudar esse padrão algumas vezes, mas, é mais forte do que eu. Preferências são preferências, PONTO. Por mais que você tente se enganar ou negar, os padrões (tudo aquilo que nos chama atenção e nos deixa com luz nos olhos e água na boca, sem mencionar o choque que sob do cox à nuca, percorrendo toda a coluna vertebral) quando se manifestam, não tem jeito, é um chute na canela. Nada surti efeito ou substitui as características físicas e atitudes que nos calam os ouvidos e a boca, acelera o coração e nos deixando passados.”


Apesar da contradição presente entre o instinto e a razão, dá sim para conter certos impulsos e instintos mais primitivos. Claro, que na vida e com a vida a gente aprende a não ser tão hipnotizado pela “embalagem”, nua e crua, na sensualidade totalmente expressa nos poros, nos pelos e apelos, mas, a maturidade propõe a valorizar também ao conteúdo. O ideal seria: química + conteúdo humano = sucesso afetivo; Mas, cada um se vira como pode.

- “Falando por mim, o conteúdo humano (afinidades, ideais e atitudes firmes) me cativam muito mais do que uma bela embalagem vazia. Mas, hoje, até uma boa, bela, suculenta e trepidante embalagem me deixam depressivo, tanto por estar distante disso e me sentir incapaz de cativá-la. O que?!!! Não falemos mais de mim e do meu “complexo de patinho feio”... rs...”


Agora, quem pudesse imaginar que na final do programa, o grande toco seria o seu, bela Tila. Eu, pelo menos, fiquei passadíssimo com a sua escolha final e o desfecho do programa. Mas, é aquela máxima, questão de gosto não se discute e eu respeito a sua. Porém, apesar do seu tocão, eu confesso que fiquei dividido: uma parte, eu achei bem feito para você o toco recebido, por outra, eu fiquei sensibilizado com a sua situação, ter ficado completamente no “vácuo” e “na pista”.

- “Baby, não se sinta humilhada. Todos nós estamos expostos aos desencontros afetivos quando estamos buscando o amor. Entretanto, analise essas experiências e esteja atenta aos sinais e aprenda a crescer a partir deles. O vazio que você sentiu, acaba se igualando aos demais 11 vazios no decorrer do programa. O = O, mas, o vazio se torna bem maior e desagradável de suportar quando as expectativas que foram criadas tornaram-se altas demais, provocadas pelo aumento do contato e a convivência em si, no decorrer do programa. Talvez agora você tenha sentido na pele, em parte o que o Bô sentiu ao receber o seu 11º “Sorry, but your a shot at love to finish!!!”, sem mencionar que quebraram o queixo do rapaz com um soco covarde, insano e enciumado. Não tem para aonde correr, um dia é da caça, o outro é do caçador, Oops, caçadora.”


Toco é toco, independente da situação e de quem quer que seja, sobretudo, porque mexe com a nossa vaidade e o nosso orgulho. Quanto mais orgulhoso se é, mais descompassado se fica, uma vez que a sensação de desagravo e desconforto é vista sob lente de aumento, potencializada. Os mais orgulhosos e poucos humildes que os digam.

- “Se eu já levei toco?!!! Naturalmente que sim. Mas, no meu caso, por ser muito objetivo e afoito, sempre foi mais usual que eu me antecipasse aos tocos que eu poderia levar, até porque, eu não sei ficar num relacionamento, qualquer que seja, estando incomodado com a situação e sobretudo com a persona em questão. Para estar acompanhado, eu preciso estar balançado, caso contrário, não rola.”


Mas, se é que haverá um “A Shot at Love”, versão III, vamos aguardar as escolhas da nossa protagonista e observar se os infortúnios vividos no I e II surtirão algum efeito na inteligência emocional de Tila Tequila.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Antes que eu me esqueça, não se preocupem, mas...

... para o martírio e o desespero de uns... E a alegria e a torcida de outros:



EU VOLTAREI!!!

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Nem choro, nem vela... Muito menos, culpas e lamentações.



Bola pra frente, a vida segue o seu curso!!!

Infelizmente, nem sempre as coisas acontecem da forma como programamos, fugindo do nosso controle e de qualquer previsão, seja ela física (mundana, dos homens) e/ou metafísica (sagrada, dos céus, quiçá de outras dimensões). Perplexidades a parte, se havia 50% da possibilidade de eu ser aprovado neste processo de seleção, também existia a sua parcela revés, mas, se a segunda possibilidade foi a que aconteceu, paciência, né?!!! É chegada a hora de agrupar os ganhos dessa experiência, que foram muitos, mudar o foco, estrategicamente, e agora cuidar de algo muito mais importante, que independente da aprovação ou não, estaria ali presente, precisando ser cuidado – arregaçar as mangas e ir trabalhar.

- “Não adiantaria passar no mestrado sem ter condições de sobreviver dignamente em São Paulo, sem precisar abrir mão do mínimo de conforto possível, concorda?!!! Então, vamos a luta!!! Como ninguém vai pagar as minhas contas ou me sustentar aqui, é hora do “lerê, lerê, lerê”, não é mesmo Leonardo?!!! Autonomia e liberdade requer independência financeira.”

Se eu estudei demais ou de menos ou se eu “xarlei” demais ou de menos, isso não vem ao caso. Usei os recursos que eu tinha e o que a minha intuição e vontades me pediram. Chorar?!!! Pra que?!!!

- “Definitivamente, a não-aprovação não é o fim do mundo. Vejam bem, títulos acadêmicos nunca foram o meu sonho de infância e nem me fariam ser quem o Daniel quem eu sou ou ser muito mais eu – não preciso desses rótulos para me auto-afirmar ou me fazer respeitar no meio em que eu estou inserido. Não querendo desdenhar a importância do título acadêmico, longe de mim, ainda mais nas Ciências Sociais que ter títulos acadêmicos são pré-requisitos fundamentais, eu só quero deixar bem claro que pra mim, não é o mais importante. Por mais que agregue a minha formação acadêmica, profissionalmente, ser um cientista social, seja sociólogo ou antropólogo ou cientista político, não me fascina e nem me dá brilho aos olhos. PONTO, isso é muito claro e evidente pra mim.”

Lamentar?!!! Pra que?!!! Se por um lado eu estou chateado por não ter sido aprovado, numa prova que tecnicamente era muito improvável que eu não fosse aprovado, mas, o improvável aconteceu, agora, o mais importante é que a definição da situação foi definida. A incerteza perdeu a sua força e eu já posso colocar o plano B em ação. Mas, será que eu tenho um plano B ou uma carta coringa na mão?!!!

- “O melhor disso tudo é não precisar mais apostar na incerteza. Enfim, o caminho está aí, mais claro, mais objetivo, mais concreto para ser seguido. Nada melhor do que certezas. O risco de uma aposta deixou de ser sentido. Outros sentidos, nesse momento, se tornam mais claros.”

Agradecer?!!! Sim, sempre!!! Agradecer as torcidas e as urucas alheias, porque de certa forma, seja a favor ou contra, elas são estímulos para se caminhar e buscar toda a felicidade necessária para ser festejada com os meus amigos, porque, nesse processo, eu sei muito bem, aqueles que torceram sinceramente por mim, não sendo da boca pra fora, e para o incômodo dos vodus, das carrancas, dos dragões horrendos de bigode e das personas desagradáveis e sem nenhuma personalidade e “sexy appeal”.

- “Muito obrigado a todos que me deram apoio moral, uma palavra de incentivo e de conforto. Mais do que apoio financeiro, Ooops, relações de troca, muitas vezes, favores feitos sem ser de bom grado, nada se compara ao apoio afetivo e dado espontaneamente. Graças, a mim, principalmente, como o meu trabalho sempre arquei com os meus compromissos e pequenos luxos, poupando-me de não ter o rabo preso com ninguém e, muito menos, precisar vender a minha alma ao Diabo por dinheiro ou bens materiais ou favores pagos em longas e penosas prestações. Se tenho alguma dívida é de gratidão, e não a pior dívida, aquela de ter que pagar o preço que for para quitar dívidas materiais.”


Desistir da pós?!!! Claro que não!!! Não nadei até aqui para morrer na praia. Só darei a dimensão exata dela na minha vida e redimensionar prioridades e áreas de atuação.

Desespero?!!! Pra que?!!! Se todo ano tem processo seletivo...

Pressa?!!! Pra que?!!! Se ainda sou jovem. Um “trintinha”, tudo bem, mas, jovem!!! Rs...

Você entendeu?!!! Nem eu!!!


Deus sabe o que faz!!!

Vai lá entender os desígnios Dele...

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Lições afetivas que eu não posso esquecer


1º Lição – Todas as pessoas são DISCUTÍVEIS


Ao estarmos encantados, no ápice da paixão voraz e alucinante, daquele jeitinho que nos deixa descompassados e quase dependentes, quando, por algum motivo, nós pararmos para repensar a relação, não podemos esquecer jamais, em hipótese alguma, de que as pessoas são discutíveis. Todo e qualquer conceito que atribuímos a alguém, se formulada apenas pelo coração, corre-se o risco de se cometer alguns equívocos de leitura, nada mais do que natural, o encanto faz isso – acabamos lendo o que o nosso desejo quer ler.


Então, quando a sua razão for dialogar com o seu coração, não desconsidere que os conceitos caem por terra e as ilusões são desconstruídas no momento em que conseguimos fazer a leitura da fragilidade pessoal de casa um, onde todas as pessoas são discutíveis, assim como, as suas condutas e os seus comportamentos também.



2º Lição – Ninguém pode ser A SALVAÇÃO da sua vida


Quando estamos sozinhos e o desespero bate a nossa porta, dando aquela sensação de vazio e solidão, alertando que está faltando algo, melhor, alguém, é muito comum nos agarrarmos na primeira “tábua de salvação” que surge na nossa frente. Acabamos optando, por falta de opções – “Se não tem tu, vai tu mesmo”. Quantos equívocos e precipitações foram gerados assim?!!!


E para não cometer tal engano, tentando enganar algo que o seu consciente sabe muito bem, “Não adianta, não me balança, não vai rolar”, você acaba causando um duplo engano: a si mesmo e ao outro. E nesse momento, você vai perceber que: quando você próprio não pode resgatar o seu barco à deriva, a partir do momento em que a responsabilidade de navegá-lo é sua e somente sua, ninguém poderá guiá-lo da forma como você o guiaria – Você é a pessoa mais indicada para isso. Ninguém pode ser a salvação da sua vida, não se pode imputar uma responsabilidade exclusivamente sua para outrem.



3º Lição – Coloque-se NO LUGAR do seu oponente ou rival


Quando você se encontrar numa enrascada afetiva, tente resolver o seu dilema realizando um exercício simples, mas, que requer um grande desprendimento da sua parte, colocar-se no lugar, na posição do seu oponente ou rival. Não faça com os outros, aquilo que você não quisesse que fizessem com você. Um clichêzão entanto, mas é um exercício necessário.

Artigos Uspianos Plagiados


Porque esse tipo de notícia não é novidade no meio acadêmico e isso não me escandaliza?!!!


Segundo o SPTV, o jornal local da Rede Globo em São Paulo, desta noite (24/09), a Comissão Acadêmica de Ética da Universidade de São Paulo entrará em ação punitiva contra alguns dos seus discentes, responsáveis em publicar artigos acadêmicos irregulares, em nome da referida instituição, plagiando trechos de outros artigos científicos e estudos acadêmicos já publicados por outros autores, não mencionados e citados corretamente nos corpos dos artigos publicados. Tal evidência constata irregularidades ao nível ético e moral, como também, criminal, passível à resposta de processos forenses e punições internas no interior da universidade.

- “Plágio é crime.”


Plágios?!!! Ui... Quem foi que disse que a USP estaria livre desses pequenos vexames acadêmicos?!!! Pois, é. Quem achava isso, se enganou redondamente – em dimensões práticas e teóricas!!!

-“Quem acompanha os bastidores acadêmicos, aproximadamente, há 12 anos, como eu, sabe do que os alunos universitários, tanto ao nível de graduação e de pós-graduação, são capazes de fazer para concluir os seus cursos e obter os seus títulos acadêmicos. Cala-te boca, eu já vi coisas que até Deus duvida, tanto em pequenos a grandes plágios quanto ao uso indevido da autoria acadêmica (falsa autoria).”


Atualmente, como aluno especial da USP, há quase um ano, eu pude constatar que o perfil do comportamento universitário uspiano não se diferencia tanto dos demais perfis que encontramos por aí nas demais universidades e faculdades brasileiras. Picaretas, despreparados e plagiadores estão inseridos em todas as universidades do país – alguns casos mais evidentes, escandalosos e descobertos e outros mais discretos e encobertos.


Mediante a descoberta destes plágios, vale ressalvar que a contribuição científica, acadêmica e social que a Universidade de São Paulo vem cumprindo ao país, sendo considerada uma das primeiras instituições de ensino, muito se deve ao seu prestígio e seriedade acadêmica, à inegável qualidade e preparo dos seus docentes e ao talento e ao esforço dos seus discentes, que em grande parte, não podem ser generalizados e comparados à “banda pobre do cesto”.

- “Em suma, o que se espera é que a Universidade investigue e avalie os fatos com rigor e aplique as devidas providências para não comprometer o seu nome e o seu prestígio institucional e acadêmico, punindo os responsáveis por esse vexame autoral.”



Debatendo-me em mim


Por mais que eu esteja me debatendo,

Em mim mesmo,

Nas minhas questões, contradições

Nos meus dilemas, incertezas

Nos meus ímpetos selvagens, impulsos quase- domados

Nos meus ideais, princípios essenciais

Nas minhas ilusões, devaneios

Nos meus desejos, sonhos


Eu não tenho o supremo poder

De estar imune

De estar anestesiado

De permanecer inerte

A tudo, a todos

As todas as circunstâncias que me rodeiam


Mas, mesmo assim,

Pretendo continuar em pé,

Preservando o meu sorriso

Administrando a minha lucidez

Fortalecendo a minha tranqüilidade inquieta

Protegendo a minha fé da desfé

Fomentando o meu otimismo

Enfim, dando um crédito de confiança a Deus

E, principalmente, ao dia que ainda estar por vir


Entre descobertas e surpresas

Entre ápices e caos

Entre sucessivos levantes,

Superando nebulosidades,

Assim, eu sigo,

Debatendo-me em mim,

Buscando por um minuto

Quem sabe, um momento a mais

Um simples suspiro

Da felicidade que eu pretendo pra mim


(Daniel Igor, 24/09/2008)

Dois pesos, Duas medidas


Passeando em na minha subjetividade, perdido em meus pensamentos, e resmungando sobre a atual inércia da minha vida afetiva, como também, por alguns desencontros pelos quais passei, eu percebi algumas contradições. Tais contradições são bem mais freqüentes e comuns do que imaginamos. Sinceramente, eu acredito que eu não tenha sido o único e o último mortal a tê-las vivenciado.



1ª Contradição


Quando a nossa afetividade não está a contento, a tendência é generalizar todas as experiências anteriores que tivemos, principalmente, aquelas que não deram certo, minimizando a real dimensão delas na nossa vida, seja como forma de negá-las ou, simplesmente, porque de fato elas perderam o sentido que um dia tiveram, e passando a vê-las como fatos sem grande importância.

- “Seguramente, se eu parasse para fazer um retrospecto dos meus relacionamentos passados, afirmaria o mesmo para todos – cada relação que eu vivi foram vivenciadas com início, meio e fim, hoje, elas estão muito bem resolvidas. A impressão que me dá é que eu deixei mais marcas do que eu fui marcado, porque de certo modo, eu sempre fiz questão de deixar a minha inicial “D”, muito mais pela a minha atitude, coerente na maior parte das vezes.”


As marcas trazidas por mim têm muito mais a ver com o contexto filosófico da situação do que a distribuição das culpas, até mesmo porque, quando um namoro chega ao fim, ambos são responsáveis, ambos são culpados – um erro induz a outro erro. Por exemplo, esses fatores jamais são desconsiderados por mim: ter me equivocado mais uma vez na escolha; ou em ter apostado parte das minhas fichas em mais um malfadado relacionamento; ou, putz, considerar a possibilidade de mais um namoro ter chegado ao fim; ou constatar a incompatibilidade da personagem da vez com o tipo de pessoa que eu quero pra mim – não que eu siga a risca um tipo ideal padrão ou eu seja limitado a ele, muito embora seja mais do que natural a existência de alguns atributos físicos e comportamentais que nós consideramos importantes para nos chamar a atenção e nos encantar num primeiro momento, a questão é: quem já passou na minha vida não conseguiu a difícil missão de me balançar, indo além do período inicial da conquista.

- “É muito provável que eu estivesse muito mais empolgado na possibilidade de estar namorando do que realmente concentrado com quem eu estava. Talvez por isso, eu seja catedrático em dizer que eu nunca amei de fato, embora, sempre estivesse por inteiro em todas as minhas relações. É, de fato, a cabeça estava presente, mas o coração ausente.”


A contradição está em por mais que você tenha vivenciado alguns ou vários relacionamentos e ter também tido bons momentos, tudo isso fica aquém da sensação de que nada do que foi vivido valeu à pena ou teve um peso significativo para mim, para você, para todos nós. Talvez, aquela máxima que na hora de pesar os pros e os contras, o que foi positivo e o que foi negativo, a mágoa e o orgulho sempre pesem mais.

- “Na minha balança, as minhas aprendizagens pessoais e o meu senso de auto-valorização sempre pesa mais, independente que seja uma estratégia para eu me proteger da frustração e do término em si. Geralmente, os meus lutos foram superados com certa rapidez, alguns mais, outros menos, mas, a minha personalidade não se permite arrastar correntes ou ficar preso ao passado por muito tempo, afinal de contas, não sou um homem dado a histórias mal resolvidas.”



2ª Contradição


É muito normal a gente reclamar que não fomos valorizados (se não foi da forma como gostaríamos que fosse, isso é algo a ser resolvido com o terapeuta ou auto-análise) ou, simplesmente, AMADOS (do jeitinho que idealizamos), mas, se formos pensar direitinho, vamos ver que em algum momento: Quem nos amou, nos admirou, nos valorizou, etc. e tal, pode ser eu tenha sido vítima da nossa desvalorização e desatenção ou da não correspondência da nossa química e das nossas expectativas. Enfim, se um dia nós fomos às vítimas, em algum momento, também fomos algozes.

- “Quantas vezes eu reclamei de não me sentir correspondido ou ninguém me notar ou se render aos meus humildes encantos, porém, se eu for considerar rigidamente (como já considerei), pude constatar que não era bem assim. Eu também já estive do lado de lá, algumas vezes.”


Já ouve o dia que eu enjoei, ignorei, desdenhei, desvalorizei o carinho e o sentimento dado a mim ou a intenção dessa doação. Reflexos de algo que estamos expostos: O desencontro afetivo.



3ª Contradição


Também é comum recriminarmos no outros, certas atitudes que nós as reproduzimos iguais. Há poucos dias atrás, no ápice de um novo jogo de sedução, eu descobri que eu não era a única paquera pretendida. É claro que eu fiquei chateado, mas, não muito, porque eu percebi que eu também estava procedendo da mesma maneira e também tinha algumas cartas coringas na manga.

- “Como exigir exclusividade da outra parte seduzida, se eu não estava dando exclusividade também?!!! Como exigir uma conduta se, por mais que eu pretenda um relacionamento sério e duradouro, eu não estava dando o bom exemplo?!!!”


O fato é que é muito fácil arrotar aos quatro cantos do mundo o tipo de conduta que você exige e privilegia e, por debaixo dos planos, você burlar as suas regras e reproduzir aquela sabedoria popular que diz: “Faça o que eu digo e não faça o que eu faço”. Lindo, né?!!! Tão “Sandy” isso... Olhando-me no meu espelho reverso, eu notei que eu não tinha o direito de ficar chateado com a situação, já que ambos estávamos em condições de igualdade e jogando o mesmo jogo descarado.


Portanto, existem dois pesos e duas medidas. Depende de qual lado você quer ocupar. As contradições existem e torna-se necessário aprender a lidar com elas, para que cada uma seja resolvida da melhor forma, tanto para você não se tornar uma vítima aprisionada de si mesmo e da tirania do outro quanto um algoz insensível e irresponsável da outra parte.

- “Qualquer que seja o lado pelo qual nós estejamos, sendo desprestigiados por quem queríamos ser admirados ou desprestigiando quem nos admira, o desencontro em si é uma possível perda, a partir do momento que não esgotamos todas as possibilidades de que “de fato, não dá, pelo menos eu tentei”, ou um sinal claro e evidente de que não era para ser. Quem se relaciona a partir da leviandade, não pode colher um grande relacionamento, pois faltará o essencial: a reciprocidade afetiva, pautada na transparência.”


É mais fácil se vitimizar do que assumir a sua porção de algoz. Ambos os lados nós temos e até quando nós iremos nos digladiar entre desencontros e abandonos e ficar esperando viver o nosso sonho de amor idealizado?!!! Agora, nós temos o direito de viver os nossos sonhos ou precisamos aprender a viver a realidade possível?!!!

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

E aí como foi?!!!


Não sei se por sorte ou por azar, você decide, caiu na prova da proeficiência em inglês, um texto para traduzí-lo, cujo o qual que eu já havia visto e estudado na minha disciplina sobre Thomas e a Escola de Chicago - O Camponês Polonês; do semestre passado!!!

O fato é que, após horas o traduzindo, eu ainda continuo tranquilo. Acredito que eu tenha feito uma boa prova, mas, como tudo pode acontecer, e, independente do meu querer, o que aparentemente é objetivo, toda correção perpassa pelo subjetivo do corretor. Então, vamos aguardar o resultado até a quinta e dependendo do resultado a gente festeja.

O momento chegou. Deixa eu correr...


Daqui alguns minutos, eu começo a realizar, em parte, um dos motivos que me trouxeram até aqui. Como o tempo passou correndo, heim?!!!


- Agora, deixa eu correr... deixem-me ir. Eu preciso decidir a minha vida, nesta primeira fase, "all right", seja para iniciar ou encerrar um ciclo neste momento.


"What time is it?!!! Ui... I'm need to go for classroom, but i have english test to make."

Engana-se quem quer...


... e/ou acredita que engana os outros quem pode!!!


É, né?!!! Até burrice tem limite. Mas, tem quem prefira apostar no o cúmulo máximo de se passar por "Sandy", ingênua, pura e desinteressada, para melhor passar. Ainda mais no mundo acadêmico. Nem queiram chutar quem ou quais personagens estão na berlinda, porque, vocês nem podem imaginam... Mas, se por ventura, imaginarem, não serei eu que irei confirmar.

- "Jovem, agora te pergunto: Será que que algumas pessoas que nós conhecemos acreditam realmente em Papai Noel, ou quiça no Coelhinho da Páscoa, ou se fazem de lesos (as), porque assim, eles pretendem fazer o crime perfeito, escondendo os seus interesses escusos e sórdidos atrás da porta?!!!"


Seja uma ou outra alternativa, claro que a segunda é a mais plausível, eu conheço muito bem o meu eleitorado. Dan Dan não nasceu ontem e, cá entre nós, eu sou bastante descolado para detectar quando o ar anda irrespirável e as segundas intenções estão gritando para serem escutadas.

- "Hey, take easy, my friends, i don't deaf person!!! I'm listening to it's intentions, okay?!!!"


Pois, é. Engana-se quem quer e/ou acredita que engana os outros quem pode. Só não peça para eu acreditar no "conto da carochina" que vocês querem pregar para camuflar as suas críticas descabidas, seus recalques, suas invejas ou qualquer outro "caraio de asa" que possa ser.

- "Mas, vou ser bonzinho com vocês. Se vocês querem usar "chapéu de burro", não tem problema, eu digo que está lindo e ainda mobilizo uma salva de palmas para essa iniciativa de vocês. Só não esperem de mim que eu compactue com essa dissimulação grotesca e de mal gosto."

domingo, 21 de setembro de 2008

Chegou... agora eu quero é ver...



... A ONÇA BEBER H2O!!!



O momento tão aguardado está chegando... questão de horas, diga-se de passagem. Independente do resultado, o que mais quero é uma definição para a minha situação. "O que fazer?!!!", "Como fazer?!!!", "Para aonde ir?!!!", "Qual caminho tomar?!!!", são perguntas que precisam e merecem respostas. E, cá entre nós, eu estou tranquilo o suficiente para lidar com qualquer que seja o derradeiro resultado: Se for positivo (+), que bom, será muito bem comemorado, mas, se for negativo (-), paciência, e, com certeza, não será o fim do mundo e nem o fim das minhas tentativas.

- "Semana passada, uma amiga muito querida me deixou em xeque, fazendo a seguinte pergunta: "Dan, o que você realmente quer?!!!" Pensando bem, eu sei de fato o que eu não quero e o que eu não irei me submeter para chegar até aonde eu pretendo."

Na verdade, eu não tenho obrigação nenhuma e nem muita pressa de ser aprovado correndo, já que existem outros aspectos que também precisam ser definidos. Neste caso, a aprovação em si, não seria a solução de todas as minhas questões. E todas e quaisquer tentativas serão válidas até quantas vezes forem necessárias.

- "Apesar de tal contradição, algo é bem claro pra mim, não posso esquecer de algo fundamental: Ter estrutura para tal realização. Nem sempre quando precisamos tomar decisões e fazer escolhas sobre forte estresse, conseguimos visualizar a situação em sua forma global. Impulsos também causam inconseqüências."

Mas, de qualquer forma, eu já estou feliz porque obtive ganhos que eu não imaginava alcançar desde o princípio e sei que me acompanharão aonde quer que eu esteja. Às vezes, atiramos para um alvo e sem saber atingimos um outro, muito melhor. Mas, especulações à parte, vamos ver aonde a vida me conduz - se ela me trouxe até aqui, algum motivo maior, que eu desconsidere no momento, deve a ver.

- "Vamos aguardar... vamos aguardar..."

Mas, chego até aqui, tranquilo, ciente do que eu fiz o que eu podia fazer, se não foi o meu máximo ou se poderia ser melhor do que eu fiz, não sei ao certo, mas, foi o que eu consegui fazer por HOJE. No mais, sem crises, sem culpas.

Intenso, EXTREMAMENTE INTENSO


Podem dizer o que quiser sobre mim, que eu sou falastrão, exagerado, “duh”, pancadão mesmo, alucinado ou qualquer outro rótulo, mas, existem dias, que apesar de todas as interrogações que pairam na minha cabecinha pensante, as angustias que comprimem o meu órgão pulsante e acontecimentos cotidianos que podem me deixar em estado de “80”, deixando-me eletrizado e diversamente estimulado a tudo (tudo que mereça grandes e adoráveis estímulos em prol da felicidade – “drugs, get out, now!!!”; para se viver, necessariamente não se precisa estar fora da real, descontrolado de si), ou em estado de “8”, minimizando-me em desestímulos, cansaços e desfé, seja “8 ou 80”, mesmo assim, ainda existe muita vida dentro de mim.

- “Sinto a aquela intensa vontade de viver tudo aquilo que eu ainda não vivi ou, simplesmente, ainda nem desconfio ou venha a descobrir o que ainda estar por vir. Deixar que a vida me surpreenda tão e simples quanto for como aquela porta que se abriu subitamente deflagrando a nossa nudez e os nossos pudores. Será que eu quero ficar um despudorado?!!! Rs... Claro que no bom sentido, né?!!!”


Talvez, quanto mais ansioso e impaciente o nosso perfil possa ser, mais intenso você seja. Só não fui uma criança hiperativa, porque a preguiça estava ali, sempre presente, sendo a melhor amiga da minha gula – “ hummmm, deliciosa gula”!!! E, quanto mais intenso você for, mais impulsivo você também o é, seja, rebelando-se contra as ordens que você não se vê representado, ou quando você não tem simplesmente de fazer nada, só para evitar a fadiga, ou dispara a sua metralhadora com verdades e fartas, sem pensar nas conseqüências disso, doa a quem doer, ou “sair no braço” por 5 segundos de ira, provocados pela perda dos sentidos e das amarras do bom convívio, ou ser “do contra”, pura e simplesmente por ser um chato, ou apenas calar-se, dando o seu silêncio, a sua resposta eloqüente.

- “Com o decorrer do tempo, eu fui aprendendo a domar os meus impulsos, ser mais contido com as minhas tempestades comportamentais. Sinto-me tão mais brando do que antes. Claro que é uma aprendizagem dura e árdua, perpassa pelo fato de você aprender a ser um pouco mais tolerante com algumas toupeiras e antas que nós encontramos na vida e precisamos aturá-las. É meus queridos, viver é também ter que aprender a lidar e a conviver com a fauna humana.”


Destemperos a parte, meus, seus, nossos, a vontade que eu tenho de viver é tamanha que supera até mesmo algumas perdas e dissabores que eu tive, mas, cicatrizes são cicatrizes e elas nos acompanham em qualquer lugar aonde possamos ir. Mas, é guiado por essa intensidade, que eu vou seguindo o meu caminho e buscando burilá-la da melhor forma.

- “Personalidades intensas tem o poder de atrair seus pares (afins e complementares) e repelir seus opostos, mas, eu não estou preocupado em agradar ou convencer ou agregar aqueles com os quais não tenho afinidade e, muito menos, sinto-me a vontade e representado. Intenso, sim, capacho ou apagado jamais. Quem tem luz própria, tem, ofusca as “almas sem luz” e sem qualquer “sexy appeal”, não é Gonzaga?!!! (- “Com certeza!!!”) rs... Nunca fui de passar a mão na cabeça de ninguém, não seria agora.”


Essa intensidade pulsante, latejante em todos os poros, reflete o fato de ultimamente eu estar em plena conexão comigo mesmo, com as minhas emoções. Estou muito mais centrado em mim, nas minhas necessidades, como sempre estive, mas, agora, o sentido é mais firme, sólido e coerente, não meramente como arroubo de auto-definição infanto-juvenil.

- “Vixe, acho que eu estou de fato me tornando de fato um adulto e deixando-me de me sentir um adolescente, embora a vibração esteja ali. É fato, a criança e o adolescente que nós fomos um dia, sempre permanece conosco, seja na saudade ou no nosso psiquismo, independente se for ID, Ego ou Superego.”


Agora, no decorrer do caminho, vocês só não me peçam para eu deixar de ser espontâneo quando eu não estou com vontade de ser ou calar-me quando eu sinto a vontade de me expressar, não é porque eu tenho laços de amizade e afetividade com vocês que eu deixarei de ter a minha opinião própria ou ter que fazer vista grossa só para não contrariar o ego, a vaidade e o orgulho e/ou ter que passar a mão na cabeça de quem quer que seja.

- “Eu sou assim mesmo, intenso, sincero, com as minhas explosões de sinceridade, e visceral. Cada um é o que é e ter que ceder não implica em vender a alma ao diabo ou ter que descaracterizar-se ou abaixar o fundo das calças por medo de desagradar ou de perder alguém.”

"As lágrimas não reparam os erros!!!"

The Verve - Bitter Sweet Symphony (with lyrics)

♫ Pitty - Na sua estante

"Eu não ficaria bem na sua estante..."